Arte Real

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quinta-feira, 31 de julho de 2008

sol. uma estrela de quinta categoria!





































estrutura: O Sol, tal como as restantes estrelas, é uma esfera de plasma que se encontra em equilíbrio hidrodinâmico entre as duas forças principais que agem dentro dele: para fora a pressão termodinâmica, produto das altas temperaturas internas, e para dentro a força gravitacional. A estrutura solar pode ser dividida em duas grandes regiões: o Interior e a Atmosfera, entre elas se encontra uma fina camada, que pode ser considerada a superfície, chamada Fotosfera.








conceito:>



Considerando-se um comprimento de onda efetivo de 5500Å, isto corresponde an(fótons m-2s-1)=1366 W m-2/(hc/5500Å )= 1366 J s-1 m-2/(3,6 × 10-19 J) = 3,78×1021 fótons m-2 s-1
Essa quantidade de energia é equivalente à queima de 2×1020 galões de gasolina por minuto, ou mais de 10 milhões de vezes a produção anual de petróleo da Terra. Já no século XIX os astrônomos sabiam que essa energia não poderia ser gerada por combustão, pois a energia dessa forma poderia manter o Sol brilhando por apenas 10 mil anos. Tampouco o colapso gravitacional, fonte de energia proposta pelo físico alemão Hermann Ludwig Ferdinand von Helmholtz (1821-1894) em 1854, resultou eficiente, pois a
energia gravitacional poderia suprir a luminosidade do Sol por 20 milhões de anos e evidências geológicas indicam que a Terra (e portanto o Sol) tem uma idade de 4,5 bilhões de anos.



Em 1937 Hans Albrecht Bethe (1906-2005) propôs a fonte hoje aceita para a energia do Sol: as reações termo-nucleares, na qual quatro prótons são fundidos em um núcleo de hélio, com liberação de energia. O Sol tem hidrogênio suficiente para alimentar essas reações por bilhões de anos. Gradualmente, à medida que diminui a quantidade de hidrogênio, aumenta a quantidade de hélio no núcleo. O Sol transforma aproximadamente 600 milhões de toneladas de hidrogênio em hélio por segundo. Veja mais sobre este assunto no capítulo sobre estrelas.





Segundo os modelos de evolução estelar, daqui a cerca de 1,1 bilhão de anos o brilho do Sol aumentará em cerca de 10%, que causará a elevação da temperatura aqui na Terra, aumentando o vapor de água na atmosfera. O problema é que o vapor de água causa o efeito estufa. Daqui a 3,5 bilhões de anos, o brilho do Sol já será cerca de 40% maior do que o atual, e o calor será tão forte que os oceanos secarão completamente, exacerbando o efeito estufa. Embora o Sol se torne uma gigante vermelha após terminar o hidrogênio no núcleo, ocorrerá perda de massa gradual do Sol, afastando a Terra do Sol até aproximadamente a órbita de Marte, mas exposta a uma temperatura de cerca de 1600 K (1327 C). Com a perda de massa que levará a transformação do Sol em uma anã branca, a Terra deverá ficar a aproximadamente 1,85 UA.



Superfície e atmosfera solar:
Por cima da
região convectiva encontramos a fotosfera. A luz irradiada pela fotosfera não é completamente atenuada pelas camadas superiores e portanto se converte na região mais funda que podemos observar do Sol. Na fotosfera, a emissão acontece em todas as bandas do espectro luminoso produzindo a luz branca característica do Sol ao olho nu. A região encontra-se a uma temperatura média de 5.775 K (ou 5.502 oC) e tem uma densidade de 1014 a 1015 partículas por cm3


As camadas superiores à fotosfera são chamadas de atmosfera solar. A primeira, logo acima da fotosfera, é a cromosfera, cuja temperatura varia dos 6.000 K até os 30.000 K, com uma espessura de uns 2.300 km, embora existe muita controvérsia a respeito.



