Arte Real

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quinta-feira, 31 de julho de 2008

chuvas de meteoros




Os meteoros são conhecidos popularmente como estrelas cadentes, eles são pontos luminosos parecidos com estrelas que, se movimentam rapidamente no céu, onde o seu brilho pode variar muito de magnitude.
Tratam-se de minusculos corpos celestes, residuos de cometas e outros corpos celestes, pesam cerca de gramas e sã od otamanho de grãos de feijões. A variação do seu brilho, é causada devido ao atrito que este corpo sofre ao atingir a atmosfera da Terra, ao encontrar-se com ela o meteoro acabam se inflamando, causando um belo espetaculo.


São fenômenos associados com a entrada na atmosfera terrestre de pequenas partículas sólidas vindas do espaço. Ao mergulhar através do ar a altas velocidades, estas partículas deixam atrás de si brilhantes traços luminosos devido à fricção e também à ionização gerada nas camadas superiores da atmosfera.Este belíssimo fenômeno pode ser apreciado a olho nú, e sob boas condições de visibilidade é possível ver alguns meteoros por hora durante uma noite de observação. No entanto, em algumas épocas do ano, a Terra em sua órbita ao redor do Sol passa através de regiões com grande concentração de minúsculas partículas de poeira deixadas para trás por cometas que visitaram o Sistema Solar.


Ocorrem então as chamadas chuvas de meteoros. Nessas datas especiais, um número muito maior de meteoros pode ser observado, podendo chegar a dezenas ou até mesmo centenas de meteoros por hora.Esta página do Site Cosmobrain apresenta todo mês informações completas sobre as chuvas de meteoros, datas , mapas e dicas de observação. Junte-se você também a milhares de aficcionados ao redor do globo para observar este fenômeno que cativa os seres humanos desde tempos remotos.


Meteoro na constelação de Touro© James Senter, 1997
Radiantes e Nomenclatura :Os meteoros provenientes de uma determinada chuva de meteoros parecem se originar de um mesmo ponto na esfera celeste chamado radiante.


Isto significa que se traçarmos as trajetórias de cada meteoro de trás para frente, vamos obter um padrão de linhas que convergem para um ponto ou pequena área do firmamento onde se localiza o radiante.Esta ilusão de que os meteoros parecem divergir a partir do radiante é um efeito de perspectiva, já que na verdade os meteoros atingem a atmosfera terrestre descrevendo trajetórias paralelas entre si. É o mesmo efeito que notamos ao observar como as pistas paralelas de uma auto-estrada parecem se juntar num ponto distante do horizonte.


As chuvas de meteoros recebem nomes derivados das constelações onde se encontram os seus respectivos radiantes, ou das estrelas mais brilhantes próximas aos radiantes. Por exemplo, as Orionídeas possuem o seu radiante na constelação de Órion. As Delta-Aquarídeas possuem o radiante próximo à estrela delta da constelação de Aquarius, e assim por diante.
Brilhante Meteoro das Leonídeas© Franco Canepari, Itália 1999
Chuvas de Meteoros Anuais :Algumas chuvas de meteoros são bem conhecidas e ocorrem regularmente a cada ano. Qualquer pessoa interessada na observação deste fenômeno pode planejar as suas observações antecipadamente, conhecendo a data correta e a hora da noite mais apropriada .Como o nosso planeta sempre cruza um cinturão de meteoróides no mesmo ponto da sua órbita, as chuvas de meteoros sempre ocorrem nas mesmas datas de cada ano. São as chuvas de meteoros anuais.


Tipos de Chuvas Meteóricas :As chuvas de meteoros, também chamadas por alguns autores de enxames meteóricos, apresentam uma grande diversidade quanto ao número de meteoros por hora ( THZ ), duração da atividade, características típicas dos meteoros ( como cor, brilho, velocidade, etc. ) e periodicidade. Algumas chuvas meteóricas, como as Perseídeas e as Geminídeas por exemplo, são bastante regulares em relação à intensidade, e podemos esperar ver o mesmo número de meteoros durante o máximo todos os anos. Outras chuvas apresentam intensidade variável dependendo do ano.


As Leonídeas, por exemplo, mostram uma atividade excepcional apenas nos anos próximos à passagem do seu cometa associado, o Temple-Tuttle, que ocorre a cada 33 anos, exibindo uma atividade bastante baixa nos demais. Outro exemplo de enxame fortemente dependente da passagem periélica do cometa associado são as Pi-Puppídeas, que exibem um grande aumento da atividade apenas a cada 5 anos quando o cometa Grigg-Skjellerup se aproxima do Sol. Podemos observar também uma grande variação quanto à duração do período de atividade de cada chuva.


Enquanto que em alguns casos o pico de atividade pode durar apenas algumas horas, para outros, como por exemplo nas Delta-Aquarídeas e nas Taurídeas, esta atividade se estende durante semanas.
As velocidades de um meteoro podem variar, entre máxima de 42Km/seg em relação ao Sol e de até 72 Km/seg em relação a Terra, eles se encontram a uma altura de aproximadamente 120 Km quando aparecem, e de 70 Km quando desaparecem totalmente aos serem incenerados pela atmosfera. Acima, imagem de meteoritos sendo incenerados pela atmosfera!
Os meteoros cruzam frequentemente os céus de nosso planeta, chegando aos milhões, em cidades com pouca
poluição luminosa, é possivel ve-los facilmente. Alguns desses enxames possuem data certa para ocorrerem, veja a tabela abaixo os nomes e as datas de alguns desses eventos!

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