Arte Real

Arte Real

quinta-feira, 31 de julho de 2008

sol. uma estrela de quinta categoria!





































estrutura: O Sol, tal como as restantes estrelas, é uma esfera de plasma que se encontra em equilíbrio hidrodinâmico entre as duas forças principais que agem dentro dele: para fora a pressão termodinâmica, produto das altas temperaturas internas, e para dentro a força gravitacional. A estrutura solar pode ser dividida em duas grandes regiões: o Interior e a Atmosfera, entre elas se encontra uma fina camada, que pode ser considerada a superfície, chamada Fotosfera.








conceito:>



Considerando-se um comprimento de onda efetivo de 5500Å, isto corresponde an(fótons m-2s-1)=1366 W m-2/(hc/5500Å )= 1366 J s-1 m-2/(3,6 × 10-19 J) = 3,78×1021 fótons m-2 s-1
Essa quantidade de energia é equivalente à queima de 2×1020 galões de gasolina por minuto, ou mais de 10 milhões de vezes a produção anual de petróleo da Terra. Já no século XIX os astrônomos sabiam que essa energia não poderia ser gerada por combustão, pois a energia dessa forma poderia manter o Sol brilhando por apenas 10 mil anos. Tampouco o colapso gravitacional, fonte de energia proposta pelo físico alemão Hermann Ludwig Ferdinand von Helmholtz (1821-1894) em 1854, resultou eficiente, pois a
energia gravitacional poderia suprir a luminosidade do Sol por 20 milhões de anos e evidências geológicas indicam que a Terra (e portanto o Sol) tem uma idade de 4,5 bilhões de anos.



Em 1937 Hans Albrecht Bethe (1906-2005) propôs a fonte hoje aceita para a energia do Sol: as reações termo-nucleares, na qual quatro prótons são fundidos em um núcleo de hélio, com liberação de energia. O Sol tem hidrogênio suficiente para alimentar essas reações por bilhões de anos. Gradualmente, à medida que diminui a quantidade de hidrogênio, aumenta a quantidade de hélio no núcleo. O Sol transforma aproximadamente 600 milhões de toneladas de hidrogênio em hélio por segundo. Veja mais sobre este assunto no capítulo sobre estrelas.





Segundo os modelos de evolução estelar, daqui a cerca de 1,1 bilhão de anos o brilho do Sol aumentará em cerca de 10%, que causará a elevação da temperatura aqui na Terra, aumentando o vapor de água na atmosfera. O problema é que o vapor de água causa o efeito estufa. Daqui a 3,5 bilhões de anos, o brilho do Sol já será cerca de 40% maior do que o atual, e o calor será tão forte que os oceanos secarão completamente, exacerbando o efeito estufa. Embora o Sol se torne uma gigante vermelha após terminar o hidrogênio no núcleo, ocorrerá perda de massa gradual do Sol, afastando a Terra do Sol até aproximadamente a órbita de Marte, mas exposta a uma temperatura de cerca de 1600 K (1327 C). Com a perda de massa que levará a transformação do Sol em uma anã branca, a Terra deverá ficar a aproximadamente 1,85 UA.



Superfície e atmosfera solar:
Por cima da
região convectiva encontramos a fotosfera. A luz irradiada pela fotosfera não é completamente atenuada pelas camadas superiores e portanto se converte na região mais funda que podemos observar do Sol. Na fotosfera, a emissão acontece em todas as bandas do espectro luminoso produzindo a luz branca característica do Sol ao olho nu. A região encontra-se a uma temperatura média de 5.775 K (ou 5.502 oC) e tem uma densidade de 1014 a 1015 partículas por cm3


As camadas superiores à fotosfera são chamadas de atmosfera solar. A primeira, logo acima da fotosfera, é a cromosfera, cuja temperatura varia dos 6.000 K até os 30.000 K, com uma espessura de uns 2.300 km, embora existe muita controvérsia a respeito.



A camada mais externa chama-se coroa, e sua temperatura vai de 1 milhão até vários milhões de graus kelvin. Em contrapartida a densidade da coroa é muito baixa, sendo de 1010 cm-3 em sua base e diminuindo em direção oposta ao centro do Sol. A coroa não possui limite superior, pode-se dizer que ela se estende pelo Sistema Solar inteiro. Entre a cromosfera e a coroa há uma estreita faixa chamada região de transição. Um dos grandes problemas da física solar é explicar que mecanismo consegue aumentar a temperatura da atmosfera solar dos perto de 5.500 K da fotosfera para o milhão de graus da Coroa.


energia solar:A energia do Sol
Tão logo foi conhecida a distância do Sol, em 1673, por Jean Richer (1630-1696) e Giovanni Domenico Cassini (1625-1712) que determinaram a distância (paralaxe) de Marte e com esta estimaram a unidade astronômica como 140 milhões de km (150 milhões de km é o valor atual), foi possível determinar a sua luminosidade, que é a potência que ele produz. As medidas mostram que cada metro quadrado na Terra recebe do Sol uma potência (energia/segundo) de 1400 watts [James Watt (1736-1819)],
ou seja, a potência de 14 lâmpadas de 100 watts/m2. O valor mais preciso da constante solar é 1367,5 W/m2, e varia 0,3% durante o ciclo solar de 11 anos. Multiplicando-se essa potência recebida na Terra pela área da esfera compreendida pela órbita da Terra em torno do Sol, determina-se a luminosidade do Sol em 3,9×1026 watts = 3,9×1033 ergs/s.


Ciclo solar
O
ciclo solar tem muitos efeitos importantes, que influenciam nosso planeta. Estudos de heliosismologia executados a partir de sondas espaciais permitiram observar certas "vibrações solares", cuja frequência cresce com o aumento da atividade solar, acompanhando o ciclo de 11 anos de erupções, a cada 22 anos existe a manifestação do chamado hemisfério dominador, além da movimentação das estruturas magnéticas em direção aos pólos, que resulta em dois ciclos de 18 anos com incremento da atividade geomagnética da Terra e da oscilação da temperatura do plasma ionosférico na estratosfera de nosso planeta



No Sol mínimo, a exposição é da ordem de 3,6 mSy/ano, enquanto a exposição recomendada é 1 mSy/ano. No Sol máximo, a exposição é mais que o dobro. No sistema internacional de medidas, a dose é medida em gray (Gy=1Joule/kg) é a quantidade de energia transferida pela radiação, eletromagnética ou corpuscular, para um objeto e 100 rad=1 Gy. Um pessoa na Terra recebe em média 450 µGy/ano de raios cósmicos. O limite de dose equivalente para a população em geral é de 0,1 rem/ano (1 mSv/ano). O limite para trabalhadores ocupacionalmente expostos é de 2 rem/ano (20 mSv/ano). (ICRP-60: International Commission on Radiological Protection, Report 60, 1991). Para passar de dose (D), medida em Gy, para exposição (E), medida em Sv, precisamos levar em conta a qualidade (Q) da radiação e o especro (N) da mesma.
E=D Q N A qualidade Q varia de 1 para a radiação eletromagnética até 20 para partículas carregadas de alta energia, já que o dano causado pelas partículas carregadas é muito maior do que o da radiação eletromagnética. Uma tomografia de crânio tem uma exposição recomendada de 50 mGy, e uma mamografia de 10 mGy. Os sobreviventes da bomba de Hiroshima, no Japão, tiveram uma exposição média de 230 mGy (4 Gy a 1000 metros).
Exposições acima de 200 rems já causam danos sérios, e acima de 600 rems causam a morte em menos de 2 meses em 80% dos casos.



