1. O que é a Maçonaria de nossos dias?
A Maçonaria é uma Ordem Universal formada de homens de todas as raças, credos e nacionalidades, acolhidos por suas qualidades morais e intelectuais e reunidos com a finalidade de construírem uma Sociedade Humana, fundada no Amor Fraternal, na esperança com amor à Deus, à Pátria, à Família e ao Próximo, com Tolerância, Virtude e Sabedoria e com a constante investigação da Verdade e sob a tríade LIBERDADE, IGUALDADE E FRATERNIDADE, dentro dos princípios da Ordem, da Razão e da Justiça, o mundo alcance a Felicidade Geral e a Paz Universal.
2. A Maçonaria é uma sociedade secreta?
A Maçonaria não é uma sociedade secreta, no sentido como tal termo é geralmente empregado. Uma sociedade secreta é aquela que tem objetivos secretos e oculta a sua existência assim como as datas e locais de suas sessões. O objetivo e propósito da Maçonaria, suas leis, história e filosofia tem sido divulgados em livros que estão à venda em qualquer livraria. Os únicos segredos que a maçonaria conserva são as cerimônias empregadas na admissão de seus membros e os meios usados pelos Maçons para se conhecerem.
3. A Maçonaria é uma religião?
A Maçonaria não é uma religião no sentido de ser uma seita, mas é um culto que une homens de bons costumes. A Maçonaria não promove nenhum dogma que deve ser aceito taticamente por todos, mas inculca nos homens a prática da virtude, não oferecendo panacéias para a redenção de pecados. Seu credo religioso consiste apenas em dois artigos de fé que não foram inventados por homens, mas que se encontram neles instintivamente desde os mais remotos tempos da história: A existência de Deus e a Imortalidade da Alma que tem como corolário a Irmandade dos Homens sob a Paternidade de Deus.
4. A Maçonaria é anti-religiosa?
A Maçonaria não é contra qualquer religião. Ela ensina e pratica a tolerância, defendendo o direito do homem praticar a religião ed seu agrado. A Maçonaria não dogmatiza as particularides do credo e da religião. Ela reconhece os benefícios e a bondade assim como a verdade de todas as religiões, combatendo, ao mesmo tempo, as suas inverdades e o fanatismo.
5. A Maçonaria é ateísta ou meramente agnóstica?
A Maçonaria não é ateísta nem agnóstica. O ateu é aquele que diz não acreditar em Deus enquanto o agnóstico é aquele que não pode afirmar, conscientemente, se Deus existe ou não. Para ser aceito e ingressar na Maçonaria, o candidato deve afirmar a crença em Deus.
6. A Maçonaria é um partido político?
A Maçonaria não é um partido político. Ela não tem partido. Em princípio, a maçonaria apóia o amor à Pátria, respeito às leis e à Ordem, propugnando pelo aperfeiçoamento das condições humanas. Os maçons são aconselhados a se tornarem cidadãos exemplares e a se afastarem de movimentos cuja tendência seja a de subverter a paz e a ordem da sociedade, e se tornarem cumpridores das ordens e das leis do país em que estejam vivendo, sem nunca perder o dever de amar o seu próprio país. A maçonaria promove o conceito de que não pode existir direito sem a correspondente prestação de deveres, nem privilégios sem retribuição, assim como privilégios sem responsabilidade.
7. A Maçonaria é uma sociedade de auxílios mútuos?
A Maçonaria não é uma sociedade de auxílios mútuos, ela não garante à ninguém a percepção de uma soma fixa e constante a nenhum de seus membros, na eventualidade de uma desgraça ou calamidade pode reclamar tal auxílio. Entretanto, a Maçonaria se empenha para que nenhum de seus membros sofra necessidades ou seja um peso para os outros. O Maçom necessitado recebe de acordo com as condições e as possibilidades dos demais membros da Ordem.
8. A Maçonaria é uma ideologia ou um "ismo"?
A Maçonaria nem é uma ideologia, nem um "ismo". Ela não se envolve com as sutilezas da filosofia política, religiosa ou social. Mas, ela reconhece que todos os homens tem uma só origem, participam da mesma natureza e tem a mesma esperança e, por conseguinte, devem trabalhar em união para o mesmo objetivo - a felicidade e bem estar da sociedade.
9. Então o que é a Maçonaria?
A Maçonaria é uma organização mundial de homens que, utilizando-se de formas simbólicas dos antigos construtores de templos, voluntariamente se uniram para o propósito comum de se aperfeiçoarem na sociedade. Admitindo em seu seio, homens de caráter, sem consideração à sua raça, cor ou credo, a Maçonaria se esforça para constituir uma liga internacional de homens dedicados a viverem em paz, harmonia e afeição fraternal.
10. Qual é a missão da Maçonaria?
A missão da Maçonaria é a de "fazer amigos, aperfeiçoar suas vidas, dedicar-se às boas obras, promover a verdade e reconhecer seus semelhantes como homens e irmãos".
