Arte Real

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sábado, 16 de agosto de 2008

HANDBALL FEMININO= anita gorbick_melhor jogadora de haNDBall do mundo atualmente









































































































acima fotos DA Anita görbizc








































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    Equipe feminina é surpreendida no último segundo e perde a chance de conseguir o primeiro triunfo em PequimEm sua segunda participação no torneio olímpico, a seleção brasileira feminina de handebol marcou seu primeiro ponto ao empatar em 28 gols contra a Hungria.













Se os resultados dos embates anteriores entre as duas seleções ou a trajetória olímpica das húngaras (prata em Sydney/00 e bronze em Atlanta/96) forem a referência, o marcador deve ser comemorado. Em contrapartida, a história do duelo de hoje (sobretudo a do segundo tempo), é razão para seguidas lamentações das brasileiras.Depois de um início conturbado e um esboço de controle de jogo, a seleção voltou a repetir a instabilidade da estréia.













O desequilíbrio brasileiro permitiu ao time europeu o controle do jogo. Sem aproveitar as falhas das oponentes, a equipe de Juan Oliver Coronado foi para o intervalo perdendo por cinco gols. Na volta do descanso, precisou de pouco mais de cinco minutos para igualar tudo. Liderado pela armadora esquerda Eduarda Amorin, a Duda, a seleção se manteve com chances de vencer.













Nos minutos finais equilíbrio de sobra. Após abrir duas posses de bola, o Brasil permitiu o empate das rivais. A menos de 30 segundos do fim, Duda chegou a marcar seu décimo gol no confronto, o que seria o da vitória. Mas, na cobrança de uma falta no segundo final, o improvável: a bola passou pelo meio da marcação brasileira e decretou o resultado de 28 a 28.













Hungria aproveita melhor precipitações brasileirasNão fossem os poucos instantes em que liderou o marcador ao sair de um 3 a 0 contra para um 4 a 3 a favor, o Brasil esteve sempre atrás da Hungria em toda a primeira etapa.













Enquanto a seleção européia concluía com precisão os contragolpes que encaixava, a seleção esbarrava no próprio nervosismo e na pressa para chegar ao gol de Palinger. A série de erros do Brasil contou com equívocos de fundamento, arremessos na trave e boas intervenções da camisa 16 da Hungria. Em boa parte das vezes, a goleira aproveitou sua envergadura e a rapidez do movimento de pernas para prevalecer nos chutes à meia altura. Sem a posse de bola, o Brasil também falhava. Nos momentos em que evitava as infiltrações da Hungria e forçava as oponentes a arremessar de média ou longa distância, a goleira Chana dificilmente era superada.













Dispostas a cumprir as determinações do treinador, que parou o embate quando o Brasil tomou a dianteira no período ao finalizar com eficiência da linha dos seis metros e aproveitar seus contra ataques, as húngaras passaram a explorar a cobertura defensiva utilizada pela seleção. Ao fechar o meio da defesa, a marcação brasileira abria espaços para o arremesso em liberdade da ponta direita húngara. Essa situação resultou em dois gols das européias.













Preocupado com o destaque momentâneo da adversária o Brasil se perdeu. A antes combativa defesa passou a ceder espaços para a movimentação das européias, sempre capaz de deixar uma das armadoras em condições de infiltrar e chutar com liberdade.













O êxito no ataque levou a Hungria a abrir frente. As seguidas exclusões por dois minutos das atletas brasileiras também contribuíam. O panorama só não se agravou mais, porque três atletas se destacavam e lutavam contra a repetição do desequilíbrio apresentado nos quinze primeiros minutos do segundo tempo contra a Alemanha.













Duda e Aline Santos conseguiam fazer gols a partir de arremessos da linha dos nove metros. Na defesa, Chana alternava grandes defesas com precisos lançamentos para as pontas aumentarem o marcador brasileiro.Nos últimos 10 minutos da parcial, as brasileiras abandonaram o sistema 6 x 0 para avançar uma das marcadoras. A meta era reduzir a elevada produtividade da armadora Anita Gorbicz.













A húngara teve a oportunidade de deixar sua equipe com seis gols de frente, mas desperdiçou uma cobrança de sete metros, ao mandar a bola para fora. Segunda parcial registra duelo entre Duda e GorbiczPouco antes do apito para os 30 minutos derradeiros do confronto, o norte americano Michael Phelps alcançava sua segunda medalha de ouro na olimpíada ao compor o revezamento 4x100 metros livre. Além do novo recorde mundial, a equipe americana contou com uma atuação notável de Jason Lezak, que conseguiu a dianteira após ultrapassar o francês Alain Bernard. A recuperação, considerada improvável por muitos dos presentes ao Cubo D Água parece ter inspirado a seleção feminina.Em poucos minutos, mais precisamente cinco, o placar de 17 a 12 para a Hungria foi igualado.