Existem vários satélites monitorando o clima espacial e atualmente se pode receber notificação da chegada de uma ejeção coronal de massa com 3 horas de antecedência, no endereço http://www.sec.noaa.gov. Nos anos de máximo de um ciclo solar, podem ocorrer de 2 a 60 eventos que causem danos severos às linhas de transmissão de energia. Em princípio, as linhas de transmissão dentro das cidades sofrem menos efeitos, por serem curtas. Uma ejeção coronal de massa também pode causar grandes ondas (tsunami) nas camadas externas do Sol, que podem estar relacionadas com o aquecimento da coroa












influencia do sol na terra:Além das partículas do vento solar, existem grandes ejeções de massa associadas às proeminências, que quando atingem a Terra causam danos às redes elétricas e aos satélites. O penúltimo máximo do ciclo de 11 anos ocorreu em 1989 e logo após uma grande proeminência solar, a rede elétrica na província de Quebec, no Canadá, sofreu uma grande sobrecarga elétrica que causou vários danos aos equipamentos. Algumas regiões da província ficaram até duas semanas sem luz elétrica. Em 1994, o satélite de comunicações E2 teve alguns circuitos queimados por uma sobrecarga estática, também associada com a ejecção de uma nuvem de plasma solar. O máximo deste ciclo solar ocorreu em 15 de fevereiro de 2001, quando o campo magético solar reverteu de polaridade. Embora estejamos em 2007 no mínimo deste ciclo solar, com poucas tempestades, em 5 de dezembro de 2006 ocorreu um flare no Sol, com índice X9, o mais alto, que chegou a danificar alguns píxeis da câmara do GOES 13, e saturou todos os satélites GPS que estavam do lado iluminado da Terra.



manchas solares:O fenômeno fotosférico mais notável é o das manchas solares, regiões irregulares que aparecem mais escuras do que a fotosfera circundante e que muitas vezes podem ser observadas mesmo a olho nu, embora olhar diretamente para o Sol só não é perigoso quando ele está no horizonte. As manchas foram registradas na China já no ano 28 a.C., mas seu estudo científico começou com o uso do telescópio, sendo observadas (por projeção da imagem do Sol) por Galileo, Thomas Harriot (1560-1621) já em 1610, por Johannes (1587-1616) e David Fabricius (1564-1617) e por Christoph Scheiner (1575-1650) em 1611. São constituídas de duas partes: a umbra, parte central mais escura, com temperaturas em torno de 3800 K, e a penumbra, região um pouco mais clara e com estrutura radial em torno da umbra. As manchas solares tendem a se formar em grupos e estão associadas a intensos campos magnéticos no Sol.

lua.nesso satelite artificial







A lua refletia seu brilho sobre o mar escuro e o vento frio e suave em meados de verão resfriava até mesmo um corpo febril. Sensação de todos os bons e maus momentos da vida varrerem a mente em um só instante. A lua parecia brincar de rainha, surgiu grandiosa no começo da noite fazendo um caminho de luz sobre o mar. Mais tarde correu do horizonte como uma menina levada e parecia zombar de meus pensamentos vãos. Subiu em uma disparada para o alto, sorrindo e brincando de ser senhora da noite. Em seu sobrenome solidão encontrava-se a razão daquela suposta felicidade. Para alguns é preciso fugir de todo para poder sorrir. Para outros é preciso ter corações batendo juntos e festivamente no passo de uma linda canção para viverem. A qual desses grupos quero pertencer? Agora já não sei dizer... E antes de adormecer ainda me pus a fitá-la. A lua agora dançava pequenina no seu reino estrelar e pareceu reconhecer o mesmo olhar triste que a contemplava desde outras datas. Porém, a senhora da noite olhava com desdém e fingia não reconhecer seu súdito de mesmo sobrenome, solidão.







A distância Terra-Lua foi medida por radar e por laser, como na figura abaixo em que um laser é disparado até um dos espelhos (prismas refletivos, que refletem a luz na mesma direção da luz incidente) colocados pelos astronautas na Lua (missões Apolo 11, 14 e 15)






Visto da Terra, o satélite apresenta fases e exibe sempre a mesma face, fato que gerou inúmeras especulações a respeito do teórico lado escuro da Lua, que na verdade fica iluminado quando estamos no período chamado de Lua nova. Seu período de rotação é igual ao período de translação. A Lua não tem atmosfera e apresenta, embora muito escassa, água no estado sólido (em forma de cristais de gelo). Não tendo atmosfera, não há erosão e a superfície da Lua mantém-se intacta durante milhões de anos. É apenas afetada pelas colisões com meteoritos






É a principal responsável pelos efeitos de maré que ocorrem na Terra, em seguida vem o Sol, com uma participação menor. Pode-se dizer do efeito de maré aqui na Terra como sendo a tendência de os oceanos acompanharem o movimento orbital da Lua, sendo que esse efeito causa um atrito com o fundo dos oceanos, atrasando o movimento de rotação da Terra cerca de 0,002 s por século, e, como consequência, a Lua se afasta de nosso planeta em média 3 cm por ano.




A Lua é, proporcionalmente, o maior satélite natural do nosso Sistema Solar. Sua massa é tão significativa em relação à massa da Terra que o eixo de rotação do sistema Terra-Lua encontra-se muito longe do eixo central de rotação da Terra. Alguns astrônomos usam este argumento para afirmar que vivemos em um dos componentes de um planeta duplo, mas a maioria discorda, uma vez que para que um sistema planetário seja duplo é necessário que seu eixo de rotação esteja fora dos dois corpos. De qualquer modo, a presença da Lua atua estabilizando o movimento de rotação da Terra.



A Lua tem três movimentos principais: rotação em torno de seu próprio eixo, revolução em torno da Terra e translação em torno do Sol junto com a Terra.
O plano orbital da Lua em torno da Terra tem uma inclinação de 5°9' em relação à eclíptica, que está inclinada 23,5° em relação ao equador. Portanto, em relação ao equador da Terra, a órbita da Lua tem uma inclinação que varia de 18,4° (23,5° - 5,15°) a 28,7° (23,5° + 5,15°).




Apesar do ângulo do plano da órbita em relação à eclíptica permanecer aproximadamente constante, o plano orbital não é fixo, movendo-se de maneira tal que seu eixo descreve um círculo completo em torno do eixo da eclíptica num período de 18,6 anos. Esta rotação para oeste do plano orbital da Lua ocorre pela força diferencial exercida pelo bojo equatorial da Terra, causado pela rotação da Terra.




Formação da Lua:





A origem da Lua é incerta, mas as similaridades no teor dos elementos encontrados tanto na Lua quanto na Terra indicam que ambos os corpos podem ter tido uma origem comum. Nesse aspecto, alguns astrônomos e geólogos alegam que a Lua teria se desprendido de uma massa incandescente de rocha liqüefeita primordial, recém-formada, através da força centrífuga.
Outra hipótese, atualmente a mais aceita, é a de que um planeta desaparecido e denominado Theia, aproximadamente do tamanho de Marte, ainda no princípio da formação da Terra, teria se chocado com nosso planeta. Tamanha colisão teria desintegrado totalmente o planeta Theia e forçado a expulsão de pedaços de rocha líquida. Esses pequenos corpos foram condensados em um mesmo corpo, o qual teria sido aprisionado pelo campo gravitacional da Terra. Esta teoria recebeu o nome de Big Splash.


Há ainda um grupo de teóricos que acreditam que, seja qual for a forma como surgiram, haveria dois satélites naturais orbitando a Terra: o maior seria











o que é um meteoritos? e quais seus efeitos?