A camada mais externa chama-se coroa, e sua temperatura vai de 1 milhão até vários milhões de graus kelvin. Em contrapartida a densidade da coroa é muito baixa, sendo de 1010 cm-3 em sua base e diminuindo em direção oposta ao centro do Sol. A coroa não possui limite superior, pode-se dizer que ela se estende pelo Sistema Solar inteiro. Entre a cromosfera e a coroa há uma estreita faixa chamada região de transição. Um dos grandes problemas da física solar é explicar que mecanismo consegue aumentar a temperatura da atmosfera solar dos perto de 5.500 K da fotosfera para o milhão de graus da Coroa.


energia solar:A energia do Sol
Tão logo foi conhecida a distância do Sol, em 1673, por Jean Richer (1630-1696) e Giovanni Domenico Cassini (1625-1712) que determinaram a distância (paralaxe) de Marte e com esta estimaram a unidade astronômica como 140 milhões de km (150 milhões de km é o valor atual), foi possível determinar a sua luminosidade, que é a potência que ele produz. As medidas mostram que cada metro quadrado na Terra recebe do Sol uma potência (energia/segundo) de 1400 watts [James Watt (1736-1819)],
ou seja, a potência de 14 lâmpadas de 100 watts/m2. O valor mais preciso da constante solar é 1367,5 W/m2, e varia 0,3% durante o ciclo solar de 11 anos. Multiplicando-se essa potência recebida na Terra pela área da esfera compreendida pela órbita da Terra em torno do Sol, determina-se a luminosidade do Sol em 3,9×1026 watts = 3,9×1033 ergs/s.


Ciclo solar
O
ciclo solar tem muitos efeitos importantes, que influenciam nosso planeta. Estudos de heliosismologia executados a partir de sondas espaciais permitiram observar certas "vibrações solares", cuja frequência cresce com o aumento da atividade solar, acompanhando o ciclo de 11 anos de erupções, a cada 22 anos existe a manifestação do chamado hemisfério dominador, além da movimentação das estruturas magnéticas em direção aos pólos, que resulta em dois ciclos de 18 anos com incremento da atividade geomagnética da Terra e da oscilação da temperatura do plasma ionosférico na estratosfera de nosso planeta



No Sol mínimo, a exposição é da ordem de 3,6 mSy/ano, enquanto a exposição recomendada é 1 mSy/ano. No Sol máximo, a exposição é mais que o dobro. No sistema internacional de medidas, a dose é medida em gray (Gy=1Joule/kg) é a quantidade de energia transferida pela radiação, eletromagnética ou corpuscular, para um objeto e 100 rad=1 Gy. Um pessoa na Terra recebe em média 450 µGy/ano de raios cósmicos. O limite de dose equivalente para a população em geral é de 0,1 rem/ano (1 mSv/ano). O limite para trabalhadores ocupacionalmente expostos é de 2 rem/ano (20 mSv/ano). (ICRP-60: International Commission on Radiological Protection, Report 60, 1991). Para passar de dose (D), medida em Gy, para exposição (E), medida em Sv, precisamos levar em conta a qualidade (Q) da radiação e o especro (N) da mesma.
E=D Q N A qualidade Q varia de 1 para a radiação eletromagnética até 20 para partículas carregadas de alta energia, já que o dano causado pelas partículas carregadas é muito maior do que o da radiação eletromagnética. Uma tomografia de crânio tem uma exposição recomendada de 50 mGy, e uma mamografia de 10 mGy. Os sobreviventes da bomba de Hiroshima, no Japão, tiveram uma exposição média de 230 mGy (4 Gy a 1000 metros).
Exposições acima de 200 rems já causam danos sérios, e acima de 600 rems causam a morte em menos de 2 meses em 80% dos casos.