A missão da Maçonaria ainda é a prática das virtudes e da caridade, é confortar os infelizes, não voltar as costas à miséria, restaurar a paz de espírito e a paz aos desamparados e dar novas esperanças aos desesperançados.
11. A Maçonaria convida as pessoas para se filiarem a ela?
A Maçonaria não "convida" ninguém, mesmo aos mais qualificados para se tornarem um membro da Ordem. Aquele que deseja entrar para ela, deve manifestar esse desejo espontaneamente, declarando que livre e conscientemente deseja participar dela.
A Maçonaria não prende nenhum homem a juramentos incompatíveis com sua consciência o liberdade de pensar.
12. Porque a Maçonaria não inicia mulheres?
Tendo evoluído da Maçonaria Operativa que erguia templos no período da construção de catedrais, a Maçonaria adotou a antiga regulamentação que provia o seguinte: "As pessoas admitidas como membros de uma Loja devem ser homens bons e de princípios virtuosos, nascidos livres de idade madura, sem vínculos que o privem de pensar livremente, sendo vedada a admissão de mulheres assim como homens de comportamento duvidoso ou imoral.
A regularidade da maçonaria se deve ao fato de se ater aos seus princípios básicos e imutáveis regidos por mandamentos, entre os quais se inclui o que acima se disse.
13. Por que são chamados de templos os locais de reunião?
Os lugares onde os maçons se reúnem são chamados de templos porque, embora não sendo uma religião ou reunindo-se em uma igreja, a Maçonaria preserva religiosamente os direitos de cada indivíduo praticar a religião ou credo de sua preferência, mantendo-se eqüidistante das diferentes seitas ou credos. Ela ensina a todos como respeitar e tolerar as religiões diversas de seus membros.
14. A Maçonaria Universal obedece a uma autoridade máxima?
Nem mesmo em um país como os Estados Unidos que agora se compõe de 50 Estados e conta com cerca de 4 milhões de Maçons, obedece a Maçonaria a uma autoridade suprema. A Maçonaria em cada país ou em cada estado de uma Federação é regulada e dirigida por uma Grande Loja independente e soberana.
sábado, 12 de junho de 2010
TODO MAÇOM DEVE SER UM ÓTIMO ALQUIMISTA.
O alquimista foi uma chave de fundamental importância na busca e no descobrimento cientifico, principalmente para o desenvolvimento da moderna engenharia química, a qual alcança a cada dia que se passa um maior grau tecnológico; tudo graças ao árduo trabalho dos mestres alquimistas na busca por novos campos do conhecimento.
É relatado através de fatos históricos que os alquimistas buscavam através de métodos dedutivos e experimentais a descoberta da pedra filosofal, a qual possui a capacidade de transformar metais considerados pela humanidade como inferiores no mais desejado dos todos metais terrestres que é o ouro, exemplo o níquel, bário, bronze devido ao fato de estes últimos possuírem um baixo valor no mercado econômico.
A química moderna por meio de instrumentos da mais perfeita precisão conseguiu achar uma suposta formula para a ocorrência da transmutação de metais como o bronze em ouro, o procedimento consiste em bombardiar um átomo de cobre com átomos, por exemplo de hidrogênio, para o de cobre poder transmutar em um átomo suposto de ouro, devido ao desprendimento de prótons causado pelos choques atômicos que irão afetar o núcleo do átomo de cobre. Assim, como tal fato está simbolizando em termos específicos a renovação espiritual da vida material, desse modo o corpo astral passa a cada dia de estudo de um maçom a desenvolver-se e com isso prevalecer sobre a existência física humana.
O maçom é o próprio alquimista de seu próprio corpo, ele faz jus a busca da sua interior pedra filosofal e pelo elixir da vida eterna. Para um ser poder ser um imortal ele deve buscar primeiro crescer espiritualmente, pois a imortalidade é a regeneração universal de seu espírito, ou seja, ela consiste na perpetuação da vida normal e da maçônica através das gerações seguintes, devemos sobretudo pensar no futuro de nossa irmandade e da humanidade, com o intuito de salvar o nosso mundo contra os problemas típicos de uma vida profana e pensarmos no futuro como algo para desafiar e no passado como um objeto de superação. Logo somos os alquimistas de nossa existência e por isso devemos buscar transformar nosso ser material em um ouro imaterial.
É relatado através de fatos históricos que os alquimistas buscavam através de métodos dedutivos e experimentais a descoberta da pedra filosofal, a qual possui a capacidade de transformar metais considerados pela humanidade como inferiores no mais desejado dos todos metais terrestres que é o ouro, exemplo o níquel, bário, bronze devido ao fato de estes últimos possuírem um baixo valor no mercado econômico.