Um meteorito é a denominação dada quando um meteoróide, formado por fragmentos de asteróides ou cometas ou ainda restos de planetas desintegrados, que podem variar de tamanho desde simples poeira a corpos celestes com quilômetros de diâmetro alcançam a superfície da Terra, pode ser um aerólito(rochoso), siderito (metálico) ou siderólito (metálico-rochoso).
Tais eventos acontecem aproximadamente 150 vezes por ano sobre toda a superfície terrestre.
entrada de um meteoróide na atmosfera da Terra se nos apresenta como um belo efeito visual e as vezes auditivo pela queima do corpo pelo atrito em nossa atmosfera, que nesse caso é chamada de meteoro. Mas, quando um desses luminosos meteoros conseguem chegar a bater no solo, então são chamdos de meteoritos. Mesmo se sua entrada e choque como o solo não forem detectadas, mesmo assim podemos reconhecer um meteorito devido ao contraste em relação as rochas naturais da Terra que, antes de chegar aqui, estavam orbitando o Sol durante cerca de 4.500 milhões de anos
Por serem fragmentos de outros objetos planetários, principalmente de Asteróides, estas rochas são de suma importancia porque podem ajudar a elucidar a origem e evolução do Sistema Solar. Eles são amostras únicas que podem nos proporcionar uma oportunidade de entender os processos geológicos que aconteceram nas distintas regiões do Sistema Solar.
Os meteoritos primitivos de maior valor são aqueles cuja caída foi presenciada e foram recolhidos pouco tempos depois de chocar-se contra o solo. Estas amostras são de especial utilidade por não terem sido alteradas pelos processos físicos e químicos (chuvas e erosões) típicas da superfície terrestre. Os meteoritos recém-caídos são os mais fáceis de serem identificados, pois possuem uma crosta de fusão produzida pelo atrito com a atmosfera da Terra. Por essa mesma razão, as naves espaciais devem ser protegidas com escudos térmicos, para impedir que se queimem ao reentrarem em nossa atmosfera

Ao contrário dos meteoros (popularmente chamados de estrelas cadentes), os meteoritos que atingem a superfície da Terra não são consumidos completamente pelo fogo decorrente do atrito da atmosfera. Os mais comuns não contêm misturas de elementos, sendo compostos por condritos, podendo também conter partículas de ferro. Os condritos carbonosos podem conter moléculas complexas de hidrocarbonetos. Os meteoróides são corpos no espaço que ainda não atingiram a atmosfera terrestre.


Os meteoritos metálicos são constituídos por ferro (aproximadamente 85%) e níquel (aproximadamente 14%), podendo conter outros elementos em menor prMeteorito Hoba West
Possuindo um tamanho relativamente pequeno (diâmetro inferior a 50 metros), os meteoritos são fragmentos de corpos sólidos naturais, como asteróides, planetas ou cometas, que se incandescem pelo atrito com o ar e são capazes de chegar à superfície terrestre. Muitos confundem os conceitos de meteoro, meteoróide e meteorito. Basicamente, meteoróides são fragmentos de corpos celestes que vagueiam pelo espaço.

Meteoro é a faixa de luz produzida conforme o fenômeno de passagem dos meteoróides, que se incandescem pelo atrito das partículas de ar. Os meteoritos são meteoróides que conseguem chegar à atmosfera terrestre.


A maioria dos meteoritos se desintegra ao entrar na atmosfera, no entanto, estima-se que cerca de 500 meteoritos de diversos tamanhos consigam atingir a superfície terrestre. Em relação à sua formação, os meteoritos podem ser classificados em pétreos, quando são formados por material rochoso; metálicos, por liga metálica; e siderolitos, compostos por uma mescla de material rochoso e metálico.


Embora a Terra seja bombardeada por vários meteoritos, os impactos desses fragmentos são muito raros. Para alguns, os meteoritos estão diretamente relacionados com o surgimento de vida na Terra, uma vez que, segundo essa visão, a vida se originou fora da Terra e chegou ao nosso planeta sob a forma de esporos. A extinção em massa dos dinossauros há 65 milhões de anos também está ligada aos meteoritos.

O maior meteorito conhecido até hoje é o Hoba West, encontrado próximo de Grootfontein, Namíbia. O mesmo possui 2,7 m de comprimento por 2,4 de largura e tem um peso estimado de 59 toneladas. oporção. São também designados de sideritos

O maior conhecido é o Hoba West, foi encontrado próximo de Grootfontein, Namíbia tem 2,7 m de comprimento por 2,4 de de largura e peso estimado de 59 toneladas.
O maior em exibição em um
museu é o Cabo York que pesa aproximadamente 30 toneladas, foi encontrado perto de Cabo York, Groelândia em 1897 pela expedição do Comte. Robert Peary e está no Museu Americano de História Natural, Nova Iorque, Estados Unidos.
No Brasil o maior meteorito encontrado é o chamado Pedra de Bedengó,que caiu no sertão da Bahia em 1784 e está exposto no
Museu Nacional, no Rio de Janeiro desde 1888.





chuvas de meteoros




Os meteoros são conhecidos popularmente como estrelas cadentes, eles são pontos luminosos parecidos com estrelas que, se movimentam rapidamente no céu, onde o seu brilho pode variar muito de magnitude.
Tratam-se de minusculos corpos celestes, residuos de cometas e outros corpos celestes, pesam cerca de gramas e sã od otamanho de grãos de feijões. A variação do seu brilho, é causada devido ao atrito que este corpo sofre ao atingir a atmosfera da Terra, ao encontrar-se com ela o meteoro acabam se inflamando, causando um belo espetaculo.


São fenômenos associados com a entrada na atmosfera terrestre de pequenas partículas sólidas vindas do espaço. Ao mergulhar através do ar a altas velocidades, estas partículas deixam atrás de si brilhantes traços luminosos devido à fricção e também à ionização gerada nas camadas superiores da atmosfera.Este belíssimo fenômeno pode ser apreciado a olho nú, e sob boas condições de visibilidade é possível ver alguns meteoros por hora durante uma noite de observação. No entanto, em algumas épocas do ano, a Terra em sua órbita ao redor do Sol passa através de regiões com grande concentração de minúsculas partículas de poeira deixadas para trás por cometas que visitaram o Sistema Solar.


Ocorrem então as chamadas chuvas de meteoros. Nessas datas especiais, um número muito maior de meteoros pode ser observado, podendo chegar a dezenas ou até mesmo centenas de meteoros por hora.Esta página do Site Cosmobrain apresenta todo mês informações completas sobre as chuvas de meteoros, datas , mapas e dicas de observação. Junte-se você também a milhares de aficcionados ao redor do globo para observar este fenômeno que cativa os seres humanos desde tempos remotos.


Meteoro na constelação de Touro© James Senter, 1997
Radiantes e Nomenclatura :Os meteoros provenientes de uma determinada chuva de meteoros parecem se originar de um mesmo ponto na esfera celeste chamado radiante.


Isto significa que se traçarmos as trajetórias de cada meteoro de trás para frente, vamos obter um padrão de linhas que convergem para um ponto ou pequena área do firmamento onde se localiza o radiante.Esta ilusão de que os meteoros parecem divergir a partir do radiante é um efeito de perspectiva, já que na verdade os meteoros atingem a atmosfera terrestre descrevendo trajetórias paralelas entre si. É o mesmo efeito que notamos ao observar como as pistas paralelas de uma auto-estrada parecem se juntar num ponto distante do horizonte.


As chuvas de meteoros recebem nomes derivados das constelações onde se encontram os seus respectivos radiantes, ou das estrelas mais brilhantes próximas aos radiantes. Por exemplo, as Orionídeas possuem o seu radiante na constelação de Órion. As Delta-Aquarídeas possuem o radiante próximo à estrela delta da constelação de Aquarius, e assim por diante.
Brilhante Meteoro das Leonídeas© Franco Canepari, Itália 1999
Chuvas de Meteoros Anuais :Algumas chuvas de meteoros são bem conhecidas e ocorrem regularmente a cada ano. Qualquer pessoa interessada na observação deste fenômeno pode planejar as suas observações antecipadamente, conhecendo a data correta e a hora da noite mais apropriada .Como o nosso planeta sempre cruza um cinturão de meteoróides no mesmo ponto da sua órbita, as chuvas de meteoros sempre ocorrem nas mesmas datas de cada ano. São as chuvas de meteoros anuais.


Tipos de Chuvas Meteóricas :As chuvas de meteoros, também chamadas por alguns autores de enxames meteóricos, apresentam uma grande diversidade quanto ao número de meteoros por hora ( THZ ), duração da atividade, características típicas dos meteoros ( como cor, brilho, velocidade, etc. ) e periodicidade. Algumas chuvas meteóricas, como as Perseídeas e as Geminídeas por exemplo, são bastante regulares em relação à intensidade, e podemos esperar ver o mesmo número de meteoros durante o máximo todos os anos. Outras chuvas apresentam intensidade variável dependendo do ano.