Existem vários satélites monitorando o clima espacial e atualmente se pode receber notificação da chegada de uma ejeção coronal de massa com 3 horas de antecedência, no endereço http://www.sec.noaa.gov. Nos anos de máximo de um ciclo solar, podem ocorrer de 2 a 60 eventos que causem danos severos às linhas de transmissão de energia. Em princípio, as linhas de transmissão dentro das cidades sofrem menos efeitos, por serem curtas. Uma ejeção coronal de massa também pode causar grandes ondas (tsunami) nas camadas externas do Sol, que podem estar relacionadas com o aquecimento da coroa












influencia do sol na terra:Além das partículas do vento solar, existem grandes ejeções de massa associadas às proeminências, que quando atingem a Terra causam danos às redes elétricas e aos satélites. O penúltimo máximo do ciclo de 11 anos ocorreu em 1989 e logo após uma grande proeminência solar, a rede elétrica na província de Quebec, no Canadá, sofreu uma grande sobrecarga elétrica que causou vários danos aos equipamentos. Algumas regiões da província ficaram até duas semanas sem luz elétrica. Em 1994, o satélite de comunicações E2 teve alguns circuitos queimados por uma sobrecarga estática, também associada com a ejecção de uma nuvem de plasma solar. O máximo deste ciclo solar ocorreu em 15 de fevereiro de 2001, quando o campo magético solar reverteu de polaridade. Embora estejamos em 2007 no mínimo deste ciclo solar, com poucas tempestades, em 5 de dezembro de 2006 ocorreu um flare no Sol, com índice X9, o mais alto, que chegou a danificar alguns píxeis da câmara do GOES 13, e saturou todos os satélites GPS que estavam do lado iluminado da Terra.



manchas solares:O fenômeno fotosférico mais notável é o das manchas solares, regiões irregulares que aparecem mais escuras do que a fotosfera circundante e que muitas vezes podem ser observadas mesmo a olho nu, embora olhar diretamente para o Sol só não é perigoso quando ele está no horizonte. As manchas foram registradas na China já no ano 28 a.C., mas seu estudo científico começou com o uso do telescópio, sendo observadas (por projeção da imagem do Sol) por Galileo, Thomas Harriot (1560-1621) já em 1610, por Johannes (1587-1616) e David Fabricius (1564-1617) e por Christoph Scheiner (1575-1650) em 1611. São constituídas de duas partes: a umbra, parte central mais escura, com temperaturas em torno de 3800 K, e a penumbra, região um pouco mais clara e com estrutura radial em torno da umbra. As manchas solares tendem a se formar em grupos e estão associadas a intensos campos magnéticos no Sol.

lua.nesso satelite artificial







A lua refletia seu brilho sobre o mar escuro e o vento frio e suave em meados de verão resfriava até mesmo um corpo febril. Sensação de todos os bons e maus momentos da vida varrerem a mente em um só instante. A lua parecia brincar de rainha, surgiu grandiosa no começo da noite fazendo um caminho de luz sobre o mar. Mais tarde correu do horizonte como uma menina levada e parecia zombar de meus pensamentos vãos. Subiu em uma disparada para o alto, sorrindo e brincando de ser senhora da noite. Em seu sobrenome solidão encontrava-se a razão daquela suposta felicidade. Para alguns é preciso fugir de todo para poder sorrir. Para outros é preciso ter corações batendo juntos e festivamente no passo de uma linda canção para viverem. A qual desses grupos quero pertencer? Agora já não sei dizer... E antes de adormecer ainda me pus a fitá-la. A lua agora dançava pequenina no seu reino estrelar e pareceu reconhecer o mesmo olhar triste que a contemplava desde outras datas. Porém, a senhora da noite olhava com desdém e fingia não reconhecer seu súdito de mesmo sobrenome, solidão.







A distância Terra-Lua foi medida por radar e por laser, como na figura abaixo em que um laser é disparado até um dos espelhos (prismas refletivos, que refletem a luz na mesma direção da luz incidente) colocados pelos astronautas na Lua (missões Apolo 11, 14 e 15)






Visto da Terra, o satélite apresenta fases e exibe sempre a mesma face, fato que gerou inúmeras especulações a respeito do teórico lado escuro da Lua, que na verdade fica iluminado quando estamos no período chamado de Lua nova. Seu período de rotação é igual ao período de translação. A Lua não tem atmosfera e apresenta, embora muito escassa, água no estado sólido (em forma de cristais de gelo). Não tendo atmosfera, não há erosão e a superfície da Lua mantém-se intacta durante milhões de anos. É apenas afetada pelas colisões com meteoritos






É a principal responsável pelos efeitos de maré que ocorrem na Terra, em seguida vem o Sol, com uma participação menor. Pode-se dizer do efeito de maré aqui na Terra como sendo a tendência de os oceanos acompanharem o movimento orbital da Lua, sendo que esse efeito causa um atrito com o fundo dos oceanos, atrasando o movimento de rotação da Terra cerca de 0,002 s por século, e, como consequência, a Lua se afasta de nosso planeta em média 3 cm por ano.