A química moderna por meio de instrumentos da mais perfeita precisão conseguiu achar uma suposta formula para a ocorrência da transmutação de metais como o bronze em ouro, o procedimento consiste em bombardiar um átomo de cobre com átomos, por exemplo de hidrogênio, para o de cobre poder transmutar em um átomo suposto de ouro, devido ao desprendimento de prótons causado pelos choques atômicos que irão afetar o núcleo do átomo de cobre. Assim, como tal fato está simbolizando em termos específicos a renovação espiritual da vida material, desse modo o corpo astral passa a cada dia de estudo de um maçom a desenvolver-se e com isso prevalecer sobre a existência física humana.
O maçom é o próprio alquimista de seu próprio corpo, ele faz jus a busca da sua interior pedra filosofal e pelo elixir da vida eterna. Para um ser poder ser um imortal ele deve buscar primeiro crescer espiritualmente, pois a imortalidade é a regeneração universal de seu espírito, ou seja, ela consiste na perpetuação da vida normal e da maçônica através das gerações seguintes, devemos sobretudo pensar no futuro de nossa irmandade e da humanidade, com o intuito de salvar o nosso mundo contra os problemas típicos de uma vida profana e pensarmos no futuro como algo para desafiar e no passado como um objeto de superação. Logo somos os alquimistas de nossa existência e por isso devemos buscar transformar nosso ser material em um ouro imaterial.
Vale de josafá
Capítulo 03.01-21
O que nos fica entendido, quando analisamos o capítulo 3 do livro do profeta Joel, é que ele procurou desenvolver detalhadamente o que estava sendo profetizado em Jl 2.30,31. Enquanto nestes dois versículos eram pressagiados o juízo que havia de vir no Dia do Senhor, o capítuloo 3 parece nos mostrar a extensão de tal juízo com a promessa de uma restauração plena a Israel, como nunca antes.
O primeiro versículo parece a introdução da sequencia de uma obra de grande importância: Eis que, naqueles dias e naquele tempo, em que mudarei a sorte de Judá e de Jerusalém (Jl 3.1). É interessante que Deus sempre trouxe juízo aos seus vizinhos quando Israel se arrependia. Até porque as assolações que Israel enfrentava com as nações vizinhas na maioria das vezes era resultado de sua apostasia, e, quando convertia-se novamente ao Senhor, Ele derramava juízo contra as nações que afligiam seu povo. Vemos que o primeiro versículo deixa um panorama de conversão nacional, e, sua consequencia, descrita no versículo 2, seria um juízo generalizado contra todas as nações. Vemos que Deus estipulou um tempo:naqueles dias e naquele tempo. Qual? Com certeza é o mencionado em Jl 2.28,29. Um período futuro onde o povo de Deus experimentaria a efusão do Espírito. Uma das consequencias do derramamento do Espírito seria a restauração da sorte de Judá (Jl 3.1) ,a destruição dos seus inimigos (Jl 3.2), A razão do julgamento é descrito no vv. e, onde lemos que o tratamento que tais nações fizeram contra o povo de Deus foi extremamente rude: lançaram sortes sobre o meu povo, e deram meninos por meretrizes, e venderam meninas por vinho, que beberam. Uma das coisas que mais incomoda a Deus é a desumanidade: vemos claramente o comércio de humanos sendo citados, e, tomando por base o que lemos na ARA, até mesmo utilizar os filhos de Judá em prostituição ocorreu. Nada seria mais necessário para que o Deus julgasse tais nações.
O profeta foca suas atenções em três nações: Tiro, Sidom e todas as regiões da Filístia (Jl 3.4), que possuíam um forte comércio escravagista. A conduta dessas cidades da Filístia (provavelmente Gaza, Asdode, Ascalom, Gate e Ecrom) é tão imprópria que Deus pergunta se por um acaso "quereis vingança contra mim?" A soberania de Deus é tão exaltada que Ele procura lhes dizer que se é isso que querem, ele próprio faria com que sua vingança se voltasse contra as cabeças deles. No versículo 5, Joel desenvolve algo acerca dos crimes destas cidades: Visto que levastes a minha prata e o meu ouro, e as minhas jóias preciosas metestes nos vossos templos, e vendestes os filhos de Judá e os filhos de Jerusalém aos filhos dos gregos, para os apartar para longe dos seus limites. Na primeira citação, o saque dos tesouros do templo, com certeza deixados pelas ofertas dos filhos de Judá, o saque das jóias preciosas para serem ofertadas a divindades das nações (nos seus templos), e a venda de escravos judeus aos filhos dos gregos (Jl 3.5,6). Uma vez identificados os pecados, Javé apresenta a punição: Eis que Eu os suscitarei do lugar para onde os vendestes e farei cair a vossa vingança sobre a vossa própria cabeça. Venderei os vossos filhos e as vossas filhas aos filhos de Judá, e estes, aos sabeus, a uma nação remota, porque o Senhor o disse. Vemos que a sentença contra tais nações envolve a mesma atitude que elas haviam feito contra Judá (Jl 3.7,8).