As Leonídeas, por exemplo, mostram uma atividade excepcional apenas nos anos próximos à passagem do seu cometa associado, o Temple-Tuttle, que ocorre a cada 33 anos, exibindo uma atividade bastante baixa nos demais. Outro exemplo de enxame fortemente dependente da passagem periélica do cometa associado são as Pi-Puppídeas, que exibem um grande aumento da atividade apenas a cada 5 anos quando o cometa Grigg-Skjellerup se aproxima do Sol. Podemos observar também uma grande variação quanto à duração do período de atividade de cada chuva.


Enquanto que em alguns casos o pico de atividade pode durar apenas algumas horas, para outros, como por exemplo nas Delta-Aquarídeas e nas Taurídeas, esta atividade se estende durante semanas.
As velocidades de um meteoro podem variar, entre máxima de 42Km/seg em relação ao Sol e de até 72 Km/seg em relação a Terra, eles se encontram a uma altura de aproximadamente 120 Km quando aparecem, e de 70 Km quando desaparecem totalmente aos serem incenerados pela atmosfera. Acima, imagem de meteoritos sendo incenerados pela atmosfera!
Os meteoros cruzam frequentemente os céus de nosso planeta, chegando aos milhões, em cidades com pouca
poluição luminosa, é possivel ve-los facilmente. Alguns desses enxames possuem data certa para ocorrerem, veja a tabela abaixo os nomes e as datas de alguns desses eventos!

simulado de historia 1

1- (VUNESP) O "Ato de Navegação" de 1651 teve importância e conseqüências consideráveis na história da Inglaterra porque:
a) favoreceu a Holanda, que obtinha grandes lucros com o comércio inglês;
b) Oliver Cromwell dissolveu o Parlamento e se tornou ditador;
c) contribuiu para aumentar o poder e favorecer a supremacia marítima inglesa no mundo;
d) considerava o trabalho como verdadeira fonte de riqueza nacional;
e) abolia todas as práticas protecionistas.
2- ."O puritanismo era uma teoria política quase tanto quanto uma doutrina religiosa. Por isso, mal tinham desembarcado naquela costa inóspita (...) o primeiro cuidado dos imigrantes [ puritanos ] foi o de se organizar em sociedade." Essa passagem de A Democracia na América , de A. de Tocqueville, diz respeito à tentativa:
a) malograda dos puritanos franceses de fundar no Brasil uma nova sociedade, a chamada "França Antártica";
b) malograda dos puritanos franceses de fundar uma nova sociedade no Canadá;
c) bem-sucedida dos puritanos ingleses de fundar uma nova sociedade no Sul dos Estados Unidos;
d) bem-sucedida dos puritanos ingleses de fundar uma nova sociedade no Norte dos Estados Unidos, na chamada Nova Inglaterra;
e) bem-sucedida dos puritanos ingleses, responsáveis pela criação de todas as colônias inglesas na América.
3- Primeiras colônias americanas a se tornarem independentes em 4 de julho de 1776, os Estados Unidos assumiram no século XIX:
a) uma posição de estímulo aos movimentos revolucionários, contestando as estruturas tradicionais do poder vigentes em grande parte da Europa;
b) uma intransigente defesa da intervenção do Estado nas atividades econômicas, visando controlar os abusos da burguesia;
c) a identificação do Estado com a religião puritana, que seria obrigatória para todos os cidadãos;
d) dentro do continente americano, uma política imperialista, impondo seus interesses econômicos às demais nações;
e) uma política de expansão colonial em direção à África e à Oceania.
4- Leis britânicas acirravam as divergências entre colonos americanos e a Coroa Inglesa, provocando a luta pela independência. Entre os objetivos dessas leis, devem ser destacados as seguintes:
a) Aumentar a receita real, impedir o contrabando e o comércio intercolonial e promover a recuperação econômica da Companhia das Índias Orientais.
b) Aumentar o consumo de chá e açúcar nas colônias, obrigar ao uso de selos na correspondência e aumentar as exportações das colônias.
c) Abolir a escravidão nas colônias, separar juridicamente as treze Colônias e ajudar a Pensilvânia a anexar terras no Oeste.
d) Recuperar a Companhia das Índias Ocidentais, abrir o porto de Boston às nações amigas e aumentar as importações das colônias.
e) Pagar indenizações à França, devido à derrota inglesa na Guerra dos Sete Anos, revogar os Atos Townshend e favorecer os produtores locais de açúcar.
5- Quando da discussão, no Parlamento Inglês, das Leis do Açúcar e do Selo (1784 - 1765), os colonos ingleses da América recusaram-se a aceitar as medidas impostas, baseando-se:
a) no fato de não estarem representados na assembléia que votou as taxas;
b) no princípio da isenção de taxas concedido pela Coroa aos colonos;
c) no direito inalienável dos súditos ingleses de recusar a obediência a leis injustas;
d) nos direitos naturais do cidadão à vida, à propriedade e à busca da felicidade;
e) nos prejuízos financeiros advindos do bloqueio aos produtos das Antilhas.
6- Sobre a Independência dos Estados Unidos da América, assinale a alternativa correta:
a) A origem do movimento da independência deve ser encontrada no desenvolvimento uniforme das Treze Colônias Inglesas.
b) O crescimento do comércio triangular, praticado pelas colônias de povoamento situadas no Sul, gerou atritos com a metrópole.
c) O Segundo Congresso Continental de Filadélfia decretou a separação dos Estados Unidos, através da Declaração de Independência redigida por Thomas Jefferson.
d) A política de conciliação adotada pela Inglaterra retardou o processo de independência da Treze Colônias Inglesas.
e) A França e a Espanha apoiaram a Inglaterra durante a Guerra de Independência.
7- (CESGRANRIO) Em 1778, França e Espanha entraram em guerra contra a Inglaterra. Seu verdadeiro objetivo era:
a) eliminar o contrabando inglês na Colônia do Sacramento;
b) recuperar algumas colônias que lhes haviam sido arrebatadas pelos ingleses;
c) punir a Inglaterra pela ajuda prestada à Holanda na guerra das Províncias Unidas contra a Espanha;
d) ajudar os colonos norte-americanos em sua Guerra de Independência;
e) minar as posições do comércio inglês no continente americano.
8- (FUVEST) O período entre as duas guerras mundiais (1919 - 1939) foi marcado por:
a) crise do capitalismo, do liberalismo e da democracia e polarização ideológica entre fascismo e comunismo;
b) sucesso do capitalismo, do liberalismo e da democracia e coexistência fraterna entre fascismo e comunismo;
c) estagnação das economias socialistas e capitalistas e aliança entre os EUA e a URSS para deter o avanço fascista da Europa;
d) prosperidade das economias capitalistas e socialistas e aparecimento da Guerra fria entre os EUA e a URSS;
e) coexistência pacífica entre os blocos americano e soviético e surgimento do capitalismo monopolista.
9- (UNITAU) O nazismo e o fascismo surgiram:
a) do desenvolvimento de partidos nacionalistas, com pregações em favor de um Executivo forte, totalitário, com o objetivo de solucionar crises generalizadas diante da desorganização surgida após a Primeira Guerra;
b) da esperança de conseguir estabilidade com a união das "doutrinas liberais" de tendências individualistas;
c) com a instituição do parlamentarismo na Itália e na Alemanha, agregando partidos populares;
d) com o enfraquecimento da alta burguesia e o apoio do governo às camadas lideradas pelos sindicatos socialistas;
e) do coletivismo pregado pelos marxistas.
10- (FUVEST) Em seu famoso painel Guernica , Picasso registrou a trágica destruição dessa cidade basca por:
a) ataques de tropas nazistas durante a Segunda Guerra Mundial;
b) republicanos espanhóis apoiados pela União Soviética durante a Guerra Civil;
c) forças do Exército Francês durante a Primeira Guerra Mundial;
d) tropas do governo espanhol para sufocar a revolta dos separatistas bascos;
e) bombardeio da aviação alemã em apoio ao general Franco contra os republicanos.
gabarito: só resolvendo para saber

quarta-feira, 30 de julho de 2008

buracos negros













  1. Atualmente muita coisa vem sendo descoberto sobre buracos negros, mas quanto mais se descobre, mais aumenta as dúvidas a respeito.


