Mulheres jovens, solteiras, com menos anos de educação ou dificuldade de controlar impulsos são o grupo mais comum entre as pessoas que pensam em suicidar-se ou tentam o suicídio, revelou uma pesquisa coordenada pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos.O estudo, o mais amplo já realizado sobre o tema, foi realizado com quase 85 mil entrevistados em 17 países e publicado na edição de fevereiro do British Journal of Psychiatry. Em média, 9,2% dos entrevistados disseram ter pensado seriamente em suicidar-se e 2,7% afirmaram ter tentado pôr fim à própria vida em algum momento. Das pessoas que pensaram em cometer suicídio, 29% chegaram a tentar, segundo a pesquisa. “Nossa pesquisa sugere que pensar em suicídio e se comportar como suicida são mais comuns que se pensa. E os principais fatores de risco para esses comportamentos são bastante consistentes em diversos países no mundo”, disse o coordenador do projeto, o professor de Psicologia da Faculdade de Artes e Ciências em Harvard, Matthew Nock. As estatísticas variaram de país para país – a ocorrência de pensamentos suicidas, por exemplo, ficou entre 3,1% na China e 15,9% na Nova Zelândia – mas os pesquisadores atribuíram esta diferença a “padrões culturais” que podem ter influído na decisão dos entrevistados de manter sigilo sobre as intenções suicidas. ImpulsividadeO estudo revelou que a impulsividade é um fator crucial para diferenciar entre as pessoas que apenas pensam em suicídio e as que de fato tentam levá-lo a cabo. Das que pensam em acabar com a própria vida, as taxas mais altas de tentativas não foram registradas entre as pessoas com depressão ou outros problemas de variações drásticas de humor, mas sim entre aquelas que abusavam do consumo de drogas ou apresentavam desordem no controle de impulsos. Os fatores de risco incluíram mulheres jovens – sobretudo adolescentes ou no início da vida adulta –, solteiras, com menos anos de educação formal e dificuldade de controlar seus impulsos. “Em geral, achamos que os pensamentos e comportamentos suicidas ocorrem mais em pessoas que estão deprimidas. Mas em todos os países, descobrimos que não é apenas a depressão que aumenta o risco de comportamento suicida. Problemas de controle de impulso, de uso de substâncias e de ansiedade estão muito mais associados ao risco de pensamentos e tentativas de suicídio”, disse Nock. Os dados foram coletados na Nigéria, África do Sul, Colômbia, México, Estados Unidos, Japão, Nova Zelândia, China, Bélgica, França, Alemanha, Itália, Holanda, Espanha, Ucrânia, Israel e Líbano. Fonte: BBC Brasil
sábado, 9 de agosto de 2008
Mulheres gastam mais energia na conquista que os homens
As mulheres gastam uma quantidade maior de energia que os homens na conquista amorosa, segundo um estudo divulgado nesta quinta-feira por um grupo de especialistas da Universidade Javeriana, em Bogotá.A pesquisa mediu as quilocalorias perdidas por mulheres e homens entre os 17 e 47 anos em atividades relacionadas com o flerte ou a arte de cortejar, como se vestir ou conversar, inclusive por meios eletrônicos, como a internet.O estudo, realizado pelo Instituto de Ergonomia da Faculdade de Engenharia da Universidade Javeriana, ouviu pessoas de Brasil, Egito, Arábia Saudita, Canadá, México, Venezuela, Estados Unidos, França e Colômbia.A bióloga Lina María Ángel, uma das participantes da pesquisa, informou que "as conclusões foram muito similares em todos os países".Os especialistas compararam a conduta de pessoas apaixonadas ou que queriam conquistar alguém com as que não tinham essa intenção.Segundo a pesquisa, as mulheres em plano de conquista gastam 95 quilocalorias por minuto para se vestir, contra 79 dos homens.Além disso, elas gastam 11 quilocalorias no contato visual, contra apenas 3 dos homens.No entanto, no momento de convidar para sair, os homens gastam 95 quilocalorias, contra 37 das mulheres.Fonte: Agência EFE
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mundo das mulheres
Cientistas criam espermatozóide a partir de célula feminina

Cientistas britânicos afirmam ter criado espermatozóides a partir de células-tronco da medula óssea feminina - abrindo caminho para o fim da necessidade do pai na reprodução.A experiência vem sendo desenvolvida por especialistas da Universidade de New Castle que, em abril do ano passado, anunciaram ter conseguido transformar células-tronco da medula óssea de homens adultos em espermatozóides imaturos. Em entrevista à última edição da revista New Scientist, Karim Nayernia, um dos pesquisadores envolvidos no estudo, disse que agora os cientistas repetiram a experiência com células-tronco da medula óssea de mulheres, podendo "abrir caminho para a criação do espermatozóide feminino". No trabalho, ainda não publicado, Nayernia disse à New Scientist estar esperando a "permissão ética" da universidade para dar continuidade ao trabalho, que consistiria em submeter os espermatozóides primitivos à meiose, um processo que permitiria a maturação do espermatozóide, tornando-o apto para a fertilização. “Em princípio, eu acredito que isso seja cientificamente possível”, disse Nayernia. O estudo, afirma a revista, poderia possibilitar que um dia, casais de lésbicas poderão ter filhos sem a necessidade de um homem, já que o espermatozóide de uma mulher poderia fertilizar o óvulo da outra. BrasilA New Scientist ainda relata uma experiência que está sendo realizada por cientistas brasileiros no Instituto Butantan, em São Paulo. Segundo a revista, os especialistas estariam desenvolvendo óvulos e espermatozóides a partir de uma cultura de células-tronco embrionárias de ratos machos. A revista cita o trabalho publicado pelos brasileiros na revista especializada Cloning and Stem Cells (Clonagem e células-tronco, em tradução literal), em que os pesquisadores disseram ainda não ter provado que os óvulos masculinos poderão ser fertilizados e procriar. “Estamos agora começando experimentos com céulas-tronco embrionárias humanas e, se bem-sucedidos, o próximo passo será ver se óvulos masculinos poderão ser feitos a partir de outras células", disse a coordenadora da pesquisa, Irina Kerkis. Essas outras células, que se comportariam de maneira semelhante às embrionárias, poderiam ser encontradas na pele humana, afirma a revista. Isso abriria a possibilidade para que casais gays masculinos também tenham filhos com 100% de seu material genético. Nesse caso, um dos homens doaria células de sua pele, que seriam transformadas em um óvulo a ser fecundado pelo espermatozóide do parceiro. Uma vez fertilizado, o óvulo seria implantado no útero de uma mulher."Eu acredito que isso seja possível, mas não sei como as pessoas encarariam isso de forma ética", disse Kerkis.Fonte: BBC Brasil
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artigos cientificos
Cientistas dizem ter comprovado existência do ponto G