A Lua é, proporcionalmente, o maior satélite natural do nosso Sistema Solar. Sua massa é tão significativa em relação à massa da Terra que o eixo de rotação do sistema Terra-Lua encontra-se muito longe do eixo central de rotação da Terra. Alguns astrônomos usam este argumento para afirmar que vivemos em um dos componentes de um planeta duplo, mas a maioria discorda, uma vez que para que um sistema planetário seja duplo é necessário que seu eixo de rotação esteja fora dos dois corpos. De qualquer modo, a presença da Lua atua estabilizando o movimento de rotação da Terra.



A Lua tem três movimentos principais: rotação em torno de seu próprio eixo, revolução em torno da Terra e translação em torno do Sol junto com a Terra.
O plano orbital da Lua em torno da Terra tem uma inclinação de 5°9' em relação à eclíptica, que está inclinada 23,5° em relação ao equador. Portanto, em relação ao equador da Terra, a órbita da Lua tem uma inclinação que varia de 18,4° (23,5° - 5,15°) a 28,7° (23,5° + 5,15°).




Apesar do ângulo do plano da órbita em relação à eclíptica permanecer aproximadamente constante, o plano orbital não é fixo, movendo-se de maneira tal que seu eixo descreve um círculo completo em torno do eixo da eclíptica num período de 18,6 anos. Esta rotação para oeste do plano orbital da Lua ocorre pela força diferencial exercida pelo bojo equatorial da Terra, causado pela rotação da Terra.




Formação da Lua:





A origem da Lua é incerta, mas as similaridades no teor dos elementos encontrados tanto na Lua quanto na Terra indicam que ambos os corpos podem ter tido uma origem comum. Nesse aspecto, alguns astrônomos e geólogos alegam que a Lua teria se desprendido de uma massa incandescente de rocha liqüefeita primordial, recém-formada, através da força centrífuga.
Outra hipótese, atualmente a mais aceita, é a de que um planeta desaparecido e denominado Theia, aproximadamente do tamanho de Marte, ainda no princípio da formação da Terra, teria se chocado com nosso planeta. Tamanha colisão teria desintegrado totalmente o planeta Theia e forçado a expulsão de pedaços de rocha líquida. Esses pequenos corpos foram condensados em um mesmo corpo, o qual teria sido aprisionado pelo campo gravitacional da Terra. Esta teoria recebeu o nome de Big Splash.


Há ainda um grupo de teóricos que acreditam que, seja qual for a forma como surgiram, haveria dois satélites naturais orbitando a Terra: o maior seria











o que é um meteoritos? e quais seus efeitos?