    O que se sabe é que, apos a explosão da estrela, ela pode se transformar em dois tipos de objeto, se a massa do nucleo não for superior a 1,4 massa solar, o resultado final é a transformação dos átomos de seu núcleo em neutrons, originando então a estrela de neutros. Mas quando a massa do núcleo restante da estrela for superior a varias massas solares, o nucleo entra em colapso por um tempo muito longo, se transformando em um objeto cada vez menor só que cada vez mais incrivelmente DENSO, se tornando invisivel para o observador, surgindo assim o buraco negro.
    Para entender melhor, vou propor um método bem simples, suponha que a regiao do sistema solar seja plana, se voce pegar um lençol e junto de outra pessoa estica-lo ao máximo e, nessa região voce imagina os planetas, quanto maior a massa do objeto ou peso emcima do lençol, mais o lençol irá ceder, assim, voce já pode perceber que, os objetos quanto mais pesados mais força fazem no lençol! Coloque alguns objetos redondos simulando o sistema solar, sendo o Sol o maior objeto! mas todos eles na odevem chegar a rasgar o lençol!



Bem, os planetas, as luas e o Sol estão la mas não chegam a romper o lençol, agora imagine uma estrela, com uma massa muito concentrada, extremamanete mais pesada que o Sol, para simular isso, coloque algo bem pesado no local do antigo Sol, o lençol começa a ceder cada vez mais até que rompe, algo semelhante ocorre no buraco negro.
Voce irá perceber que, todos os objetos que eram simulaçoes dos planetas no lençol irão todos na direção do antigo Sol que se transformou em um buraco negro, que ira capturar tudo oque estiver proximo! é mais ou menos assim o que ocorre na realidade!

O buraco negro captura qualquer objeto ao seu redor, até mesmo a luz não escapa da sua força, acima uma ilustração de um buraco negro que capturou um planeta
geovisit.