Cientistas italianos afirmam ter realizado, pela primeira vez, ultra-sonografias que comprovam a existência do ponto G - uma área que, quando estimulada, pode proporcionar às mulheres orgasmos intensos.No estudo, publicado na revista New Scientist, o ginecologista Emmanuele Jannini afirma que, até agora, havia poucas evidências sobre a existência do ponto G, que ficaria localizado entre a vagina e a uretra. Segundo o ginecologista, os exames inéditos revelaram claras diferenças anatômicas entre mulheres que disseram ter atingido orgasmo vaginal e outras que não vivenciaram a experiência. Este tipo de orgasmo é atingido pelo estímulo da parede vaginal, sem a fricção simultânea do clitóris. Nos testes, os especialistas realizaram um ultra-som para visualizar a uretra e a vagina de nove mulheres que tiveram orgasmos vaginais envolvendo o ponto G e de outras 11 que nunca sentiram o ápice do prazer sexual nesta região. Os exames das mulheres do primeiro grupo acusaram um claro espessamento do tecido uretrovaginal, que seria associado ao orgasmo vaginal. Incapacidade de orgasmoPara Jannini, a descoberta “significa que mulheres sem qualquer sinal visível do espessamento desta área (que se convencionou chamar de pnto G) não são capazes de ter orgasmo vaginal”. “Pela primeira vez, é possível determinar por um método simples e barato se uma mulher tem o ponto G ou não”, diz Jannini.O médico já havia encontrado pontos relacionados ao aumento da função sexual na área entre a vagina e a uretra. Esses locais liberariam a PDES, uma enzima que, nos homens, processa óxido nítrico e possibilita a ereção. No entanto, a equipe não havia conseguido ligar a presença desses pontos ao orgasmo vaginal.PolêmicaO estudo gerou controvérsias. Alguns especialistas desafiam a teoria de que mulheres que não atingiram orgasmo vaginal não têm o ponto G. “O estudo é intrigante, mas não significa necessariamente que mulheres que não têm orgasmo não têm o ponto G”, diz Beverly Whipple, da Universidade de Rutger, de Nova Jersey - que, junto com uma equipe de médicos, cunhou o termo ponto G em 1981. Estudos conduzidos pela equipe americana sugerem que todas as mulheres descrevem alguma espécie de sensibilidade na área onde o ponto G estaria localizado. Whipple diz que o próximo passo é pedir às mulheres que se estimulem sexualmente e repitam os exames, já que a área pode inchar com a pressão física. “Futuros exames poderiam revelar que todas as mulheres têm o ponto G”, diz a pesquisadora.Fonte: BBC Brasil
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Taxa de desemprego feminina é maior que a masculina, mostra OIT
Brasília - A falta de políticas públicas de emprego voltadas especificamente para as mulheres pode ser uma das explicações para a diferença que ainda existe entre o percentual de homens e mulheres desempregados no mundo. A avaliação é da coordenadora da área de Igualdade de Gênero e Raça da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Solange Sanches. O estudo Tendências Mundiais do Emprego das Mulheres, da OIT, mostra que a taxa mundial de desemprego feminino foi de 6,4% em 2007, contra 5,7% entre os homens. No Brasil, a desigualdade é maior: segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em janeiro deste ano a taxa de desocupação entre os homens era de 6,2%, enquanto entre as mulheres ficou em 10,1%.“Não existem ainda, em número suficiente, políticas de emprego que considerem a situação das mulheres. Isso significa considerar que as mulheres têm filhos e se ocupam deles, que elas são as principais cuidadoras das pessoas mais velhas e dos doentes das famílias e que isso representa responsabilidades que precisam ser harmonizadas com o trabalho”, afirma Sanches.A participação das mulheres no mercado de trabalho é a mais alta da história, aumentou 18,4% na última década, o que representa 200 milhões a mais de trabalhadoras. Mas, no mesmo período, também aumentou o número de mulheres desempregadas: de 70,2 milhões para 81,6 milhões.Sanches explica que o crescimento da taxa de participação feminina significa que mais mulheres estão trabalhando ou procurando emprego. “Então, se a taxa de desemprego aumenta, quer dizer que um número maior de mulheres se apresentou para o trabalho e não houve ocupações em número suficiente para responder a esse aumento,da participação de mulheres, por isso a taxa de desemprego aumentou”, afirma.O setor de serviços é o que mais emprega mulheres: em 2007, 46,3% das trabalhadoras estavam nessa área, seguida pela agricultura, com 36,1%.O aumento da participação das mulheres na força de trabalho na América Latina foi o segundo mais alto do mundo - perdeu apenas para o Oriente Médio - passando de 47,9% para 52,9%. Segundo Sanches, isso pode ser explicado pelo aumento da escolaridade das latino-americanas. Fonte: Sabrina Craide Agência Brasil
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mundo das mulheres
Baixinhos "são mais ciumentos" que homens altos
Homens baixinhos tendem a ser mais ciumentos que homens altos, sugere um estudo de cientistas espanhóis e holandeses.Pesquisadores das universidades de Valência e Groningen entrevistaram 549 homens e mulheres para avaliar como e por que eles se sentem enciumados quando um ou uma rival entra em cena. Os homens disseram se preocupar mais com rivais atraentes, ricos e fortes. Porém, os mais altos se mostraram mais confiantes.Segundo a revista New Scientist, que reportou a pesquisa, as mulheres ficam mais enciumadas diante de rivais bonitas e charmosas – as baixinhas sendo as mais ciumentas, sugere o estudo. A pesquisa afirmou que mulheres de altura média são menos ciumentas em relação a outras de atributos similares, porque tenderiam a ser mais férteis e saudáveis. Entretanto, elas ficam com a pulga atrás da orelha quando entra em cena uma mulher mais alta e com características consideradas masculinas, como dominância física e status social. Medo"Ciúme é um tipo de medo. É tudo uma questão de temer perder alguém que se ama", disse o cientista Simon Gelsthorpe, da Sociedade Britânica de Psicologia. "Um dos componentes mais importantes aqui é a auto-estima, e obviamente isto se relaciona com a altura. Mas também com outras características, como a calvície. Outro elemento é a solidez do relacionamento." O estudo, originalmente publicado no Journal of Evolution and Human Behaviour, sugere que homens altos são menos ciumentos porque a altura está relacionada com atratividade, dominância e sucesso reprodutivo. Segundo os pesquisadores, no reino animal machos maiores estão em posição de vantagem para vencer brigas, alcançar dominância e garantir o acesso às fêmeas. Nos humanos, a altura é uma das características mais evidentes à primeira vista e, portanto, associada a status.Em estudos anteriores, eles disseram, os homens mais altos têm maior tendência a obter sucesso em suas carreiras, ganhar salários mais altos e conquistar mais mulheres bonitas. Fonte: BBC Brasil
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comportamento humano
Catadora de papel vira modelo internacional na Argentina
Uma catadora de papel de 15 anos venceu o concurso de modelos da agência Elite Model, de Buenos Aires, e vai representar a Argentina na competição internacional.Daniela Cott era parte do verdadeiro exército de argentinos empobrecidos, chamados de "cartoneros", que todas as noites percorrem Buenos Aires procurando papelão, papel e latas, que vendem para reciclagem. Daniela fazia este trabalho com sua família até que um caçador de talentos a viu catando lixo e fez uma proposta para transformá-la em modelo. "Eu ia pegar papelão com minha mãe e minha avó. Não gostava de fazer isso, mas tinha que fazer para ajudar minha família", disse a modelo à BBC. "No começo, quando me fizeram a proposta para ser modelo, não acreditei numa palavra sequer. Mas, no fim, me convenceram a tentar", acrescentou. Em pouco tempo, a adolescente deixou as ruas e começou a trabalhar nas passarelas para se transformar na que muitos consideram a primeira modelo "cartonera" da Argentina. Cuidado com as mãosDaniela Cott já apareceu em vários programas de televisão e revistas da Argentina e da Espanha.Ela garate que seus dias procurando papelão no lixo de Buenos Aires ficaram no passado."Adoro participar de sessões de fotos, mas o que mais gosto é desfilar com vestidos bonitos. Não trocaria isso por nada", afirmou. "Minha mãe acreditava que eu tinha potencial e me apoiou desde o início. Quando ganhei o concurso, foi o melhor momento da minha vida, vou lembrar para sempre." "Agora a agência está me ajudando a fazer o que antes não podia: cuidar do meu corpo, meu rosto e de minhas mãos", acrescentou.FotogênicaA agência Elite Model, que representa Daniela, afirma que a adolescente tem um grande futuro nas passarelas internacionais."Para começar, ela é muito fotogênica e isto, hoje em dia, é o mais importante no mundo da moda", disse à BBC Salvador Jaef, diretor da Elite Model da Argentina. "Além do mais, muitas vezes damos preferência por estas jovens que saem de famílias mais humildes, pois têm mais vontade de vencer e mais estabilidade emocional do que as meninas bonitas de classe alta", acrescentou. Daniela, por sua vez, afirma que o que mais gosta são as viagens."Sempre viajo com alguém da minha família, pois não gosto de dormir sozinha", afirma a modelo.Fonte: BBC Brasil