A partir do versículo 9, inicia-se uma das etapas finais do livro. Aqui, Deus convoca que seus mensageiros proclamem entre as nações que o juízo profetizado seja realizado, através de uma guerra santa, onde os valentes deveriam ser suscitados, e subir em guerra. Esta mobilização atingiria grande número de pessoas (seria apregoado entre as nações, subiriam todos os homens de guerra, armados com ferramentas de ferro Jl 3.9,10). Esta convocação deveria ser urgente, ao vale de Josafá citado em Jl 3.2, e a expressão "ó Senhor, faze descer os teus valentes", parece-nos como um aviso dos mensageiros que as nações já estavam se mobilizando para o encontro, onde o Senhor se assentaria para julgar. Se Deus foi poderoso para convocar um exército de gafanhotos, não seria também de suscitar valentes que enfrentassem as nações inimigas (Jl 3.11,12)?
No versículo 13, Deus muda sua atitude, de Juíz para Lavrador, ordenando aos seus servos que lancem a foice, porque está madura a seara, vinde, pisai, porque o lagar está cheio, os seus compartimentos transbordam, porque a sua malícia é grande. Aqui, Javé ordena aos seus que venham a infringir o juízo citado em Jl 3.9 pois a malícia de tais nações já passou do que é tolerado por Deus. O profeta então observa a estarradora situação e clama: Multidões, multidões, no vale da decisão. A menção do Dia do Senhor faz vir novamene a tona o juízo que Deis infringirá nas nações, conforme anteriormente mencionado, e estas afirmações vão sendo novamente mencionadas em Jl 3.15 (sol e lua escurecerá, Jl 3.31, as estrelas retiram o seu esplendor. Apesar de todos estes prodígios que ocorrem, é interessante que tanto a atenção do profeta quanto do próprio Deus estão no juízo, não em suas consequencias. A menção do Senhor "bramando", ruído produzido pelo leão, um animal feroz e violento, nos dá uma impressão de abalo poderosa: a mesma voz que criou os céus e a terra sendo pronunciada com violência contra os inimigos do Senhor, fazendo a terra tremer (Jl 3.17), porém, as consequencias serão sentidas apenas pelos inimigos, pois o Senhor será o refúgio do seu povo e a fortaleza dos filhos de Israel.Aleluia!
Os versículos 18 a 21 são um cântico de restauração onde vemos o Senhor sarar toda a devastação causada pelo exército de gafanhotos, citando as mais diversas figuras representando a prosperidade e as bençãos de Deus fluindo no meio do seu povo (mosto, leite, águas). Esta predissão nos faz até mesmo sonhar com as descrições da Santa Cidade que será morada dos redimidos, de onde saíra uma fonte da Casa do Senhor (Jl 3.18; Ap 22.1,2). A extensão do juízo contra as nações atinge agora os antigos inimigos do povo de Israel,Egito e Edom (Jl 3.19), cujo crime é citado: o derramamento de sangue inocente (bem se conhece o que fez o Egito com o povo de Deus nos tempos de faraó). Após isso é mencionada uma promessa de perpetuosidade, onde Judá seria habitada para sempre e Jerusalém de geração a geração, o que demonstra o poder do Senhor Deus em preservar e prover a salvação e a benção para o seu povo, e o versículo 19 deve ser lido como um questionamento, onde nos originais uma melhor tradução seria: Deixaria eu impune o vosso sangue? Não, pois o Senhor habitará em Sião! É a revelação maior do Deus que vela pelos seus!
omentários e Contexto
(1) Jl 3.2, Apesar de conter a expressão "todas as nações", parece-nos que a intenção do profeta não era uma abrangência tão grande. São listadas estas nações pormenorizadamente em 3.19 e 3.4: Tiro, Sidom, Filístia, Egito e Edom. Estas nações são as vizinhas de Judá, as quais ao longo da história atormentaram o povo de Deus.
(2) Jl 3.2, Vale de Josafá, apesar de parecer ser uma alusão ao rei Josafá, é mais provável que para entendermos a intenção do profeta tenhamos que pegar a etimologia desta palavra, que significa "Javé tem julgado". Esta interpretação é reforçada pelo fato de em Jl 3.14 o termo ser trocado por Vale da Decisão, o que nos indica que a intenção certamente foi a de indicar o juízo de Deus no contexto em questão.
(3) Jl 3.8, sabeus, a referência aos sabeus identifica a gravidade que isso seria aos habitantes destas nações: Sendo Sabá uma região remota ao sul da Arábia, desértica, seria imprópria para escravos que viviam no litoral.