Um meteorito é a denominação dada quando um meteoróide, formado por fragmentos de asteróides ou cometas ou ainda restos de planetas desintegrados, que podem variar de tamanho desde simples poeira a corpos celestes com quilômetros de diâmetro alcançam a superfície da Terra, pode ser um aerólito(rochoso), siderito (metálico) ou siderólito (metálico-rochoso).
Tais eventos acontecem aproximadamente 150 vezes por ano sobre toda a superfície terrestre.
entrada de um meteoróide na atmosfera da Terra se nos apresenta como um belo efeito visual e as vezes auditivo pela queima do corpo pelo atrito em nossa atmosfera, que nesse caso é chamada de meteoro. Mas, quando um desses luminosos meteoros conseguem chegar a bater no solo, então são chamdos de meteoritos. Mesmo se sua entrada e choque como o solo não forem detectadas, mesmo assim podemos reconhecer um meteorito devido ao contraste em relação as rochas naturais da Terra que, antes de chegar aqui, estavam orbitando o Sol durante cerca de 4.500 milhões de anos
Por serem fragmentos de outros objetos planetários, principalmente de Asteróides, estas rochas são de suma importancia porque podem ajudar a elucidar a origem e evolução do Sistema Solar. Eles são amostras únicas que podem nos proporcionar uma oportunidade de entender os processos geológicos que aconteceram nas distintas regiões do Sistema Solar.
Os meteoritos primitivos de maior valor são aqueles cuja caída foi presenciada e foram recolhidos pouco tempos depois de chocar-se contra o solo. Estas amostras são de especial utilidade por não terem sido alteradas pelos processos físicos e químicos (chuvas e erosões) típicas da superfície terrestre. Os meteoritos recém-caídos são os mais fáceis de serem identificados, pois possuem uma crosta de fusão produzida pelo atrito com a atmosfera da Terra. Por essa mesma razão, as naves espaciais devem ser protegidas com escudos térmicos, para impedir que se queimem ao reentrarem em nossa atmosfera

Ao contrário dos meteoros (popularmente chamados de estrelas cadentes), os meteoritos que atingem a superfície da Terra não são consumidos completamente pelo fogo decorrente do atrito da atmosfera. Os mais comuns não contêm misturas de elementos, sendo compostos por condritos, podendo também conter partículas de ferro. Os condritos carbonosos podem conter moléculas complexas de hidrocarbonetos. Os meteoróides são corpos no espaço que ainda não atingiram a atmosfera terrestre.


Os meteoritos metálicos são constituídos por ferro (aproximadamente 85%) e níquel (aproximadamente 14%), podendo conter outros elementos em menor prMeteorito Hoba West
Possuindo um tamanho relativamente pequeno (diâmetro inferior a 50 metros), os meteoritos são fragmentos de corpos sólidos naturais, como asteróides, planetas ou cometas, que se incandescem pelo atrito com o ar e são capazes de chegar à superfície terrestre. Muitos confundem os conceitos de meteoro, meteoróide e meteorito. Basicamente, meteoróides são fragmentos de corpos celestes que vagueiam pelo espaço.

Meteoro é a faixa de luz produzida conforme o fenômeno de passagem dos meteoróides, que se incandescem pelo atrito das partículas de ar. Os meteoritos são meteoróides que conseguem chegar à atmosfera terrestre.


A maioria dos meteoritos se desintegra ao entrar na atmosfera, no entanto, estima-se que cerca de 500 meteoritos de diversos tamanhos consigam atingir a superfície terrestre. Em relação à sua formação, os meteoritos podem ser classificados em pétreos, quando são formados por material rochoso; metálicos, por liga metálica; e siderolitos, compostos por uma mescla de material rochoso e metálico.


Embora a Terra seja bombardeada por vários meteoritos, os impactos desses fragmentos são muito raros. Para alguns, os meteoritos estão diretamente relacionados com o surgimento de vida na Terra, uma vez que, segundo essa visão, a vida se originou fora da Terra e chegou ao nosso planeta sob a forma de esporos. A extinção em massa dos dinossauros há 65 milhões de anos também está ligada aos meteoritos.

O maior meteorito conhecido até hoje é o Hoba West, encontrado próximo de Grootfontein, Namíbia. O mesmo possui 2,7 m de comprimento por 2,4 de largura e tem um peso estimado de 59 toneladas. oporção. São também designados de sideritos

O maior conhecido é o Hoba West, foi encontrado próximo de Grootfontein, Namíbia tem 2,7 m de comprimento por 2,4 de de largura e peso estimado de 59 toneladas.
O maior em exibição em um
museu é o Cabo York que pesa aproximadamente 30 toneladas, foi encontrado perto de Cabo York, Groelândia em 1897 pela expedição do Comte. Robert Peary e está no Museu Americano de História Natural, Nova Iorque, Estados Unidos.
No Brasil o maior meteorito encontrado é o chamado Pedra de Bedengó,que caiu no sertão da Bahia em 1784 e está exposto no
Museu Nacional, no Rio de Janeiro desde 1888.





chuvas de meteoros




Os meteoros são conhecidos popularmente como estrelas cadentes, eles são pontos luminosos parecidos com estrelas que, se movimentam rapidamente no céu, onde o seu brilho pode variar muito de magnitude.
Tratam-se de minusculos corpos celestes, residuos de cometas e outros corpos celestes, pesam cerca de gramas e sã od otamanho de grãos de feijões. A variação do seu brilho, é causada devido ao atrito que este corpo sofre ao atingir a atmosfera da Terra, ao encontrar-se com ela o meteoro acabam se inflamando, causando um belo espetaculo.