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mundo das mulheres
Estudo liga uso de celular na gravidez a hiperatividade em criança
Mulheres grávidas que usam telefone celular podem ter mais chances de ter filhos com problemas de comportamento como hiperatividade, segundo um estudo realizado em conjunto pela Universidade da Califórnia em Los Angeles (UCLA) e a Universidade de Aarhus, na Dinamarca.O estudo constatou que filhos de mães que usavam o celular pelo menos duas ou três vezes ao dia durante a gravidez estavam mais propensos a ter problemas de comportamento como hiperatividade e dificuldades para lidar com emoções e relacionamentos ao chegar à idade escolar. A pesquisa constatou ainda que crianças que usam o celular antes dos sete anos de idade correm mais riscos de ter problemas de comportamento. Mas os próprios autores da pesquisa afirmam que os resultados foram inesperados e devem ser interpretados com cuidado. Mães de 13.159 crianças haviam sido recrutadas ainda durante a gravidez. Quando seus filhos completaram sete anos, em 2005 e 2006, elas responderam um questionário sobre a saúde e o comportamento das crianças e sobre o uso o celular durante e após a gravidez e pelos filhos. Os resultados revelaram que as mães que usavam o celular tinham 54% mais chances de ter filhos com problemas comportamentais, e os riscos pareciam aumentar se o uso era mais freqüente. Quando as próprias crianças também usavam o celular antes de completar sete anos, elas tinham, em média, 80% mais risco de ter dificuldades de comportamento. PrecauçãoOs autores da pesquisa lembram que esse é o primeiro estudo do tipo e que é necessário pesquisar mais o assunto para estabelecer se a causa dos problemas comportamentais foi, de fato, o uso do celular. Os pesquisadores afirmam, por exemplo, que os problemas comportamentais podem não ser resultado da radiação emitida pelo aparelho, mas, sim, estarem associados à pouca atenção dada à criança pela mãe que usa o celular com muita freqüencia. Se isso for comprovado, dizem os especialistas, "o assunto será uma questão de preocupação em termos de saúde pública devido ao uso generalizado da tecnologia." O estudo será publicado em julho na revista especializada Epidemiology. Fonte: BBC Brasil
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artigos cientificos
Americana presenteia marido com um ano de sexo diário

Uma americana que presenteou o marido com um ano de relações sexuais todos os dias acaba de lançar um livro em que conta a experiência.Initulado 365 Nights: A Memoir of Intimacy ("365 Noites: Uma História de Intimidade"), o livro foi escrito por Charla Muller, que vive com o marido, Brad, na cidade de Charlotte, na Carolina do Norte. Charla fez a proposta para o marido quando ele completou 40 anos de idade. Ela ofereceu fazer sexo todos os dias durante um ano como um presente de aniversário. Segundo ela, eles estavam casados há oito anos, tinham um casamento sólido e dois filhos, mas o sexo tinha caído na rotina. Por isso, decidiu fazer a oferta para o marido, que inicialmente recusou a proposta, mas concordou em seguida. "A idéia cumpria todos os requisitos de um bom presente: inesperado, bem pensado, memorável, com boa relação custo-benefício e, especialmente, perfeito para quem o recebe", diz o livro. CalendárioPara cumprir a tarefa, o casal teve que criar um calendário diário para a atividade e algumas regras básicas para conseguir manter relações todos o dias. Entre as regras, por exemplo, estava a possibilidade de um dos dois negarem fazer sexo se não estivessem com vontade e o tempo de duração da relação. Além disso, quando um dos dois estivesse viajando a trabalho, não teriam relações e não precisariam "repor" os dias que perderam."A proposta não foi feita para se tornar uma maratona ou para batermos algum recorde, mas uma tentativa sincera de aproximação pela intimidade e conexão diária", afirma o texto do livro. O casal revela que não fez sexo durante os 365 dias, mas que manteve uma média de 26 a 28 dias por mês.Segundo Charla, a atividade trouxe benefícios para o casal, que agora tem um nível maior de intimidade, não apenas sexual."O presente foi uma forma pessoal – bem pessoal – de mostrar ao Brad como eu estava comprometida com nosso casamento", afirma Charla Muller em um dos trechos do livro, publicado pela editora Berkley Books. Além de 365 Nights, um livro similar também teve lançamento recente nos Estados Unidos. Em Just do It ("Simplesmente Faça", em tradução livre), o casal Douglas e Annie Brown conta a experiência de passar 100 dias mantendo relações sexuais todos os dias. Fonte: BBC Brasil
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comportamento humano
Teste genético para câncer de mama estaria próximo
Cientistas britânicos disseram estar próximos de desenvolver um teste para identificar defeitos genéticos que elevam o risco de câncer de mama.Em um artigo na publicação New England Journal of Medicine, eles sugerem que os testes poderiam ser aplicados a todas as mulheres acima de 30 anos, para determinar quais delas seriam examinadas regularmente para identificar os sinais da doença. Os cientistas sabem que o risco de câncer de mama é determinado em parte pela herança genética da mulher e em parte por outros fatores, como o estilo de vida. Testando pessoas com histórico familiar da doença, eles descobriram quais genes parecem estar contribuindo para este risco. O mais conhecido fator são defeitos nos genes BRCA1 e BRCA2, mas existem vários outros. Os cientistas afirmam que está se tornando possível descobrir o risco de as mulheres desenvolverem câncer de mama olhando apenas as combinações dos genes. A técnica seria importante para identificar a idade certa em que as mulheres precisam fazer os caros exames de ressonância magnéica para detectar a doença. Uma mulher com baixo risco, segundo o método desenvolvido pelos cientistas britânicos, poderia começar a fazer testes apenas a partir dos 50 anos, enquanto uma mulher com alto risco teria de realizar os exames a partir dos 30 anos. "Nós estamos a poucos anos de uma nova e poderosa geração de testes genéticos para câncer de mama", disse o cientista Paul Pharoah, da Universidade de Cambridge. O teste, segundo ele, seria barato e simples, usando apenas a saliva das mulheres."Nós esperamos que essa tecnologia se desenvolva muito rapidamente na próxima década, então é importante pensarmos em como podemos aprimorar os ganhos conquistados até agora", disse Bruce Ponder, do National Institute for Clinical Excellence. Uma porta-voz do grupo britânico de apoio a pacientes de câncer MacMillan Cancer Support disse que continua apoiando a realização de testes de ressonância magnética para todas as mulheres, independente da composição genética. "Nós pedimos a todas as mulheres que não evitem as ressonâncias. É um recurso que pode poupar vidas e todas as mulheres deveriam usá-lo."Fonte: BBC Brasil