doutrina humoral

  1. Pré-históriaO sistema nervoso tal como o conhecemos hoje surgiu há cerca de 30.000- 35.000 anos; os seres que como nós o apresentam são ditos Homo sapiens ou simplesmente homens modernos. Nossos ancestrais mais próximos, chamados Homo sapiens neanderthalensis (homens antigos ou arcaicos), que viveram entre 130.000-35.000 anos, tinham um sistema nervoso diferente e conseqüentemente, uma mente diferente. Em outras palavras, assim como se admite, em relação ao gênero Homo, mudanças significativas no sistema nervoso (a mais óbvia relacionada ao aumento do tamanho docérebro), também se admite uma evolução da mente e, especificamente, da consciência humana.Para Richard E. F. Leakey, um dos maiores paleontologistas do século XX, uma atividade humana plena de consciência e que às vezes deixa a sua marca no registro arqueológico é o sepultamento deliberado dos mortos; isto porque nesta atividade podemos identificar claramente uma percepção da morte e, portanto, uma percepção do eu.
  2. Na história humana, o primeiro indício de sepultamento deliberado, “é o sepultamento neanderthal há não muito mais que 100 mil anos (...). Antes de 100 mil anos atrás, não há indício de qualquer tipo de ritual que pudesse indicar consciência reflexiva”. A ausência de tais indícios, contudo, como bem destaca este autor, não corrobora a hipótese da ausência de consciência, mas também não permite que seja acrescentada como apoio à existência da consciência. Leakey ainda deixa claro que esta não é, provavelmente, “a primeira mente humana” – o Homo erectus provavelmente tinha uma consciência reflexiva altamente desenvolvida (sua complexidade social, grande tamanho cerebral e uma provável habilidade lingüística, apontam para isso).Assim, ao se perguntar quando, na pré-história humana a mente atingiu o estágio que ora experimentamos, a resposta, para Leakey, é em alguma época nos últimos 2,5 milhões de anos (período relacionado com a própria evolução do gênero Homo e com a origem de um cérebro maior). Voltando a atenção para os “humanos como nós” (sapiens moderno), a literatura refere a descoberta de crânios trepanados4 datados entre 7.000 e 20.000 anos, encontrados em vários continentes. Na falta de evidências documentais, pode-se apenas supor os motivos (terapêuticos? ritualistas?) para estas operações: tais especulações admitem que a tentativa consciente do homem de combater a doença é tão antiga quanto a própria consciência e que a medicina se originou de práticas mágicas e sacerdotais.
  3. AntigüidadeEntre as mais antigas informações escritas sobre o sistema nervoso, destaca-se o papiro descoberto no Egito por Edwin Smith, no século XIX. O documento foi escrito em cerca de 1700 a.C., possivelmente pelo médico egípcio Inhotep, mas admite-se que ele se baseie em textos mais antigos, provavelmente do Antigo Império (cerca de 3000 a.C.). Esse papiro é um verdadeirotratado de cirurgia e contém a descrição clínica detalhada de pelo menos 48 casos com os respectivos tratamentos racionais e prognósticos (favorável, incerto e desfavorável). Vários desses casos são importantes para a neurociência, pois neles se discute o encéfalo (o termo aparece pela primeira vez neste documento), as meninges, o líquor, e a medula espinhal. O papiro Edwin Smith, contudo, constitui exceção. No cômputo geral, ainda por mais de dois mil anos, as concepções médicofilosóficas giraram em torno do empirismo e do sobrenatural.
  4. Na antiga Grécia, a medicina era inicialmente dominada pelos filósofos cientistas e as discussões giravam em torno do problema corpo-alma. A partir do século V a.C. estabelece-se a diferenciação entre medicina e filosofia, e a “etiologia” da doença deixa de ser mitológica e passa a ser percebida em termos científicos. Para todos esses pensadores gregos, contudo, a saúde exigiaa harmonia do corpo e da alma.Entre as idéias defendidas, destacamos: a de Pitágoras (580-510 a.C.), que admitia que no encéfalo estava situada a mente, enquanto no coração localizavam-se a alma e as sensações; a de Alcmeon (cerca de 500 a.C.), que descreveu os nervos ópticos e investigou os distúrbios funcionais do encéfalo, considerando-o a sede do intelecto e dos sentidos; a de Hipócrates (cerca de 460-370 a.C.), que discutiu a epilepsia como um distúrbio do encéfalo, e o considerava como sede da inteligência e das sensações (tese cefalocentrista); a de Platão (427-347 a.C.), que considerava o encéfalo como sede do processo mental e julgava a alma tríplice, sendo o coração a sede da alma afetiva, o cérebro da alma intelectual, e o ventre da concupiscência (apetite sexual); a de Aristóteles (384-322 a.C.), que admitia ser o coração o centro das sensações, das paixões e da inteligência (tese cardiocentrista), enquanto o encéfalo tinha como função refrigerar o corpo e a alma; e a de Herófilo (335-280a.C.), médico de Alexandria, que efetuou grandes avanços anatômicos, estudando com minúcias, entre outros, o sistema nervoso central e o periférico.
  5. Idade Média e RenascimentoJá durante o período pré-medieval, a medicina de Cláudio Galeno, (cerca de 130-203), teve enorme projeção, mantendo-se incontestada durante mais de mil anos, tendo influenciado toda a Idade Média e até mesmo após o advento renascentista. Embora médico de gladiadores, o que lhe permitia investigar as conseqüências de lesões na medula e no cérebro, a maior parte desuas idéias sobre o funcionamento cerebral humano derivava de suas cuidadosas dissecações em animais.Para Galeno, o encéfalo era formado de duas partes: uma anterior, o cerebrum e uma posterior, o cerebellum. Galeno deduziu (corretamente) que o cerebrum estava relacionado com as sensações, sendo também um repositório da memória, enquanto o cerebellum estava relacionado com o controle dos músculos. Os nervos eram condutos que levavam os líquidos vitais ou humores, permitindo que as sensações fossem registradas e os movimentos iniciados.
  6. A doutrina humoral atingiu o seu apogeu na teoria de Galeno, mas admite-se que tenha sido elaborada pela escola hipocrática a partir da idéia présocrática de que o mundo era constituído de 4 elementos inalteráveis, que formavam a raiz de tudo: terra, ar, fogo, e água. Esses 4 elementos, por sua vez, eram dotados de 4 qualidades, opostas aos pares: quente e frio, seco e úmido (a terra era fria e seca, o ar quente e úmido, o fogo quente e seco, e aágua fria e úmida). A transposição deste conceito para o comportamento/temperamento humano deu origem à concepção dos 4 líquidos essenciais (sangue, fleuma, bile amarela – pituíta, e bile negra – atrabílis) que, quando em equilíbrio e harmonia (eucrasia) asseguravam a saúde do indivíduo, enquanto a doença era devida ao seu desequilíbrio e desarmonia (discrasia).Assim, segundo a predominância de um ou outro desses 4 humores, tinha-se o indivíduo otimista, falante, irresponsável (tipo sanguíneo); calmo, sereno, lento, impassível (tipo fleumático); explosivo, ambicioso (tipo colérico); introspectivo, pessimista (tipo melancólico). As expressões “bom humor”, “mau humor”, “bem humorado”, “mal humorado”, são reminiscências dos conceitos de eucrasia e discrasia.Este é o princípio da psiquiatria e da teoria química aplicada às atividades cerebrais.
  7. A partir da morte de Galeno, o conhecimento médico sofreu um processo de decadência qualitativa e quantitativa. Nesta decadência, dois fatores merecem ser destacados: primeiro, a ampla aceitação da doutrina cristã de que o corpo tinha pouca ou nenhuma importância em comparação com a alma (daí os estudos que tinham por objeto o corpo serem considerados desprezíveise indignos); segundo, a crença (a princípio rejeitada pela Igreja, mas depois absorvida por aqueles que professavam a religião), de que “a forma humana simboliza a estrutura do Mundo Maior, que o microcosmo é construído nos moldes do macrocosmo, que o homem é um epítome do Universo”.Daí porque o esquema do homem zodiacal, no qual os signos do zodíaco eram escritos primeiramente ao redor e depois sobre as várias partes do corpo que se supunha que governassem, estava entre os produtos mais comuns da época.
  8. Dada a manutenção da estreita relação da medicina com as correntes filosófico-religiosas predominantes, a leitura de Aristóteles que, de início, era condenável pela Igreja, acabou por elevá-lo à culminância de fonte de conhecimentos comparável à Bíblia; e os escritos de Galeno que, sob muitos ângulos encerravam fundo religioso acentuado, foram aceitos e mantidos comodogmas.Em outras palavras, o pensamento médico ocidental durante a Idade Média, tentou ajustar as doutrinas biológicas e médicas de Aristóteles e Galeno aos ideais da Igreja. Daí, por exemplo, as câmaras ventriculares do cérebro, descritas por Galeno, terem sido ajustadas à idéia do corpo como abrigo natural da alma, dando suporte à chamada hipótese de localização ventricular (doutrina ventricular).
  9. O número de ventrículos, igual a três, representando a Santíssima Trindade, ajustava-se ao sentimento religioso reinante, ou seja, destacava o esforço de munir a fé de argumentos racionais, de promover a conciliação entre a fé e a razão, aceitando a noção das funções cerebrais localizadas nos ventrículos (achando-se na célula anterior as sensações, na média o pensamento, e na posterior a memória).
  10. A partir do final do período medieval, teve início um movimento cultural caracterizado pelo estudo de obras gregas e romanas até então desconhecidas. Esse movimento cultural coincide com o Humanismo, parte do que hoje chamamos de Renascença ou Renascimento.Iniciado na Itália, a intensa renovação artística e cultural produzida neste período garantiu, entre outros, um grande avanço no estudo da anatomia humana graças principalmente, às obras de Leonardo da Vinci (1452-1519) e Andreas Vesalius (1514-1564), que contribuíram de forma decisiva. A observação e a extraordinária habilidade técnica de Da Vinci, representadapor meio de seus desenhos anatômicos, destacam este autor como criador da ilustração médica. Em relação ao sistema nervoso, sua mais notável contribuição foi a realização de moldes dos ventrículos cerebrais (a partir da injeção de cera líquida aquecida, que se solidificava após refrigeração). Tornou-se evidente, então, que não eram três, mas quatro os ventrículos cerebrais(dois laterais, um em cada hemisfério cerebral, o terceiro, localizado na altura do troncoencefálico, e o quarto ventrículo, localizado na altura docerebelo). Os maravilhosos desenhos de Da Vinci, no entanto, permaneceram ignorados durante cerca de 300 anos e o homem celebrado como pai da anatomia foi Vesalius que, em 1543, publicou sua obra monumental De humanicorporis fabrica libri septem, dividida em sete volumes, freqüentemente referida como Fábrica, considerada uma das obras mais importantes já publicadas. Além de representar um marco na história da medicina, este livro tem alta significação como obra de arte − não apenas pelos estudos terem sido feitos em cadáveres humanos (rompendo a tradição imposta por Galeno deestudar a anatomia nos animais para transplantá-la para o homem), o que assegurava aqualidade da expressão corporal de suas figuras, mas pelo fato de ser um dos primeiros exemplos de ilustrações impressos com fundo panorâmico tirado do natural.
  11. Séculos XVII e XVIIIDurante a segunda metade do século XVII e o início do século XVIII, o problema corpo x alma motivou vários pesquisadores na proposição de novas interpretações; tais idéias, contudo, tinham como característica principal o fato de que se baseavam em especulações e não em observações clínicas ou experimentais. Uma das teorias melhor conhecida é a de René Descartes (1596-1650); esta teoria admitia que a alma (denominada res cogitans, “a coisa pensante”) era uma entidade livre, não substantiva, imaterial, indivisível e o corpo (res extensa, “extensão da coisa”) uma parte mecânica, material, divisível.Embora diferentes, a alma interagia com o corpo por meio da glândula pineal, que também funcionava como centro de controle. Assim, no conceito cartesiano, a alma (o espírito) transcende o corpo e este é matéria dotada de movimento, como uma máquina. Esta teoria provocou uma dissociação mente e corpo e os indivíduos passaram a se identificar com a sua mente racional e não com o organismo, surgiram então as expressões “corpo sem alma”, “alma sem corpo”, e “de corpo e alma” (completamente, inteiramente).A afirmação “penso, logo existo” (em francês, “je pense, donc je suis”), publicada por Descartes, em 1637, na obra O discurso do método e depois, em 1644, na obra Princípios de Filosofia (em latim, cogito ergo sun). A referida citação afirma o oposto daquilo que ele acredita ser verdade acerca das origens da mente e da relação entre a mente e o corpo. Isso porque o conhecimento atual sobre o desenvolvimento filogenético (entre espécies biológicas), e ontogenético (em uma espécie biológica; no caso, Homo sapiens) permite-nos compreender que muito antes do aparecimento da humanidade, os seres já eram seres.O surgimento de uma consciência elementar e com ela uma mente simples, que com umamaior complexidade possibilitou o pensar e, mais tarde o uso de linguagens para comunicar e melhor organizar os pensamentos, é anterior ao surgimento dos humanos modernos. Mesmo no presente, quando viemos ao mundo e nos desenvolvemos, começamos por existir, e só mais tarde pensamos,“existimos e depois pensamos e só pensamos na medida em que existimos, visto o pensamento ser, na verdade, causado por estruturas e operações do ser”.A crença de Descartes em uma mente separada do corpo, uma mente desencarnada, contribuiu para alterar o rumo da medicina, ajudando-a a abandonar a abordagem da mente-no-corpo que predominou de Hipócrates até o Renascimento, e moldou a forma peculiar como a medicina ocidental aborda a investigação e o tratamento da doença (prática médica). Como resultado, asconseqüências psicológicas das doenças do corpo, propriamente dito, as chamadas doenças físicas, são normalmente ignoradas ou levadas em conta muito mais tarde; mais negligenciados ainda são os efeitos dos conflitos psicológicos no corpo. Ainda, a idéia cartesiana da mente separada do corpo explica porque ainda hoje muitos investigadores em psicologia se julgam capazes de entender a mente sem nenhum recurso à neurobiologia (“psicologia sem cérebro”) ou porque para muitosneurocientistas a mente pode ser perfeitamente explicada em termos de fenômenoscerebrais, deixando de lado o resto do organismo e o meio ambiente físico e social (ignorando também que o próprio meio é um produto das ações anteriores do organismo).Século XIXO século XIX foi, entre outros, marcado pelo nascimento da biologia e pela revolução de idéias decorrentes da teoria da seleção natural proposta pelo naturalista Charles Robert Darwin (1809-1882). A concepção de mente, enquanto atributo supremo e divino do ser humano, fortemente marcada pelo dogma e poder religioso, deixava os vapores etéreos para se encarnar no sistema nervoso humano. A descoberta de que o córtex cerebral, até então consideradohomogêneo do ponto de vista funcional, apresentava áreas anatomicamente definidas, deu suporte à idéia de que diferentes funções mentais estavam alojadas nas diferentes porções do córtex. O mais ilustre e provavelmente o primeiro proponente da localização cerebral das funções mentais foi o austríaco Franz Joseph Gall (1758-1828). Gall acreditava que o cérebroera na verdade um conjunto de órgãos separados, cada um dos quais controlava uma “faculdade” (aptidão) inata separada. Originalmente, Gall postulou a existência de 27 “faculdades afetivas e intelectuais” (entre elas, benevolência, agressividade, sentido da linguagem, amor parental);este número foi posteriormente aumentado. O desenvolvimento de uma determinada“faculdade” causava uma hipertrofia na zona cortical correspondente; esta zona hipertrofiada exercia pressão sobre a calota craniana, produzindo neste local uma pequena saliência óssea. As funções pouco desenvolvidas ou ausentes produziam, ao contrário, uma depressão na superfície craniana.Assim, pelo processo da cranioscopia (apalpação das proeminências) o praticante da Frenologia poderia determinar a natureza das propensões do indivíduo. E como as “faculdades” se encontravam em áreas circunscritas, essas idéias deram origem à chamada corrente localizacionista (e ao conseqüente surgimento dos mapas frenológicos). Descartada a partir de meados do século XX enquanto procedimento científico, a Frenologia, ainda hoje apresenta muitos adeptos. Quem nunca ouviu as expressões “cabeça chata” e “testa baixa”; elas se mantêm de uso corrente e são usadas no cotidiano para denotar pouca inteligência ou mesmo características de sujeitos de “raça inferior” (numa clara alusão preconceituosa).Gall estabelecia a função a partir do sintoma, isto é, se a lesão de uma determinada zona do cérebro causava perturbação de um determinado comportamento, isto se devia ao fato desta atitude ter sua sede nesta região. Admitir que cada parte do córtex cerebral tem uma função diferente deveria permitir, por exemplo, que se provocasse deficiências comportamentaisespecíficas por meio da remoção de porções circunscritas desse córtex; com o intuito de testar essa hipótese, muitos cientistas começaram a provocar lesões cerebrais em animais de laboratório e a observar suas conseqüências. Estes experimentos marcaram o nascimentoda neurociência experimental que conhecemos hoje. Entre os opositores do localizacionismo, merece destaque o fisiologista francês Marie-Jean-Pierre Flourens (1794-1867); este acreditava que as funções mentais não dependiam de áreas particulares do sistema nervoso, masque este funcionava como um todo, de modo orquestrado, integrado. Suas idéias anteciparam a noção de equipotencialidade (plasticidade neuronal), isto é, a capacidade de outras partes do cérebro assumirem funções do tecido neural lesado e deram início ao movimento que resultou na corrente holista (não localizacionista, unitarista) da função cerebral.