A peça chave para a reviravolta foi a camisa 6 do Brasil. Além de não dar chances de defesa para a goleira Palinger, Duda Amorin conseguiu provocar a exclusão de duas atletas da Hungria. A superioridade numérica, o Brasil ficou por quatro minutos com uma atleta a mais, levou a equipe a atuar em grande estilo. Pressionando na defesa, as brasileiras conseguiam recuperar a bola e sair para os contra-ataques. Quando o jogo de transição não acontecia, Duda assumia a responsabilidade sem desperdiçar seus arremessos de longa distância.













As finalizações precisas resultavam de tranqüilidade na movimentação ofensiva, suficiente para trocar passes e efetuar cruzamentos até o momento oportuno para o chute aparecer.Com o restabelecimento da igualdade numérica, o Brasil manteve a agressividade para marcar e a tranqüilidade para movimentar a bola. Quando tudo indicava a virada brasileira, uma exclusão alterou a dinâmica do confronto. Aproveitando o sete contra seis, as européias recorreram à armadora Gorbicz para voltar a abrir vantagem.O prejuízo só não foi maior porque Chana apareceu com destaque para salvar o Brasil.













A goleira fazia importantes defesas e permitia à seleção retomar a liderança. As oportunidades de iniciar o caminho para a vitória eram abreviadas por precipitações no momento dos arremessos. Para agravar, Duda era marcada individualmente, e deixou de ser tão acionada pelo ataque nacional.Em dia inspirado, a armadora esquerda do Brasil ignorava a marcação especial e continuava a colocar bolas na rede da Hungria. Com a expulsão de Timea Toth, companheira de Daniela Piedade e Alexandra do Nascimento no Hypo Niederösterreich da Áustria, coube a Gorbicz assumir de vez a condição de referência húngara.













A armadora comandou as ações ofensivas de sua equipe e manteve as européias em condições de vencer o confronto.A decisão ficou para os instantes finais. Se as brasileiras não demonstravam tranqüilidade para fazer o 26º gol e assumir a liderança do jogo, as húngaras paravam na sólida defesa do Brasil. Chana defendeu um sete metros de Gorbicz a cinco minutos do fim. Na sequência, Aline Rosas, a Pará, marcou o esperado gol que dava a vantagem mínima ao Brasil. De quebra, a ponta esquerda ainda conseguiu uma exclusão da oponente. Era a chance de que tanto necessitavam as comandadas de Juan Oliver Coronado.Em nova intervenção incrível, parou um arremesso à queima roupa, Chana possibilitou ao Brasil abrir vantagem de duas posses de bola. A alegria durou pouco. Em pouco mais de um minuto, a Hungria se aproveitou de erros do ataque brasileiro e de uma superioridade numérica para igualar tudo. No minuto final, o Brasil tinha a posse de bola. Com paciência, a equipe procurou Duda. A camisa 6 não decepcionou e marcou o que teria sido o gol do jogo. 30 segundos separavam a seleção da comemoração. Mas, um pedido de tempo e a colocação de uma goleira-linha como segunda pivô atrapalharam os planos da seleção. As húngaras forçariam um arremesso de nove metros.













As brasileiras evitaram, com êxito, a primeira tentativa. Mas, na segunda não teve jeito. O cronômetro apontava 29 minutos e 59 segundos. Seis atletas protegiam a meta de Chana. Quando todos esperavam por um arremesso das armadoras, a pivô responsável pelo tiro de saída girou e conseguiu mandar a bola entre os braços do bloqueio brasileiro.













Com a visão encoberta, Chana nada pode fazer. 28 a 28, festa húngara e incredulidade brasileira.Ao término do embate, a reportagem da ESPN Brasil ouviu um dos maiores destaques da partida. Eduarda Amorin lamentou o desfecho do duelo, mas já projetou seu discurso no futuro da equipe na competição. A armadora registrou a falta de sorte no lance derradeiro, mas mostrou certo contentamento com o empate diante de um grande adversário no cenário mundial. Para Duda, o momento seria oportuno para se concentrar e já pensar nas russas, próximas adversárias do Brasil.A ponta esquerda Aline Pará, afirmou que um segundo vale quase que como uma vida inteira.













A jogadora do Blumenau/FURB destacou a boa atuação das duas seleções e a importância do resultado para o elenco brasileiro. Para ela, não seria nada fácil empatar com uma equipe que chegou a Pequim para brigar pelo ouro e que conta com uma das melhores goleiras do mundo.













A recomendação de Aline seria a de levantar a cabeça e seguir lutando até o último compromisso no campeonato.






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