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artigos cientificos
Cresce número de mulheres que iniciam vida sexual antes dos 15 anos
Em dez anos, o índice subiu de 11% para 32,6%, segundo estudo. Pesquisadores ouviram 15 mil mulheres em idade fértil e 5 mil crianças em todo país.Em dez anos, mais mulheres decidiram ter relações sexuais mais cedo, segundo a Pesquisa Nacional de Demografia e Saúde da Criança e da Mulher de 2006 (PNDS), divulgada nesta quinta-feira (3).O estudo foi financiado pelo Ministério da Saúde e realizado com cerca de 15 mil mulheres em idade fértil (15 a 49 anos) e 5 mil crianças com até 5 anos, entre novembro de 2006 e maio de 2007. A PNDS foi realizada pelo Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística (Ibope ), a partir do trabalho do Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap) com instituições parceiras. De acordo com o estudo, em 1996, 11% das entrevistadas informaram ter tido a primeira relação até os 15 anos. Dez anos depois, esse índice subiu para 32,6% das mulheres. Nas regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste, 74% tiveram a primeira relação antes dos 20 anos. O total de jovens entre 15 e 19 anos que se declararam virgens caiu de 67,2% em 1996 para 44,8% em 2006. Ainda segundo a pesquisa, 64% das mulheres se encontram em união (36,7% formalmente e 27,3% informalmente), sendo apenas 25,8% solteiras. FecundidadeA precocidade na vida sexual resultou no rejuvenescimento do padrão reprodutivo. Em 1996, a média de idade das mulheres para o primeiro filho era de 22,4 anos. Em 2006, essa média passou a ser de 21 anos. O percentual de meninas grávidas aos 15 anos também subiu, passando de 3% para 5,8%. A fecundidade, no entanto, segundo a PNDS, localiza-se em níveis bastante baixos. Considerando o comportamento reprodutivo dos 36 meses anteriores à data da entrevista, a pesquisa indica que a taxa de fecundidade total localiza-se em torno de 1,8 filhos por mulher. Existe pouca diferenciação se considerado o local de residência, se urbano ou rural. Nestes casos, a taxa é de 1,76 e 1,99, respectivamente. Acesso a contraceptivosA PNDS aponta que a distribuição gratuita de métodos contraceptivos aumentou nos últimos dez anos. Nesse período, o percentual de mulheres que recorreram ao SUS para adquirir pílulas anticoncepcionais subiu de 7,8% para 21,3%. A informação sobre a realização ou não do pré-natal não pôde ser obtida para 15 dos 5.056 bebês nascidos vivos. Dentre as 5.041 gestações para as quais esta informação foi obtida, em apenas 1,3% nenhuma consulta de pré-natal foi realizada, sendo o maior percentual encontrado na Região Norte (3,9%), e o menor no Sudeste (0,2%). No entanto, a realização de no mínimo seis consultas de pré-natal, conforme estabelecido pelo Ministério da Saúde, ocorreu apenas em 77% das gestações. A melhor situação foi registrada na Região Sudeste (84,7%) e a mais insatisfatória na Região Norte (61%). Conforme esperado, o acesso ao pré-natal foi maior no meio urbano do que no rural, tanto na proporção de mulheres que não realizaram nenhuma consulta (0,8% no meio urbano e 3,6% no meio rural), quanto na realização de pelo menos seis consultas (80% e 66%, respectivamente).Mercado de trabalho No que diz respeito à situação da mulher no mercado de trabalho, com exceção das menores de 20 anos, mais de 75% delas já haviam tido algum tipo de trabalho. No entanto, para o total do país, apenas 54,2% das mulheres em idade reprodutiva declararam estar trabalhando no momento da entrevista. O baixo nível de formalização do trabalho também é um problema enfrentado pelas mulheres, já que apenas 34,5% de todas as mulheres que trabalhavam na época da entrevista ou tinham trabalhado nos 12 meses anteriores à pesquisa tinham registro em carteira assinada. As mulheres menos escolarizadas foram as que, em maior proporção, nunca trabalharam ou não trabalharam no ano de referência; apresentaram uma menor proporção dentre as que estavam trabalhando no momento da pesquisa e as que apresentam o menor percentual de trabalho com carteira assinada. Saúde da criançaEntre 1996 e 2006, a mortalidade infantil no Brasil caiu 44% (de 39 para 22 por mil nascidos vivos). Atualmente (2008), a taxa brasileira é de 21,2 por mil nascidos vivos. De acordo com um estudo divulgado neste ano pelo Ministério da Saúde, o Brasil deve atingir a taxa de 14,4 até 2012. Outro aspecto importante da saúde da criança é o aleitamento materno. Apesar de 96,4% de todas as mães afirmarem que as crianças foram ao menos uma vez amamentadas, a exclusividade desse alimento em bebês com até seis meses de vida alcança apenas 40% das crianças. Pela primeira vez, a PNDS pesquisou os acidentes com crianças, responsáveis pela morte e também por traumatismos não fatais que deixaram seqüelas. Nos dados coletados, 48% das crianças entrevistadas sofreram algum tipo de acidente no ano anterior à pesquisa, sendo predominante a faixa etária de 1 a 2 anos. Os acidentes mais freqüentes foram as quedas (81%), as queimaduras (10%), o choque elétrico (9%) e as mordidas de animais (8%). Fonte: Portal G1
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Mulheres usam a internet para fazer abortos
Mulheres que vivem em países onde o aborto é restrito estão usando a internet para comprar medicamentos que permitem que elas abortem em casa, segundo apurou a BBC.Um dos principais sites procurados por aquelas que buscam esse tipo de alternativa é o Women on Web – já usado por mulheres da Irlanda do Norte e outros 70 países, inclusive o Brasil. Uma análise feita com 400 usuárias desses sites e publicada na revista científica British Journal of Obstetrics and Gynaecology, indica que cerca de 11% das mulheres que realizaram o aborto com os medicamentos enviados pelo correio precisaram passar por um procedimento cirúrgico. Em alguns casos, a cirurgia foi necessária porque as drogas não completaram o aborto e em outros, por causa de hemorragia. De acordo com o site, o grupo pode ajudar a reduzir os problemas relacionados com a prática pouco segura do aborto.O site cita medicamentos como o Mifeprex ou RU-486 e o Misoprostol, também conhecido como Cytotec. Segundo os organizadores, essas drogas "provocam a explusão espontânea da gravidez." ExperiênciaO Women on Web envia os medicamentos apenas para países onde a prática do aborto é muito restrita, e para mulheres que afirmam estarem grávidas há menos de nove semanas. A pesquisa com mulheres que utilizaram o site indica que 8% acabaram não usando o medicamento quando o receberam pelo correio.Cerca de 200 mulheres responderam perguntas sobre as experiências com o aborto feito em casa – 58% afirmaram que se sentiam agradecidas por terem tido a oportunidade de abortar dessa forma, enquanto 31% delas disseram que se sentiam estresssadas, mas que acham a experiência aceitável. Uma americana, que sofre de uma complicação médica rara e para quem a gravidez representaria risco de vida, descreveu sua experiência quando usou o site, enquanto estava na Tailândia. "O Women on Web manteve contato comigo por email. O medicamento