(4) Jl 3.14, Multidões, multidões, a repetição desta expressão parece indicar (1) um ajuntamento tão grande de pessoas, a ponto de causar espantos, (2) a expressãohamonim no original também transmite a idéia de tumulto e confusão.
(5) Jl 3.14, Vale da Decisão, a expressão é usada exatamente com a mesma finalidade de Vale de Josafá, isto é, indicar o lugar onde Deus infrigiria o juízo. A diferença aqui notada é que decisão tem dupla implicação: (1) As nações decidiram-se contra o Senhor e, (2) o Senhor decidiu julgá-las.
O que nos fica entendido, quando analisamos o capítulo 3 do livro do profeta Joel, é que ele procurou desenvolver detalhadamente o que estava sendo profetizado em Jl 2.30,31. Enquanto nestes dois versículos eram pressagiados o juízo que havia de vir no Dia do Senhor, o capítuloo 3 parece nos mostrar a extensão de tal juízo com a promessa de uma restauração plena a Israel, como nunca antes.
O primeiro versículo parece a introdução da sequencia de uma obra de grande importância: Eis que, naqueles dias e naquele tempo, em que mudarei a sorte de Judá e de Jerusalém (Jl 3.1). É interessante que Deus sempre trouxe juízo aos seus vizinhos quando Israel se arrependia. Até porque as assolações que Israel enfrentava com as nações vizinhas na maioria das vezes era resultado de sua apostasia, e, quando convertia-se novamente ao Senhor, Ele derramava juízo contra as nações que afligiam seu povo. Vemos que o primeiro versículo deixa um panorama de conversão nacional, e, sua consequencia, descrita no versículo 2, seria um juízo generalizado contra todas as nações. Vemos que Deus estipulou um tempo:naqueles dias e naquele tempo. Qual? Com certeza é o mencionado em Jl 2.28,29. Um período futuro onde o povo de Deus experimentaria a efusão do Espírito. Uma das consequencias do derramamento do Espírito seria a restauração da sorte de Judá (Jl 3.1) ,a destruição dos seus inimigos (Jl 3.2), A razão do julgamento é descrito no vv. e, onde lemos que o tratamento que tais nações fizeram contra o povo de Deus foi extremamente rude: lançaram sortes sobre o meu povo, e deram meninos por meretrizes, e venderam meninas por vinho, que beberam. Uma das coisas que mais incomoda a Deus é a desumanidade: vemos claramente o comércio de humanos sendo citados, e, tomando por base o que lemos na ARA, até mesmo utilizar os filhos de Judá em prostituição ocorreu. Nada seria mais necessário para que o Deus julgasse tais nações.
O profeta foca suas atenções em três nações: Tiro, Sidom e todas as regiões da Filístia (Jl 3.4), que possuíam um forte comércio escravagista. A conduta dessas cidades da Filístia (provavelmente Gaza, Asdode, Ascalom, Gate e Ecrom) é tão imprópria que Deus pergunta se por um acaso "quereis vingança contra mim?" A soberania de Deus é tão exaltada que Ele procura lhes dizer que se é isso que querem, ele próprio faria com que sua vingança se voltasse contra as cabeças deles. No versículo 5, Joel desenvolve algo acerca dos crimes destas cidades: Visto que levastes a minha prata e o meu ouro, e as minhas jóias preciosas metestes nos vossos templos, e vendestes os filhos de Judá e os filhos de Jerusalém aos filhos dos gregos, para os apartar para longe dos seus limites. Na primeira citação, o saque dos tesouros do templo, com certeza deixados pelas ofertas dos filhos de Judá, o saque das jóias preciosas para serem ofertadas a divindades das nações (nos seus templos), e a venda de escravos judeus aos filhos dos gregos (Jl 3.5,6). Uma vez identificados os pecados, Javé apresenta a punição: Eis que Eu os suscitarei do lugar para onde os vendestes e farei cair a vossa vingança sobre a vossa própria cabeça. Venderei os vossos filhos e as vossas filhas aos filhos de Judá, e estes, aos sabeus, a uma nação remota, porque o Senhor o disse. Vemos que a sentença contra tais nações envolve a mesma atitude que elas haviam feito contra Judá (Jl 3.7,8).
A partir do versículo 9, inicia-se uma das etapas finais do livro. Aqui, Deus convoca que seus mensageiros proclamem entre as nações que o juízo profetizado seja realizado, através de uma guerra santa, onde os valentes deveriam ser suscitados, e subir em guerra. Esta mobilização atingiria grande número de pessoas (seria apregoado entre as nações, subiriam todos os homens de guerra, armados com ferramentas de ferro Jl 3.9,10). Esta convocação deveria ser urgente, ao vale de Josafá citado em Jl 3.2, e a expressão "ó Senhor, faze descer os teus valentes", parece-nos como um aviso dos mensageiros que as nações já estavam se mobilizando para o encontro, onde o Senhor se assentaria para julgar. Se Deus foi poderoso para convocar um exército de gafanhotos, não seria também de suscitar valentes que enfrentassem as nações inimigas (Jl 3.11,12)?