São fenômenos associados com a entrada na atmosfera terrestre de pequenas partículas sólidas vindas do espaço. Ao mergulhar através do ar a altas velocidades, estas partículas deixam atrás de si brilhantes traços luminosos devido à fricção e também à ionização gerada nas camadas superiores da atmosfera.Este belíssimo fenômeno pode ser apreciado a olho nú, e sob boas condições de visibilidade é possível ver alguns meteoros por hora durante uma noite de observação. No entanto, em algumas épocas do ano, a Terra em sua órbita ao redor do Sol passa através de regiões com grande concentração de minúsculas partículas de poeira deixadas para trás por cometas que visitaram o Sistema Solar.


Ocorrem então as chamadas chuvas de meteoros. Nessas datas especiais, um número muito maior de meteoros pode ser observado, podendo chegar a dezenas ou até mesmo centenas de meteoros por hora.Esta página do Site Cosmobrain apresenta todo mês informações completas sobre as chuvas de meteoros, datas , mapas e dicas de observação. Junte-se você também a milhares de aficcionados ao redor do globo para observar este fenômeno que cativa os seres humanos desde tempos remotos.


Meteoro na constelação de Touro© James Senter, 1997
Radiantes e Nomenclatura :Os meteoros provenientes de uma determinada chuva de meteoros parecem se originar de um mesmo ponto na esfera celeste chamado radiante.


Isto significa que se traçarmos as trajetórias de cada meteoro de trás para frente, vamos obter um padrão de linhas que convergem para um ponto ou pequena área do firmamento onde se localiza o radiante.Esta ilusão de que os meteoros parecem divergir a partir do radiante é um efeito de perspectiva, já que na verdade os meteoros atingem a atmosfera terrestre descrevendo trajetórias paralelas entre si. É o mesmo efeito que notamos ao observar como as pistas paralelas de uma auto-estrada parecem se juntar num ponto distante do horizonte.


As chuvas de meteoros recebem nomes derivados das constelações onde se encontram os seus respectivos radiantes, ou das estrelas mais brilhantes próximas aos radiantes. Por exemplo, as Orionídeas possuem o seu radiante na constelação de Órion. As Delta-Aquarídeas possuem o radiante próximo à estrela delta da constelação de Aquarius, e assim por diante.
Brilhante Meteoro das Leonídeas© Franco Canepari, Itália 1999
Chuvas de Meteoros Anuais :Algumas chuvas de meteoros são bem conhecidas e ocorrem regularmente a cada ano. Qualquer pessoa interessada na observação deste fenômeno pode planejar as suas observações antecipadamente, conhecendo a data correta e a hora da noite mais apropriada .Como o nosso planeta sempre cruza um cinturão de meteoróides no mesmo ponto da sua órbita, as chuvas de meteoros sempre ocorrem nas mesmas datas de cada ano. São as chuvas de meteoros anuais.


Tipos de Chuvas Meteóricas :As chuvas de meteoros, também chamadas por alguns autores de enxames meteóricos, apresentam uma grande diversidade quanto ao número de meteoros por hora ( THZ ), duração da atividade, características típicas dos meteoros ( como cor, brilho, velocidade, etc. ) e periodicidade. Algumas chuvas meteóricas, como as Perseídeas e as Geminídeas por exemplo, são bastante regulares em relação à intensidade, e podemos esperar ver o mesmo número de meteoros durante o máximo todos os anos. Outras chuvas apresentam intensidade variável dependendo do ano.