chegou na alfândega, embalado corretamente, com todos os documentos e a assinatura de um médico", conta. "Os medicamentos enviados por outros sites chegaram em embalagens sem rótulos, sem instruções ou documentação – foi assustador", explica a americana, que comenta ter feito o aborto há cerca de quatro semanas. "Foi tranqüilo no meu caso. Acho importante que as mulheres tenham esse tipo de recurso nessas situações e elas podem precisar por uma série de razões." RespeitávelA Associação de Planejamento Familiar da Irlanda do Norte (FPA, na sigla em inglês), já recebeu várias ligações de mulheres que consideram comprar pílulas abortivas online. A FPA afirmou que em duas ocasiões, as mulheres compraram os medicamentos sem a informação médica apropriada. Elas tiveram complicações e precisaram de cuidados médicos. De acordo com a diretora da Associação, Audrey Simpson, o site Women on Web é "muito útil e respeitável.""Mas para a Irlanda do Norte, o site incentiva as mulheres a infringirem a lei – e como uma organização, precisamos agir dentro da lei", disse. "Estamos muito preocupados com as mulheres que acessam os sites pouco sérios – temos conhecimento desses casos", explicou.Simpson afirmou que há sérias complicações médicas para mulheres que utilizam sites que não são bem gerenciados. Segundo ela, esta pode ser uma “ova era de abortos clandestinos.” Os ativistas anti-aborto afirmam que estão preocupados com a ação desses sites. "Isso é realmente preocupante e representa uma banalização do valor de uma criança ainda não nascida", afirmou Josephine Quintavalle, do grupo Comment on Reproductive Ethics, que trata de dilemas éticos que envolvem a medicina. "É como levar o aborto para a clandestinidade. Esses medicamentos têm efeitos colaterais e o número de tragédias irá aumentar", disse Quintavalle.Fonte: BBC Brasil
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Estudo mostra como amamentação libera hormônio da "confiança"
Cientistas da Universidade de Warwick, na Grã-Bretanha, mostraram pela primeira vez como um hormônio da "confiança" é liberado no cérebro da mãe durante a amamentação.A pesquisa, realizada em colaboração com outras universidades e institutos de Edimburgo (Escócia), França e Itália, apresenta mais provas de que a amamentação promove uma maior ligação entre mãe e bebê através de um processo bioquímico. Segundo a equipe da Universidade de Warwick já se sabia que o hormônio oxitocina era liberado durante a amamentação, mas o mecanismo no cérebro para esta liberação ainda não tinha sido desvendado. A oxitocina é produzida no hipotálamo, a parte do cérebro que controla a temperatura corporal, sede, fome, cansaço e a raiva. E também foi provado que a oxitocina promove os sentimentos de confiança e a redução do medo. O hormônio também produz as contrações durante o parto e causa a liberação do leite nas glândulas mamárias.O estudo foi divulgado na publicação científica PLoS Computational Biology. NeurôniosSegundo a pesquiisa, em resposta à amamentação, neurônios especializados no cérebro da mãe começam a liberar o hormônio.Entretanto, a oxitocina é liberada de uma parte do neurônio chamada dendritos que, geralmente, recebe ao invés de transmitir informações. Com o uso de um modelo matemático, os pesquisadores descobriram que esta liberação, a partir dos dendritos, permite um grande aumento na comunicação entre neurônios, coordenando um "enxame" de fábricas de oxitocina, o que produz explosões intensas dos hormônios. Este é um exemplo de um "processo emergente" - uma ação coordenada que se desenvolve sem uma liderança, em um processo parecido com um enxame de insetos. "Sabíamos que estes pulsos aumentam, pois, durante a amamentação, os neurônios que disparam a oxitocina fazem isso juntos, em explosões sincronizadas", afirmou o líder do estudo, professor Jianfeng Feng. "Mas descobrir exatamente como estas explosões eram desencadeadas era um grande problema sem explicação.""O modelo nos dá a possível explicação de um evento importante no cérebro que pode ser usado para estudar e explicar muitas outras atividades cerebrais parecidas", acrescentou.
Fonte: BBC Brasil
Fonte: BBC Brasil
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Sutiã errado pode causar danos aos seios
Mulheres que usam o tipo de sutiã errado podem estar causando danos aos seios sem saber, segundo um alerta feito por pesquisadores britânicos.Uma equipe da Universidade de Portsmouth testou cerca de 50 tipos de sutiã em centenas de mulheres durante os últimos três anos, e disse que os que oferecem pouco suporte podem fazer com que frágeis ligamentos nos seios se estiquem demais. Segundo os pesquisadores, durante uma sessão de exercícios os seios se movimentam até 21 cm para cima e para baixo, e de um lado para o outro. Entretanto, a maioria dos sutiãs apenas limita o movimento vertical, eles afirmaram. E alertaram especialmente os modelos esportivos que se parecem a uma camiseta regata mais curta. "Muitas mulheres têm preferências por determinados tipos de sutiã e não compram outro tipo de jeito nenhum", disse Wendy Hedger, uma das pesquisadoras responsáveis pelo projeto. "Quando se fala em sutiãsesportivos, por exemplo, muitas mulheres não compram nada que se pareça com um sutiã normal - elas acham que se o sutiã não pode ser retirado pela cabeça, como uma camiseta, então não é um sutiã esportivo de verdade", afirmou. "Mas a verdade é que os sutiãs que têm o fecho nas costas, como um sutiã tradicional, é que oferecem um excelente suporte", completou. Hedger observou que o hábito de comprar sempre o mesmo tipo de sutiã faz com que muitas mulheres limitem suas escolhas a opções erradas, que podem causam dor e desconforto. "Há um estigma social sobre determinados tamanhos. Muitas mulheres não querem ser vistas como tendo seios muito pequenos ou muito grandes, e compram sutiãs que não caem bem só para se encaixar dentro do que consideram ser um tamanho normal", afirmou. A pesquisadora notou que o formato e o tamanho dos seios mudam ao longo da vida de uma mulher, que pode necessitar de diferentes tipos de sutiã com o passar dos anos, especialmente em fases como a amamentação e a menopausa.
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Mulheres morenas ganham mais que loiras

Mulheres morenas ganham mais que loiras, diz pesquisa
As morenas têm mais sucesso também na vida amorosa
Uma pesquisa realizada com 3 mil mulheres sugere que as morenas ganham mais dinheiro do que as loiras. Segundo o levantamento, conduzido pela empresa de cosméticos Schwarzkopf & Henkel, as morenas ganham anualmente, em média, cerca de £4,2 mil libras (R$12,9 mil) mais do que as loiras. Além disso, os resultados apontam ainda que as morenas são mais bem sucedidas na vida amorosa. De acordo com a pesquisa, 44% das morenas naturais ou que pintam os cabelos afirmaram que a cor dos cabelos ajudou no sucesso com o parceiro – uma diferença de 10 pontos percentuais com relação às loiras (34%) que afirmaram o mesmo. Entre as morenas, 20% afirmaram que tiveram pelo menos cinco relacionamentos amorosos no passado, comparados com apenas 13% das loiras entrevistadas na pesquisa. “As morenas estão subindo na vida profissional mais rápido e têm mais sorte na vida amorosa, o que pode explicar o sucesso de artistas como Catherine Zeta-Jones e Kelly Brook”, afirma Camila Lobo-Guerrero, porta-voz da empresa. ImpactoO levantamento sugere ainda que a cor dos cabelos afeta a percepção das mulheres sobre a vida e sua auto-estima – uma em cada sete mulheres entrevistadas afirmou que se sentia mais sensual quando pintava os cabelos. Segundo os resultados, a principal razão pela qual as mulheres decidem mudar o tom do cabelo é porque não gostam da cor natural das madeixas e tentam pelo menos três cores diferentes ao longo da vida. A pesquisa indica que o vermelho é a primeira tonalidade testada pela grande maioria das mulheres, mas é a cor que as mulheres passam menos tempo usando – em média, ficam dois anos com os cabelos ruivos. Já aquelas que optam por pintar o cabelo de preto, diz o levantamento, ficam pelo menos três anos com a mesma tonalidade. Com os tons marrons, a maioria fica com os cabelos pintados cerca de quatro anos. De acordo com a sondagem, os tons loiros são os que as mulheres passam mais tempo usando e são capazes de passar em média seis anos pintando os cabelos desse tom com freqüência. Fonte: BBC Brasil