No versículo 13, Deus muda sua atitude, de Juíz para Lavrador, ordenando aos seus servos que lancem a foice, porque está madura a seara, vinde, pisai, porque o lagar está cheio, os seus compartimentos transbordam, porque a sua malícia é grande. Aqui, Javé ordena aos seus que venham a infringir o juízo citado em Jl 3.9 pois a malícia de tais nações já passou do que é tolerado por Deus. O profeta então observa a estarradora situação e clama: Multidões, multidões, no vale da decisão. A menção do Dia do Senhor faz vir novamene a tona o juízo que Deis infringirá nas nações, conforme anteriormente mencionado, e estas afirmações vão sendo novamente mencionadas em Jl 3.15 (sol e lua escurecerá, Jl 3.31, as estrelas retiram o seu esplendor. Apesar de todos estes prodígios que ocorrem, é interessante que tanto a atenção do profeta quanto do próprio Deus estão no juízo, não em suas consequencias. A menção do Senhor "bramando", ruído produzido pelo leão, um animal feroz e violento, nos dá uma impressão de abalo poderosa: a mesma voz que criou os céus e a terra sendo pronunciada com violência contra os inimigos do Senhor, fazendo a terra tremer (Jl 3.17), porém, as consequencias serão sentidas apenas pelos inimigos, pois o Senhor será o refúgio do seu povo e a fortaleza dos filhos de Israel.Aleluia!
Os versículos 18 a 21 são um cântico de restauração onde vemos o Senhor sarar toda a devastação causada pelo exército de gafanhotos, citando as mais diversas figuras representando a prosperidade e as bençãos de Deus fluindo no meio do seu povo (mosto, leite, águas). Esta predissão nos faz até mesmo sonhar com as descrições da Santa Cidade que será morada dos redimidos, de onde saíra uma fonte da Casa do Senhor (Jl 3.18; Ap 22.1,2). A extensão do juízo contra as nações atinge agora os antigos inimigos do povo de Israel,Egito e Edom (Jl 3.19), cujo crime é citado: o derramamento de sangue inocente (bem se conhece o que fez o Egito com o povo de Deus nos tempos de faraó). Após isso é mencionada uma promessa de perpetuosidade, onde Judá seria habitada para sempre e Jerusalém de geração a geração, o que demonstra o poder do Senhor Deus em preservar e prover a salvação e a benção para o seu povo, e o versículo 19 deve ser lido como um questionamento, onde nos originais uma melhor tradução seria: Deixaria eu impune o vosso sangue? Não, pois o Senhor habitará em Sião! É a revelação maior do Deus que vela pelos seus!
omentários e Contexto
(1) Jl 3.2, Apesar de conter a expressão "todas as nações", parece-nos que a intenção do profeta não era uma abrangência tão grande. São listadas estas nações pormenorizadamente em 3.19 e 3.4: Tiro, Sidom, Filístia, Egito e Edom. Estas nações são as vizinhas de Judá, as quais ao longo da história atormentaram o povo de Deus.
(2) Jl 3.2, Vale de Josafá, apesar de parecer ser uma alusão ao rei Josafá, é mais provável que para entendermos a intenção do profeta tenhamos que pegar a etimologia desta palavra, que significa "Javé tem julgado". Esta interpretação é reforçada pelo fato de em Jl 3.14 o termo ser trocado por Vale da Decisão, o que nos indica que a intenção certamente foi a de indicar o juízo de Deus no contexto em questão.
(3) Jl 3.8, sabeus, a referência aos sabeus identifica a gravidade que isso seria aos habitantes destas nações: Sendo Sabá uma região remota ao sul da Arábia, desértica, seria imprópria para escravos que viviam no litoral.
(4) Jl 3.14, Multidões, multidões, a repetição desta expressão parece indicar (1) um ajuntamento tão grande de pessoas, a ponto de causar espantos, (2) a expressãohamonim no original também transmite a idéia de tumulto e confusão.
(5) Jl 3.14, Vale da Decisão, a expressão é usada exatamente com a mesma finalidade de Vale de Josafá, isto é, indicar o lugar onde Deus infrigiria o juízo. A diferença aqui notada é que decisão tem dupla implicação: (1) As nações decidiram-se contra o Senhor e, (2) o Senhor decidiu julgá-las.
O compasso e o esquadro.
O compasso representa o objeto que proporciona uma medida eficaz no delineamento de um campo de pesquisa, ficando implícito em tal fato a infalibilidade de deus para os mortais em torno da precisão da justiça divina, representando ao homem o espírito e a diversidade ideológica na não-retidão de um seguimento idealizador. Porquanto o esquadro está mais associado à natureza material e as noções de purificação das ilusões terrenas na alma, dessa forma um F.’.M.’. alcança mais habilmente e facilmente o trilhar da luz.