riqueza vegetal da amazonia

FLORESTA AMAZÔNICA: RIQUEZA VEGETAL]
Essa floresta cobre a maior parte da Região Norte, e seus limites avançam pelos estados de Mato Grosso e do Maranhão, além dos seguintes países da América do Sul: Guiana Francesa, Suriname, Guiana, Venezuela, Colômbia, Peru, Equador e Bolívia.
A floresta amazônica, que corresponde a um terço da reserva florestal do mundo, apresenta as seguintes características:
a) enorme variedade de plantas;
b) formação higrófila, isto é, típica de ambiente muito úmido;
c) plantas de espécies latifoliadas, isto é, de folhas grandes e largas;
d) plantas de folhas permanentes, que dão cor sempre verde à floresta;
e) árvores de diferentes ipedloucura4que, às vezes, chegam a atingir mais de 30 metros de altura;
f) árvores muito próximas umas das outras, entrelaçadas de cipós, formando uma floresta fechada;
g) abundância de plantas produtoras de fibras, como a placava, e de essências, usadas para a produção de medicamentos, perfumes, corantes, etc.;
h) grande número de árvores produtoras de madeiras de lei, como o cedro e o mogno;
i) vegetais de uma mesma espécie localizados muito longe uns dos outros e espalhados por uma grande área, característica que dificulta a exploração das riquezas da floresta.
Apesar da aparência homogênea, a Floresta Amazônica apresenta variações locais, de acordo com o clima, o solo e o relevo. Assim, podemos encontrar matas de igapó, de várzea e de terra firme.
A mata de igapó localiza-se junto aos rios, em terrenos sempre alagados. É a mais rica em espécies, sobretudo trepadeiras e arbustos. Suas árvores não ultrapassam 20 metros de altura. A mata de igapó, junto ao leito dos rios e sobre terrenos permanentemente alagados, caracteriza-se pela densidade da vegetação, resultado da variedade de espécies.
A mata de várzea corresponde à parte da floresta que fica inundada somente na época da cheia dos rios. Menos variada que a mata de igapó, suas árvores, contudo, são de maior porte. É o ambiente original da seringueira e do cacaueiro.
A mata de terra firme localiza-se em áreas livres de enchentes. É menos densa que a mata de várzea, mas suas árvores atingem de 30 a 50 metros de altura. Entre as espécies arbóreas destacam-se a castanha-do-pará, o caucho, o pau-rosa e o mogno.
A mata de terra firme constitui a maior parte da floresta, e é aí que se pratica a atividade extrativa da madeira. Também é conhecida pelo nome indígena de caá-etê. Um dos problemas ambientais que mais têm chamado a atenção do mundo é o desmatamento da Floresta Amazônica, que põe em risco o equilíbrio ecológico de uma imensa região. Desde que a Amazônia passou a ser efetivamente explorada, na década de 1970, já foram desmaitados de 12 a 13% de sua área original.

climatologia

  • A Vegetação Original

    Embora as temperaturas elevadas sejam praticamente constantes, é comum a penetração de frentes frias no sudoeste da Região, durante o inverno do hemisfério sul. Quando isso acontece, os termômetros descem bruscamente e atingem temperaturas em torno de 14 °C. Esse fenômeno, que dura no máximo uma semana, recebe o nome de friagem, e afeta principalmente a
    população ribeirinha.

  • Em decorrência das altas temperaturas reinantes e conforme a pluviosidade, os tipos climáticos da Região norte são classificados em equatorial e tropical continental.


  • Clima equatorial – Predomina em todos os estados da Região, exceto em trechos do Pará e de Roraima e na maior parte de Tocantins. É a área para onde se dirigem os ventos alísios, dominada pela massa de ar equatorial continental. Em função da pluviosidade é possível distinguir dois subtipos de clima equatorial.