As morenas têm mais sucesso também na vida amorosa
Uma pesquisa realizada com 3 mil mulheres sugere que as morenas ganham mais dinheiro do que as loiras. Segundo o levantamento, conduzido pela empresa de cosméticos Schwarzkopf & Henkel, as morenas ganham anualmente, em média, cerca de £4,2 mil libras (R$12,9 mil) mais do que as loiras. Além disso, os resultados apontam ainda que as morenas são mais bem sucedidas na vida amorosa. De acordo com a pesquisa, 44% das morenas naturais ou que pintam os cabelos afirmaram que a cor dos cabelos ajudou no sucesso com o parceiro – uma diferença de 10 pontos percentuais com relação às loiras (34%) que afirmaram o mesmo. Entre as morenas, 20% afirmaram que tiveram pelo menos cinco relacionamentos amorosos no passado, comparados com apenas 13% das loiras entrevistadas na pesquisa. “As morenas estão subindo na vida profissional mais rápido e têm mais sorte na vida amorosa, o que pode explicar o sucesso de artistas como Catherine Zeta-Jones e Kelly Brook”, afirma Camila Lobo-Guerrero, porta-voz da empresa. ImpactoO levantamento sugere ainda que a cor dos cabelos afeta a percepção das mulheres sobre a vida e sua auto-estima – uma em cada sete mulheres entrevistadas afirmou que se sentia mais sensual quando pintava os cabelos. Segundo os resultados, a principal razão pela qual as mulheres decidem mudar o tom do cabelo é porque não gostam da cor natural das madeixas e tentam pelo menos três cores diferentes ao longo da vida. A pesquisa indica que o vermelho é a primeira tonalidade testada pela grande maioria das mulheres, mas é a cor que as mulheres passam menos tempo usando – em média, ficam dois anos com os cabelos ruivos. Já aquelas que optam por pintar o cabelo de preto, diz o levantamento, ficam pelo menos três anos com a mesma tonalidade. Com os tons marrons, a maioria fica com os cabelos pintados cerca de quatro anos. De acordo com a sondagem, os tons loiros são os que as mulheres passam mais tempo usando e são capazes de passar em média seis anos pintando os cabelos desse tom com freqüência. Fonte: BBC Brasil
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comportamento humano
questoes de fisica_eletricidade
Simulados
Física1- (CESGRANRIO) A lei de Coulomb afirma que a força de intensidade elétrica de partículas carregadas é proporcional: I. às cargas das partículas; II. às massas das partículas; III. ao quadrado da distância entre as partículas; IV. à distância entre as partículas. Das afirmações acima:
a) somente I é correta;
b) somente I e III são corretas;
c) somente II e III são corretas;
d) somente II é correta;
e) somente I e IV são corretas.2- (PUC - RS) Uma carga de 2,0 . 10 -7 C encontra-se isolada, no vácuo, distante 6,0cm de um ponto P. Dado: K 0 = 9,0 . 10 9 unidades SI Qual a proposição correta?
a) O vetor campo elétrico no ponto P está voltado para a carga.
b) O campo elétrico no ponto P é nulo porque não há nenhuma carga elétrica em P.
c) O potencial elétrico no ponto P é positivo e vale 3,0 . 10 4 V.
d) O potencial elétrico no ponto P é negativo e vale -5,0 . 10 4 V.
e) Em P são nulos o campo elétrico e o potencial, pois aí não existe carga elétrica.3- (UNISA) No campo elétrico criado no vácuo, por uma carga Q puntiforme de 4,0 . 10 -3 C, é colocada uma carga q também puntiforme de 3,0 . 10 -3 C a 20cm de carga Q. A energia potencial adquirida pela carga q é:
a) 6,0 . 10 -3 joules
b) 8,0 . 10 -2 joules
c) 6,3 joules
d) 5,4 . 10 5 joules
e) n.d.a.4- (UFPA) Com relação às linhas de força de um campo elétrico, pode-se afirmar que são linhas imaginárias:
a) tais que a tangente a elas em qualquer ponto tem a mesma direção do campo elétrico;
b) tais que a perpendicular a elas em qualquer ponto tem a mesma direção do campo elétrico;
c) que circulam a direção do campo elétrico;
d) que nunca coincidem com a direção do campo elétrico;
e) que sempre coincide com a direção do campo elétrico.5- (UBERABA) O trabalho para deslocar uma carga elétrica sobre uma superfície eqüipotencial:
a) depende do valor da carga;
b) é negativo;
c) é positivo;
d) depende da distância que a carga tem que percorrer;
e) é nulo.6- Considere um ponto material em equilíbrio sob ação exclusiva de três forças:
a) as três forças têm necessariamente a mesma intensidade;
b) as três forças são necessariamente coplanares;
c) as três forças não podem ter a mesma direção;
d) as três forças não podem ter a mesma intensidade;
e) as três forças têm mesmo sentido.7- (ANÁPOLIS) Um ponto material está sujeito à ação simultânea de três forças coplanares e concorrentes, de sorte que suas direções orientadas estabelecem três ângulos congruentes. Sabendo que duas destas forças têm mesma intensidade F, a intensidade da terceira força, que manterá o sistema em equilíbrio, é:
a) F/3
b) F/2
c) F
d) 2F
e) 3F8- (UNESP) Um fio longo e retilíneo é percorrido por uma corrente elétrica constante I e o vetor indução magnética em um ponto próximo ao fio tem módulo B. Se o mesmo fio for percorrido por uma corrente elétrica constante igual a 3I, o valor do módulo do vetor indução magnética, no mesmo ponto próximo ao fio, será:
a) B/3
b) B
c) 2B
d) 3B
e) 6B9- (MACKENZIE) Um condutor retilíneo de comprimento 0,5 m é percorrido por uma corrente de intensidade 4,0 A. O condutor está totalmente imerso num campo magnético de intensidade 10 -3 T, formando com a direção do campo um ângulo de 30°. A intensidade da força magnética que atua sobre o condutor é:
a) 10 3 N
b) 2 . 10 -2 N
c) 10 -4 N
d) 10 -3 N
e) Nula10- (FUND. CARLOS CHAGAS) um satélite da Terra move-se numa órbita circular, cujo raio é 4 vezes maior que o raio da órbita circular de outro satélite. Qual a relação T 1 /T 2 , entre os períodos do primeiro e do segundo satélite?
a) 1/4
b) 4
c) 8
d) 64
e) não podemos calcular a razão T 1 /T 2 , por insuficiência de dados.
Fonte: Feranet21
Física1- (CESGRANRIO) A lei de Coulomb afirma que a força de intensidade elétrica de partículas carregadas é proporcional: I. às cargas das partículas; II. às massas das partículas; III. ao quadrado da distância entre as partículas; IV. à distância entre as partículas. Das afirmações acima:
a) somente I é correta;
b) somente I e III são corretas;
c) somente II e III são corretas;
d) somente II é correta;
e) somente I e IV são corretas.2- (PUC - RS) Uma carga de 2,0 . 10 -7 C encontra-se isolada, no vácuo, distante 6,0cm de um ponto P. Dado: K 0 = 9,0 . 10 9 unidades SI Qual a proposição correta?
a) O vetor campo elétrico no ponto P está voltado para a carga.
b) O campo elétrico no ponto P é nulo porque não há nenhuma carga elétrica em P.
c) O potencial elétrico no ponto P é positivo e vale 3,0 . 10 4 V.
d) O potencial elétrico no ponto P é negativo e vale -5,0 . 10 4 V.