Os cegos têm a capacidade de enxergar a real energia humana, sentem as mais profundas vibrações; o mundo microscópico apesar de sua complexa existência, não é observável a olhos nus sendo vistos somente por objetos de uma profundeza observação. por tais circunstancias o esquadro e o compasso possuem princípios alem da psique da práxis humana, entretanto ambos representam a verdadeira comunhão entre a matéria com a alma, o imaterial com o material, o real com o intelegivel, situação que fica evidente na tela pintada por rafaello sanzio, a escola de atenas-1509-1510, a qual no centro da tela o confronto ideológico entre platão e aristóteles, o qual demostra a dualidade de caminhos que o homem deve seguir.
Platão acreditava que o mundo idealizado pelos homens e tido por todos como justo e perfeito era o mundo real na verdade, porem o mundo do convívio natural entre os seguimentos sociais era apenas um mundo ideal. Todavia aristóteles que foi um discípulo de platão em sua academia platônica, negou a tese de seu mestre, afirmando que o mundo real é o que o homem vive materialmente e não o que ele sonha para viver algum dia, havendo dessa maneira uma notável oposição visual, no entanto ambos comungam na crença de que o real e o imaginário se auto-completam, sendo peças de um mesmo jogo de quebra-cabeça.
No principio intelegivel há a indagação: nem tudo que parece estar perfeito, pode estar na realidade perfeito, pois o que o torna perfeito é a qualidade de ter um espírito forte. O homem é um ser mortal em sua fundamental essência material, porem em sua parte imaterial, ou seja no seu corpo astral, ele é imortal tornando-se a semelhança de deus, seu espírito fica mais forte quanto mais é medido precisamente pelo compasso.
Portanto o paradoxo existencial não é apenas composto por fatores alternos, e sim por objetos auxiliares e um maçom deve caminhar equilibrado e com uma retidão impecável numa linha bastante fina, estando dessa forma sempre apto a busca pela justiça, caridade e verdade em uma medida precisa e reta; proporcionadas pela honra do GADU e por todos.
Os cegos têm a capacidade de enxergar a real energia humana, sentem as mais profundas vibrações; o mundo microscópico apesar de sua complexa existência, não é observável a olhos nus sendo vistos somente por objetos de uma profundeza observação. por tais circunstancias o esquadro e o compasso possuem princípios alem da psique da práxis humana, entretanto ambos representam a verdadeira comunhão entre a matéria com a alma, o imaterial com o material, o real com o intelegivel, situação que fica evidente na tela pintada por rafaello sanzio, a escola de atenas-1509-1510, a qual no centro da tela o confronto ideológico entre platão e aristóteles, o qual demostra a dualidade de caminhos que o homem deve seguir.
Platão acreditava que o mundo idealizado pelos homens e tido por todos como justo e perfeito era o mundo real na verdade, porem o mundo do convívio natural entre os seguimentos sociais era apenas um mundo ideal. Todavia aristóteles que foi um discípulo de platão em sua academia platônica, negou a tese de seu mestre, afirmando que o mundo real é o que o homem vive materialmente e não o que ele sonha para viver algum dia, havendo dessa maneira uma notável oposição visual, no entanto ambos comungam na crença de que o real e o imaginário se auto-completam, sendo peças de um mesmo jogo de quebra-cabeça.
No principio intelegivel há a indagação: nem tudo que parece estar perfeito, pode estar na realidade perfeito, pois o que o torna perfeito é a qualidade de ter um espírito forte. O homem é um ser mortal em sua fundamental essência material, porem em sua parte imaterial, ou seja no seu corpo astral, ele é imortal tornando-se a semelhança de deus, seu espírito fica mais forte quanto mais é medido precisamente pelo compasso.
Portanto o paradoxo existencial não é apenas composto por fatores alternos, e sim por objetos auxiliares e um maçom deve caminhar equilibrado e com uma retidão impecável numa linha bastante fina, estando dessa forma sempre apto a busca pela justiça, caridade e verdade em uma medida precisa e reta; proporcionadas pela honra do GADU e por todos.
A magia natural
A magia natural é um conjunto de conhecimentos fundados na compreensão total da natureza, por meio da qual podemos desvendar os segredos e processos ocultos de todo o seu imenso e amplo organismo, tal fato contribuindo para o desenvolvimento da medicina material até a da medicina espiritual, ressaltando que ambas são importantes para o prolongamento da vida na terra, porquanto a ultima é a chave precursora de todo o desenvolvimento e manutenção da matéria viva, pois em um recipiente sem espírito não pode vida. Com isso chegamos ao conhecimento de seus componentes estruturais, suas qualidades, virtudes e segredos dos metais, pedras, vegetais, animais e da própria fisiologia humana; é fundamental lembrar que dizer que algo estar oculto, é algo estar irrevelável a vista profana e ignorantes, por isso poucos homens podem ver e apreciar novas descobertas.