  • Na Amazônia ocidental, onde as chuvas são abundantes e quase diárias, o clima é equatorial superúmido. Na maior parte da Região, o clima é úmido, sem estação seca caracterizada, embora sempre haja um período menos chuvoso.

  • Clima tropical continental – Caracteriza-se por uma estação chuvosa, o verão, e outra seca, o inverno, como no Centro-Oeste. Esse tipo de clima predomina no estado de Tocantins, no noroeste do Pará e no nordeste de Roraima. Recebe influência da massa equatorial continental e da massa equatorial atlântica.

  • No noroeste do Pará e em Tocantins, o inverno seco ocorre por influência da massa tropical atlântica.


  • A VEGETAÇÃO ORIGINAL O calor constante e a abundância de chuvas na Região permitiram o desenvolvimento de uma mata densa e sempre verde (perenifólia), que originalmente ocupava quase toda a superfície do Norte do Brasil. Essa mata, a mais extensa do mundo em região de clima quente, é a Floresta Amazônica.

o que são resitores

O que são Resistores


Resistores Resistores são todos os aparelhos elétricos que convertem energia elétrica em energia térmica (calor), tais como: lâmpada, chuveiro elétrico, ferro de passar roupa, alguns tipos de aquecedor elétrico, etc. ASSOCIAÇÃO DE RESISTORES Em muitos casos práticos, tem-se a necessidade de uma resistência maior do que a fornecida por um único resistor. Em outros casos, um resistor não suporta a intensidade da corrente que deve atravessá-lo. Nessas situações, utilizam-se vários resistores associados entre si. Os resistores podem ser associados em série, em paralelo ou numa combinação de ambas, a associação mista. Resistor equivalente – É o resistor que produz o mesmo efeito que a associação, ou seja, submetido à mesma ddp da associação, deixa passar corrente de mesma intensidade.

ASSOCIAÇÃO EM SÉRIE Um circuito elétrico com resistores, um seguido do outro, de modo a oferecer um único caminho para a passagem da corrente. Rs é o resistor equivalente da associação. Características da associação em série: a) A intensidade da corrente i é a mesma em todos os resistores, pois eles estão ligados um após o outro. b) A tensão U na associação é igual à soma das tensões em cada resistor: U = U1 + U2 + U3 Aplicando-se a 1.ª lei de Ohm a cada um dos resistores, podemos calcular a resistência do resistor equivalente da associação, da seguinte forma: U = U1 + U2 + U3 Rs . i = R1 . i + R2 . i + R3 . i Rs . i = i(R1 + R2 + R3) R = R1 + R2 + R3 O resistor equivalente tem uma resistência elétrica igual à soma das resistências elétricas de todos os resistores da associação. Para iluminar uma árvore de natal, por exemplo, usam-se lâmpadas de baixa tensão associadas em série.


Eletrodinâmica e Corrente Elétrica

Eletrodinâmica é a parte da eletricidade que estuda, analisa e observa o comportamento das cargas elétricas em movimento. À movimentação das cargas elétricas dá-se o nome de corrente elétrica, cujos exemplos existem em grande número, inclusive em nosso organismo, como as minúsculas correntes elétricas nervosas que propiciam a nossa atividade muscular. Corrente elétrica Consideremos o fio metálico da figura. Sendo um elemento condutor, esse fio apresenta uma grande quantidade de elétrons livres, que se movimentam de maneira desordenada no seu interior.
Ao movimento ordenado dos elétrons portadores de carga elétrica, devido à ação de um campo elétrico, damos o nome de corrente elétrica. Para estabelecer uma corrente elétrica num fio condutor usa-se um gerador, como, por exemplo, uma pilha ou uma bateria, que mantém, entre seus terminais, uma ddp constante. A origem da palavra corrente está ligada a uma analogia que os primeiros físicos faziam entre a eletricidade e a água. Eles imaginavam que a eletricidade era como a água, isto é, um fluido que escoava como água corrente. Os fios seriam os encanamentos por onde passariam essa corrente de eletricidade. Sentido da corrente elétrica Nos condutores sólidos, o sentido da corrente elétrica é o sentido do movimento dos elétrons no seu interior. Esse é o sentido real da corrente elétrica. No estudo da Eletricidade, entretanto, adota-se um sentido convencional, que é o do movimento das cargas positivas, e que corresponde ao sentido do campo elétrico no interior do condutor. Em nosso estudo, adotaremos o sentido convencional. .

quinta-feira, 24 de julho de 2008

História da Escova de Dentes

As primeiras escovas de dente surgiram há cerca de 3 mil anos a.C. no Egito. Eram feitas de ramos com as pontas desfiadas, essas pontas eram esfregadas nos dentes. Com o passar do tempo, a China desenvolveu no século XV uma escova feita com pêlos de animais amarrados a um pedaço de osso ou de bambu, mas observaram que tais pêlos estavam mofando e machucando a gengiva das pessoas e a partir daí os Estados Unidos começaram a estudar uma forma de melhorar a situação.

Em 1938, fabricaram as escovas de dente com cerdas de nylon. Eram macias e arredondadas permitindo limpar todos os dentes sem machucar as gengivas. Com o sucesso das novas escovas, outros modelos foram surgindo. Surgiram as cerdas macias para aqueles que preveniam possíveis machucados na boca e cerdas médias e duras para aqueles que acreditavam que eram melhores para limpar.

Hoje, dentre vários tipos de escovas existentes e de vários designes diferentes, vale lembrar que a escova precisa de alguns quesitos para fazer uma boa higienização. Entre eles, a durabilidade das cerdas quanto ao soltar da base e a forma das cerdas que devem ser adequadas.

Também é importante ressaltar que algumas bactérias se desenvolvem a partir dos restos de alimentos que ficam entre os dentes e a única maneira de evitar sua proliferação e outros danos bucais é com o uso da escova de dente.

Intoxicação por Água

A intoxicação por água é um desequilíbrio que ocorre no organismo quando se ingere grande quantidade de água num curto período, sobrecarregando os rins que não conseguem funcionar normalmente. Causa um problema chamado hiponatremia que desconcentra os íons de sódio no organismo e pode levar o indivíduo à morte.

No início pode ser tratada com soro associado a eletrólitos, mas se não tratada é fatal, pois o sódio faz a circulação dos líquidos na parte externa das células regulando a pressão arterial, auxiliando no bom funcionamento dos músculos, entre outros benefícios.

A grande quantidade de água no organismo faz com que as células tentem absorver maior proporção de água do que conseguem fazendo com que inchem bastante podendo explodir com a pressão da água, como ocorre com as células do cérebro. Não há uma quantidade exata de líquidos a ingerir, pois esta varia de acordo com as condições de cada organismo.

o que sao nuvens?

As nuvens são aglomerados de partículas de gelo ou água líquida que estão na atmosfera após processos de condensação ou liquefação. Após a formação de cada nuvem o vento é o responsável por transporta-las de maneira que pode alterar sua característica. O vento ao elevar uma ou mais nuvens faz com que estas sofram alterações de forma que se resfriam e consequentemente se congelam de forma parcial ou total. Quando estas são levadas para baixo pelo vento, tendem a desaparecer por causa do processo de evaporação da água que ocorre. Dessa forma, a nuvem com o auxílio dos ventos pode crescer ou se dissipar.

As nuvens podem ser classificadas de acordo com sua aparência (gênero), variedade e altitude. De acordo com a aparência existem nuvens fibrosas, altas, brancas e finas denominadas cirrus; nuvens formadas por grandes camadas denominadas stratus e nuvens formadas por placas individuais denominada cumulus.

De acordo com a variedade, determina as características de cada nuvem como o formato e o grau de transparência. De acordo com a altitude, as nuvens são consideradas altas se estiverem a 6km de altura acima do solo, médias se estiverem de 2 a 4km de altura em relação ao solo e baixas se estiverem até 2km de altura do solo.

A aparência de cada nuvem é variável dependendo da natureza, dimensão, número, textura e distribuição das partículas de água que contém e ainda depende da intensidade e da cor da luz que esta recebe.