e) Em P são nulos o campo elétrico e o potencial, pois aí não existe carga elétrica.3- (UNISA) No campo elétrico criado no vácuo, por uma carga Q puntiforme de 4,0 . 10 -3 C, é colocada uma carga q também puntiforme de 3,0 . 10 -3 C a 20cm de carga Q. A energia potencial adquirida pela carga q é:
a) 6,0 . 10 -3 joules
b) 8,0 . 10 -2 joules
c) 6,3 joules
d) 5,4 . 10 5 joules
e) n.d.a.4- (UFPA) Com relação às linhas de força de um campo elétrico, pode-se afirmar que são linhas imaginárias:
a) tais que a tangente a elas em qualquer ponto tem a mesma direção do campo elétrico;
b) tais que a perpendicular a elas em qualquer ponto tem a mesma direção do campo elétrico;
c) que circulam a direção do campo elétrico;
d) que nunca coincidem com a direção do campo elétrico;
e) que sempre coincide com a direção do campo elétrico.5- (UBERABA) O trabalho para deslocar uma carga elétrica sobre uma superfície eqüipotencial:
a) depende do valor da carga;
b) é negativo;
c) é positivo;
d) depende da distância que a carga tem que percorrer;
e) é nulo.6- Considere um ponto material em equilíbrio sob ação exclusiva de três forças:
a) as três forças têm necessariamente a mesma intensidade;
b) as três forças são necessariamente coplanares;
c) as três forças não podem ter a mesma direção;
d) as três forças não podem ter a mesma intensidade;
e) as três forças têm mesmo sentido.7- (ANÁPOLIS) Um ponto material está sujeito à ação simultânea de três forças coplanares e concorrentes, de sorte que suas direções orientadas estabelecem três ângulos congruentes. Sabendo que duas destas forças têm mesma intensidade F, a intensidade da terceira força, que manterá o sistema em equilíbrio, é:
a) F/3
b) F/2
c) F
d) 2F
e) 3F8- (UNESP) Um fio longo e retilíneo é percorrido por uma corrente elétrica constante I e o vetor indução magnética em um ponto próximo ao fio tem módulo B. Se o mesmo fio for percorrido por uma corrente elétrica constante igual a 3I, o valor do módulo do vetor indução magnética, no mesmo ponto próximo ao fio, será:
a) B/3
b) B
c) 2B
d) 3B
e) 6B9- (MACKENZIE) Um condutor retilíneo de comprimento 0,5 m é percorrido por uma corrente de intensidade 4,0 A. O condutor está totalmente imerso num campo magnético de intensidade 10 -3 T, formando com a direção do campo um ângulo de 30°. A intensidade da força magnética que atua sobre o condutor é:
a) 10 3 N
b) 2 . 10 -2 N
c) 10 -4 N
d) 10 -3 N
e) Nula10- (FUND. CARLOS CHAGAS) um satélite da Terra move-se numa órbita circular, cujo raio é 4 vezes maior que o raio da órbita circular de outro satélite. Qual a relação T 1 /T 2 , entre os períodos do primeiro e do segundo satélite?
a) 1/4
b) 4
c) 8
d) 64
e) não podemos calcular a razão T 1 /T 2 , por insuficiência de dados.
Fonte: Feranet21
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QUESTOES DE VESTIBULARES
Traição "Como superar este momento" Por: Maura de Albanesi
A traição é a forma que uma pessoa encontra para mostrar a sua indignação com o parceiro ou com uma situação. São vários motivos que podem levar à traição: carência, questão cultural, insatisfação em relação a desejos e expectativas do outro, vingança, busca pelo novo, entre outros. Segundo a psicoterapeuta Maura de Albanesi, a traição, no entanto, é um problema do casal e não da terceira pessoa que surgiu no meio do relacionamento. “Quando entra uma terceira pessoa é porque o casal deu brechas e motivos, portanto, os dois são responsáveis. O casal tem que encarar a traição como um problema dos dois e não colocar a culpa em terceiros como, por exemplo, na sogra, nos vizinhos, nos parentes, entre outros”, diz Maura.Geralmente, a pessoa traída se coloca como vítima, mas, na verdade, é a maneira que ela encontra para tentar fugir de qualquer responsabilidade por aquele momento ruim do casal. Ela também não quer pensar e muito menos aceitar os motivos que levaram o parceiro à traição. A grande maioria das vítimas da traição acha que após o perdão vai ter o controle total sobre o parceiro, pois ela se sente poderosa e espera que o outro faça tudo que ela quer. “È muito engraçado. A pessoa que perdoa a traição, na realidade, nunca esquece a história. Na primeira briga, ela joga na cara do outro e remove coisas do passado. Esse tipo de perdão não serve”, explica a psicoterapeuta.A pessoa traída acha que precisa ser reconquistada pelo outro para poder dar, de fato, o verdadeiro perdão, mas os dois têm que se reconqui
Foto divulgação tar, sem brigas e exigências. “O verdadeiro perdão chega depois de muita conversa. Muitas pessoas gostam de ouvir detalhes de como foi traída e com quem foi. É uma grande besteira. A pessoa traída acha que isso vai aliviar a dor e ter armas para atacar o outro, mas só aumenta a revolta, porque ela começa a lembrar daquela viagem que o companheiro fez “sozinho” no fim de semana, daquela noite que ele disse que dormiu na casa da mãe, daqueles dias de longas horas extras no trabalho, enfim, a pessoa traída fica mais apreensiva e cheia de dúvidas se perguntando: Ela é melhor do que eu no que? Isso só piora o processo de reconciliação”, explica Maura.A melhor maneira de retomar um relacionamento que passou por uma traição e ambos mostrarem maturidade e aceitar o problema como sendo somente dos dois. “Aquele que traiu tem que se arrepender. A pessoa que foi traída também tem que abrir o coração e aceitar o fato. Mas, não podemos fugir do adultério em si. Se houve traição é porque alguma coisa não está legal, portanto, eles precisam descobrir juntos o que está faltando, sem por a culpa em terceiros. Para se obter a verdadeira reconciliação, acima de tudo, é preciso que haja amor. Caso não tenha mais amor, a separação é o melhor caminho. Cada um deve seguir a sua vida e buscar a felicidade”, finaliza Maura.Maura de Albanesi - é psicoterapeuta, pós-graduada em Psicoterapia Corporal, Terapia de Vivências Passadas (TVP), Terapia Artística, Psicoterapia Transpessoal e Formação Biográfica Antroposófica; Master Pratictioner em Neurolinguística; e mestranda em Psicologia e Religião pela PUC.