Na seqüência lógica e cronológica da criação, o homem foi a obra produzida no sexto dia e todas as coisas priori e posterior a sua criação foram preparadas para legitimar a sua soberania aqui na terra, porem o homem deve ser um soberano devotos dos objetos inferiorizados tudo com o intuito de manter salva a sua coroa. Isso agradou a deus onipotente, o qual depois de formado completamente o grande mundo, ou macrocosmo, e achado que era bom, criou o homem como expressão sublime de sua imagem e, no homem, um modelo exato do grande mundo.
Ao esclarecer primeiro as qualidades e os atributos ocultos que estão encobertos no pequeno mundo, teremos a chave para abrir todos os tesouros e segredos do macrocosmo, ou o grande mundo.
Na seqüência lógica e cronológica da criação, o homem foi a obra produzida no sexto dia e todas as coisas priori e posterior a sua criação foram preparadas para legitimar a sua soberania aqui na terra, porem o homem deve ser um soberano devotos dos objetos inferiorizados tudo com o intuito de manter salva a sua coroa. Isso agradou a deus onipotente, o qual depois de formado completamente o grande mundo, ou macrocosmo, e achado que era bom, criou o homem como expressão sublime de sua imagem e, no homem, um modelo exato do grande mundo.
Ao esclarecer primeiro as qualidades e os atributos ocultos que estão encobertos no pequeno mundo, teremos a chave para abrir todos os tesouros e segredos do macrocosmo, ou o grande mundo.
o cultivador de pérolas
Era uma manhã de segunda-feira: nada estava correndo direito. Agarrado no sedimento arenoso, onde o rio desembocava no oceano, o molusco abriu gentilmente a sua concha, a fim de sugar água do mar, exatamente como vinha fazendo durante toda a sua vida. Dessa vez, entretanto, a água que corria pelo seu sistema de filtragem deixou um incômodo grão de areia em seu corpo. Ele não o conseguia deslocar. Nada que ele fizesse seria capaz de eliminar aquela partícula de sílica posta em seu corpo.
O grão de areia ficara encravado entre a carne mole da ostra e sua concha. O menor movimento era suficiente para acentuar a irritação: mais ou menos como uma pedrinha, dentro do sapato, cria uma dor crescente, à medida que se anda.
Deus proveu a ostra de uma secreção especial cujo nome é nacre. Mais ou menos como uma aranha pode expelir material para armar a sua teia, a ostra pode secretar o nacre em redor do fator de irritação, a fim de abrandar o incômodo. O molusco, fazendo uso do instinto, formou um cisto protetor em redor da substância estranha e foi revestindo sistematicamente o grão de areia com sua secreção.
Os meses arrastavam-se e se tornaram anos, mas a irritação não se ia. Embora agora o nacre tivesse formado uma proteção arredondada e lisa, e não cortasse mais a carne, formara-se uma excrescência interna, de tal volume, que o molusco sentia como se alguém estivesse pressionando um dedo em seu lado.
Numa certa manhã, um cozinheiro cortou o músculo que mantinha juntas as duas metades de uma concha, e deixou a ostra escorregar para dentro de uma tigela. A cozinha explodiu com um grito de excitação: "Vejam só o que encontrei! É a maior pérola que já vi. Vale uma fortuna!" A maneira como aquela ostra havia trabalhado a causa de sua dor tornara-se fonte de prazer e alegria para outrem.
O grão de areia ficara encravado entre a carne mole da ostra e sua concha. O menor movimento era suficiente para acentuar a irritação: mais ou menos como uma pedrinha, dentro do sapato, cria uma dor crescente, à medida que se anda.
Deus proveu a ostra de uma secreção especial cujo nome é nacre. Mais ou menos como uma aranha pode expelir material para armar a sua teia, a ostra pode secretar o nacre em redor do fator de irritação, a fim de abrandar o incômodo. O molusco, fazendo uso do instinto, formou um cisto protetor em redor da substância estranha e foi revestindo sistematicamente o grão de areia com sua secreção.
Os meses arrastavam-se e se tornaram anos, mas a irritação não se ia. Embora agora o nacre tivesse formado uma proteção arredondada e lisa, e não cortasse mais a carne, formara-se uma excrescência interna, de tal volume, que o molusco sentia como se alguém estivesse pressionando um dedo em seu lado.
Numa certa manhã, um cozinheiro cortou o músculo que mantinha juntas as duas metades de uma concha, e deixou a ostra escorregar para dentro de uma tigela. A cozinha explodiu com um grito de excitação: "Vejam só o que encontrei! É a maior pérola que já vi. Vale uma fortuna!" A maneira como aquela ostra havia trabalhado a causa de sua dor tornara-se fonte de prazer e alegria para outrem.
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