As Leonídeas, por exemplo, mostram uma atividade excepcional apenas nos anos próximos à passagem do seu cometa associado, o Temple-Tuttle, que ocorre a cada 33 anos, exibindo uma atividade bastante baixa nos demais. Outro exemplo de enxame fortemente dependente da passagem periélica do cometa associado são as Pi-Puppídeas, que exibem um grande aumento da atividade apenas a cada 5 anos quando o cometa Grigg-Skjellerup se aproxima do Sol. Podemos observar também uma grande variação quanto à duração do período de atividade de cada chuva.


Enquanto que em alguns casos o pico de atividade pode durar apenas algumas horas, para outros, como por exemplo nas Delta-Aquarídeas e nas Taurídeas, esta atividade se estende durante semanas.
As velocidades de um meteoro podem variar, entre máxima de 42Km/seg em relação ao Sol e de até 72 Km/seg em relação a Terra, eles se encontram a uma altura de aproximadamente 120 Km quando aparecem, e de 70 Km quando desaparecem totalmente aos serem incenerados pela atmosfera. Acima, imagem de meteoritos sendo incenerados pela atmosfera!
Os meteoros cruzam frequentemente os céus de nosso planeta, chegando aos milhões, em cidades com pouca
poluição luminosa, é possivel ve-los facilmente. Alguns desses enxames possuem data certa para ocorrerem, veja a tabela abaixo os nomes e as datas de alguns desses eventos!