A traição é a forma que uma pessoa encontra para mostrar a sua indignação com o parceiro ou com uma situação. São vários motivos que podem levar à traição: carência, questão cultural, insatisfação em relação a desejos e expectativas do outro, vingança, busca pelo novo, entre outros. Segundo a psicoterapeuta Maura de Albanesi, a traição, no entanto, é um problema do casal e não da terceira pessoa que surgiu no meio do relacionamento. “Quando entra uma terceira pessoa é porque o casal deu brechas e motivos, portanto, os dois são responsáveis. O casal tem que encarar a traição como um problema dos dois e não colocar a culpa em terceiros como, por exemplo, na sogra, nos vizinhos, nos parentes, entre outros”, diz Maura.Geralmente, a pessoa traída se coloca como vítima, mas, na verdade, é a maneira que ela encontra para tentar fugir de qualquer responsabilidade por aquele momento ruim do casal. Ela também não quer pensar e muito menos aceitar os motivos que levaram o parceiro à traição. A grande maioria das vítimas da traição acha que após o perdão vai ter o controle total sobre o parceiro, pois ela se sente poderosa e espera que o outro faça tudo que ela quer. “È muito engraçado. A pessoa que perdoa a traição, na realidade, nunca esquece a história. Na primeira briga, ela joga na cara do outro e remove coisas do passado. Esse tipo de perdão não serve”, explica a psicoterapeuta.A pessoa traída acha que precisa ser reconquistada pelo outro para poder dar, de fato, o verdadeiro perdão, mas os dois têm que se reconqui
Foto divulgação tar, sem brigas e exigências. “O verdadeiro perdão chega depois de muita conversa. Muitas pessoas gostam de ouvir detalhes de como foi traída e com quem foi. É uma grande besteira. A pessoa traída acha que isso vai aliviar a dor e ter armas para atacar o outro, mas só aumenta a revolta, porque ela começa a lembrar daquela viagem que o companheiro fez “sozinho” no fim de semana, daquela noite que ele disse que dormiu na casa da mãe, daqueles dias de longas horas extras no trabalho, enfim, a pessoa traída fica mais apreensiva e cheia de dúvidas se perguntando: Ela é melhor do que eu no que? Isso só piora o processo de reconciliação”, explica Maura.A melhor maneira de retomar um relacionamento que passou por uma traição e ambos mostrarem maturidade e aceitar o problema como sendo somente dos dois. “Aquele que traiu tem que se arrepender. A pessoa que foi traída também tem que abrir o coração e aceitar o fato. Mas, não podemos fugir do adultério em si. Se houve traição é porque alguma coisa não está legal, portanto, eles precisam descobrir juntos o que está faltando, sem por a culpa em terceiros. Para se obter a verdadeira reconciliação, acima de tudo, é preciso que haja amor. Caso não tenha mais amor, a separação é o melhor caminho. Cada um deve seguir a sua vida e buscar a felicidade”, finaliza Maura.Maura de Albanesi - é psicoterapeuta, pós-graduada em Psicoterapia Corporal, Terapia de Vivências Passadas (TVP), Terapia Artística, Psicoterapia Transpessoal e Formação Biográfica Antroposófica; Master Pratictioner em Neurolinguística; e mestranda em Psicologia e Religião pela PUC.
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Rússia trava guerra contra Geórgia, diz presidente georgiano
O Presidente da Geórgia, Mikheil Saakashvili REUTERS. Foto: Pool
O presidente georgiano, Mikhail Saakashvili, disse em entrevista à CNN na sexta-feira que a Rússia está travando uma guerra contra seu país."Temos tanques russos entrando. Temos bombardeios russos contínuos desde ontem.. especialmente, contra a população civil", disse Saakashvili à CNN."A Rússia está lutando uma guerra contra nós em nosso próprio território", acrescentou.O presidente norte-americano, George W. Bush, e o primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, discutiram a crise na Geórgia em Pequim, onde acompanham a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos, segundo o porta-voz da Casa Branca, Gordon Johndroe sem dar mais detalhes.O ministro russo das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, disse ter recebido relatos de limpeza étnica na Ossétia do Sul.Blindados russos entraram na capital da região separatista da Ossétia do Sul, Tskhinvali, na sexta-feira, disse uma fonte de um quartel-general regional russo segundo a agência de notícias RIA."Essa é uma agressão direta da Rússia... Estamos sofrendo agora porque queremos ser livres e queremos ser uma democracia multi-étnica", disse o presidente da Geórgia na entrevista."Estamos nessa situação de legítima defesa contra um vizinho grande e poderoso. Somos um país com menos de 5 milhões de pessoas e, certamente, nossas forças são incomparáveis (com as dda Rússia)", disse o presidente.Saakashvili também disse que é do interesse dos Estados Unidos ajudar a Geórgia. "Não é mais sobre a Geórgia. É sobre a América, são valores", disse ele. "Somos uma nação que ama a liberdade e que agora está sob ataque."O Pentágono informou que monitora de perto a situação na Ossétia do Sul e que ainda não recebeu nenhum pedido de ajuda das autoridades georgianas. O Departamento de Defesa dos Estados Unidos tem menos de 120 funcionários da Geórgia. Eles estão lá para treinar as forças georgianas.Saakashvili disse que as forças de seu país derrubaram dois aviões russos. "Um dos aviões atacava especificamente um hospital civil, ferindo médicos e pacientes, sem nenhum propósito", disse.Saakashvili disse ter testemunhado um ataque aéreo russo --dois jatos voando muito baixo, procurando "um mercado em uma tarde muito movimentada, e atingindo-o, atingindo a multidão".Segundo agências de notícias, um importante comandante militar disse na sexta-feira que mais de dez membros da força de paz russa foram mortos nos combates em Tskhinvali."Como resultado do bombardeio georgiano, mais de 10 membros de nossas forças de paz foram mortos e 30 ficaram feridos", disse Igor Konashenkov, vice-comandante das forças terrestres.O presidente da Ossétia do Sul, Eduard Kokoity, disse, segundo a agência Interfax, que centenas de civis foram mortos nos combates da capital da região.
O Presidente da Geórgia, Mikheil Saakashvili REUTERS. Foto: Pool
O presidente georgiano, Mikhail Saakashvili, disse em entrevista à CNN na sexta-feira que a Rússia está travando uma guerra contra seu país."Temos tanques russos entrando. Temos bombardeios russos contínuos desde ontem.. especialmente, contra a população civil", disse Saakashvili à CNN."A Rússia está lutando uma guerra contra nós em nosso próprio território", acrescentou.O presidente norte-americano, George W. Bush, e o primeiro-ministro russo, Vladimir Putin, discutiram a crise na Geórgia em Pequim, onde acompanham a cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos, segundo o porta-voz da Casa Branca, Gordon Johndroe sem dar mais detalhes.O ministro russo das Relações Exteriores, Sergei Lavrov, disse ter recebido relatos de limpeza étnica na Ossétia do Sul.Blindados russos entraram na capital da região separatista da Ossétia do Sul, Tskhinvali, na sexta-feira, disse uma fonte de um quartel-general regional russo segundo a agência de notícias RIA."Essa é uma agressão direta da Rússia... Estamos sofrendo agora porque queremos ser livres e queremos ser uma democracia multi-étnica", disse o presidente da Geórgia na entrevista."Estamos nessa situação de legítima defesa contra um vizinho grande e poderoso. Somos um país com menos de 5 milhões de pessoas e, certamente, nossas forças são incomparáveis (com as dda Rússia)", disse o presidente.Saakashvili também disse que é do interesse dos Estados Unidos ajudar a Geórgia. "Não é mais sobre a Geórgia. É sobre a América, são valores", disse ele. "Somos uma nação que ama a liberdade e que agora está sob ataque."O Pentágono informou que monitora de perto a situação na Ossétia do Sul e que ainda não recebeu nenhum pedido de ajuda das autoridades georgianas. O Departamento de Defesa dos Estados Unidos tem menos de 120 funcionários da Geórgia. Eles estão lá para treinar as forças georgianas.Saakashvili disse que as forças de seu país derrubaram dois aviões russos. "Um dos aviões atacava especificamente um hospital civil, ferindo médicos e pacientes, sem nenhum propósito", disse.Saakashvili disse ter testemunhado um ataque aéreo russo --dois jatos voando muito baixo, procurando "um mercado em uma tarde muito movimentada, e atingindo-o, atingindo a multidão".Segundo agências de notícias, um importante comandante militar disse na sexta-feira que mais de dez membros da força de paz russa foram mortos nos combates em Tskhinvali."Como resultado do bombardeio georgiano, mais de 10 membros de nossas forças de paz foram mortos e 30 ficaram feridos", disse Igor Konashenkov, vice-comandante das forças terrestres.O presidente da Ossétia do Sul, Eduard Kokoity, disse, segundo a agência Interfax, que centenas de civis foram mortos nos combates da capital da região.
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