simulado de historia 1

1- (VUNESP) O "Ato de Navegação" de 1651 teve importância e conseqüências consideráveis na história da Inglaterra porque:
a) favoreceu a Holanda, que obtinha grandes lucros com o comércio inglês;
b) Oliver Cromwell dissolveu o Parlamento e se tornou ditador;
c) contribuiu para aumentar o poder e favorecer a supremacia marítima inglesa no mundo;
d) considerava o trabalho como verdadeira fonte de riqueza nacional;
e) abolia todas as práticas protecionistas.
2- ."O puritanismo era uma teoria política quase tanto quanto uma doutrina religiosa. Por isso, mal tinham desembarcado naquela costa inóspita (...) o primeiro cuidado dos imigrantes [ puritanos ] foi o de se organizar em sociedade." Essa passagem de A Democracia na América , de A. de Tocqueville, diz respeito à tentativa:
a) malograda dos puritanos franceses de fundar no Brasil uma nova sociedade, a chamada "França Antártica";
b) malograda dos puritanos franceses de fundar uma nova sociedade no Canadá;
c) bem-sucedida dos puritanos ingleses de fundar uma nova sociedade no Sul dos Estados Unidos;
d) bem-sucedida dos puritanos ingleses de fundar uma nova sociedade no Norte dos Estados Unidos, na chamada Nova Inglaterra;
e) bem-sucedida dos puritanos ingleses, responsáveis pela criação de todas as colônias inglesas na América.
3- Primeiras colônias americanas a se tornarem independentes em 4 de julho de 1776, os Estados Unidos assumiram no século XIX:
a) uma posição de estímulo aos movimentos revolucionários, contestando as estruturas tradicionais do poder vigentes em grande parte da Europa;
b) uma intransigente defesa da intervenção do Estado nas atividades econômicas, visando controlar os abusos da burguesia;
c) a identificação do Estado com a religião puritana, que seria obrigatória para todos os cidadãos;
d) dentro do continente americano, uma política imperialista, impondo seus interesses econômicos às demais nações;
e) uma política de expansão colonial em direção à África e à Oceania.
4- Leis britânicas acirravam as divergências entre colonos americanos e a Coroa Inglesa, provocando a luta pela independência. Entre os objetivos dessas leis, devem ser destacados as seguintes:
a) Aumentar a receita real, impedir o contrabando e o comércio intercolonial e promover a recuperação econômica da Companhia das Índias Orientais.
b) Aumentar o consumo de chá e açúcar nas colônias, obrigar ao uso de selos na correspondência e aumentar as exportações das colônias.
c) Abolir a escravidão nas colônias, separar juridicamente as treze Colônias e ajudar a Pensilvânia a anexar terras no Oeste.
d) Recuperar a Companhia das Índias Ocidentais, abrir o porto de Boston às nações amigas e aumentar as importações das colônias.
e) Pagar indenizações à França, devido à derrota inglesa na Guerra dos Sete Anos, revogar os Atos Townshend e favorecer os produtores locais de açúcar.
5- Quando da discussão, no Parlamento Inglês, das Leis do Açúcar e do Selo (1784 - 1765), os colonos ingleses da América recusaram-se a aceitar as medidas impostas, baseando-se:
a) no fato de não estarem representados na assembléia que votou as taxas;
b) no princípio da isenção de taxas concedido pela Coroa aos colonos;
c) no direito inalienável dos súditos ingleses de recusar a obediência a leis injustas;
d) nos direitos naturais do cidadão à vida, à propriedade e à busca da felicidade;
e) nos prejuízos financeiros advindos do bloqueio aos produtos das Antilhas.
6- Sobre a Independência dos Estados Unidos da América, assinale a alternativa correta:
a) A origem do movimento da independência deve ser encontrada no desenvolvimento uniforme das Treze Colônias Inglesas.
b) O crescimento do comércio triangular, praticado pelas colônias de povoamento situadas no Sul, gerou atritos com a metrópole.
c) O Segundo Congresso Continental de Filadélfia decretou a separação dos Estados Unidos, através da Declaração de Independência redigida por Thomas Jefferson.
d) A política de conciliação adotada pela Inglaterra retardou o processo de independência da Treze Colônias Inglesas.
e) A França e a Espanha apoiaram a Inglaterra durante a Guerra de Independência.
7- (CESGRANRIO) Em 1778, França e Espanha entraram em guerra contra a Inglaterra. Seu verdadeiro objetivo era:
a) eliminar o contrabando inglês na Colônia do Sacramento;
b) recuperar algumas colônias que lhes haviam sido arrebatadas pelos ingleses;
c) punir a Inglaterra pela ajuda prestada à Holanda na guerra das Províncias Unidas contra a Espanha;
d) ajudar os colonos norte-americanos em sua Guerra de Independência;
e) minar as posições do comércio inglês no continente americano.
8- (FUVEST) O período entre as duas guerras mundiais (1919 - 1939) foi marcado por:
a) crise do capitalismo, do liberalismo e da democracia e polarização ideológica entre fascismo e comunismo;
b) sucesso do capitalismo, do liberalismo e da democracia e coexistência fraterna entre fascismo e comunismo;
c) estagnação das economias socialistas e capitalistas e aliança entre os EUA e a URSS para deter o avanço fascista da Europa;
d) prosperidade das economias capitalistas e socialistas e aparecimento da Guerra fria entre os EUA e a URSS;
e) coexistência pacífica entre os blocos americano e soviético e surgimento do capitalismo monopolista.
9- (UNITAU) O nazismo e o fascismo surgiram:
a) do desenvolvimento de partidos nacionalistas, com pregações em favor de um Executivo forte, totalitário, com o objetivo de solucionar crises generalizadas diante da desorganização surgida após a Primeira Guerra;
b) da esperança de conseguir estabilidade com a união das "doutrinas liberais" de tendências individualistas;
c) com a instituição do parlamentarismo na Itália e na Alemanha, agregando partidos populares;
d) com o enfraquecimento da alta burguesia e o apoio do governo às camadas lideradas pelos sindicatos socialistas;
e) do coletivismo pregado pelos marxistas.
10- (FUVEST) Em seu famoso painel Guernica , Picasso registrou a trágica destruição dessa cidade basca por:
a) ataques de tropas nazistas durante a Segunda Guerra Mundial;
b) republicanos espanhóis apoiados pela União Soviética durante a Guerra Civil;
c) forças do Exército Francês durante a Primeira Guerra Mundial;
d) tropas do governo espanhol para sufocar a revolta dos separatistas bascos;
e) bombardeio da aviação alemã em apoio ao general Franco contra os republicanos.
gabarito: só resolvendo para saber