Fascismo e Nazismo:“Nada acima do Estado, nada fora do Estado,nada contra o Estado”O período entre-guerras (que compreende do fim da 1ª guerra mundial até o início da 2ª guerra mundial) assistiu ao aparecimento de um regime que procurou, pelo cerceamento às liberdades individuais, sustentar o capitalismo então em crise. Trata-se do fascismo, que, embora apresentando peculiaridades de país para país, instalou-se em vários Estados europeus, asiáticos e latino-americanos.Em nações como Alemanha, Itália e Japão, o fascismo desenvolveu uma forte atitude imperialista, em grande parte responsável pela Segunda Guerra Mundial.
Capitalismo Monopolista, Imperialismo e fascismo:É na questão do imperialismo que reside o principal elemento para se entender o aparecimento dos regimes fascistas, já que eles surgiram durante a crise capitalista marcada pelo mesmo imperialismo.O Capitalismo,enquanto sistema econômico, atravessou três etapas com características distintas, A primeira fase, conhecida como capitalismo comercial (1400-1760), foi marcada pelo mercantilismo, com base no acúmulo de metais preciosos, no colonialismo, no monopólio de mercados e no protecionismo das tarifas alfandegárias. A segunda denominada capitalismo industrial (1760-1860), distingui-se pelo liberalismo,fundamentado na livre concorrência e na ausência de entraves ao comércio e à produção.Finalmente a terceira, designada como capitalismo financeiro ou monopolista (1870 a nossos dias), é assinalada pelo imperialismo, apoiada no capital financeiro ( fusão dos capitais bancário e industrial), na concentração de indústrias em monopólios, na exportação de capitais e na divisão do mundo pelas grandes potências em áreas de dominação ou influência direta.O imperialismo, considerado política econômica de uma etapa do processo capitalista, não se explica e não se expressa unicamente em âmbito econômico, embora esteja aí sua raiz. È acompanhado de modificações no plano político, social e cultural em um processo de interação e influência recíproca, que determinam uma nova articulação do sistema capitalista em todos os níveis.Essas modificações abalaram as relações políticas em escala internacional, levando à Primeira Guerra Mundial. Além disso, provocaram transformações internas nas organizações de governo, entre as quais a atribuição de novas funções ao Estado capitalista. O Estado liberal, policiador da livre concorrência, cedeu lugar ao Estado intervencionista, determinador das relações econômicas, no plano interno, e da corrida pela partilha em esferas de dominação, no plano externo.O fenômeno fascista localiza-se nesta etapa de capitalismo, marcado entre outras alterações, pela modificação do papel do Estado.Os primeiros países europeus a efetivarem a Revolução Industrial conseguiram realizar a transição do capitalismo liberal para o capitalismo financeiro com uma intervenção do Estado relativamente suave. Já as nações que entraram tardiamente na fase industrial e na corrida imperial-colonialista do final do século XIX mostraram-se mais propensas à instauração dos regimes fascistas. Nestas, o Estado totalitário serviu ara acelerar o processo de monopolização interna do capitalismo e elevar a alto grau o expansionismo, características básicas da política imperialista. Para tanto, foi a ideologia fascista que deu as diretrizes para um Estado forte e intervencionista, que visava implantar em pouco tempo as transformações já sofridas pela então Grã-Bretanha, França e Estados Unidos.As crises econômicas internas, o ressentimento gerado pelos tratados pós- guerra,a desunião de partidos não fascistas e a Revolução Russa de 1917 que causou medo na burguesia européia, são também fatores que contribuíram para a impCaracterísticas do Nazifascismo:Durante a crise capitalista de 1930, o fascismo não ficou restrito à Alemanha e à Itália, instalando-se de formas diversificadas em outros países de outros continentes. Na Europa assumiu o poder em Portugal, Espanha, Áustria, Bulgária, Polônia, e Hungria entre outros. Na Ásia, o militarismo japonês foi considerado por alguns historiadores uma variante do fascismo.Em todos esse países as características do nazifascismo foram as mesmas:· Totalitarismo – Os interesses dos indivíduos estão totalmente subordinados ao Estado. “Nada deve haver acima do Estado, nada fora do Estado, nada contra o Estado” (Mussolini).· Nacionalismo – A nação apresenta a forma suprema de desenvolvimento e organização das sociedades. Os interesses entre nações encontram-se em constante conflito. “ Tudo, absolutamente tudo, deve contribuir para reforçar as bases raciais que assegura o desenvolvimento da nação”(Hitler).· Militarismo – A expansão e uma necessidade inerente à vida das nações e seu instrumento é a guerra, que fortalece os indivíduos e regenera o povo. “Mesmo neste momento, tenho a sublime esperança de que um dia chegará hora em que essa tropas desordenadas se transformarão em batalhões, os batalhões em regimentos e os regimentos em divisões...”(Hitler).· Corporativismo – Os sindicatos baseiam-se em corporações , no interior das quais patrões, empregados e representantes do Estado encarregam-se de planejar a produção e decidir sobre conflitos entre capital e trabalho. “Ao contrário das velhas organizações que vivem fora do Estado, os nossos sindicatos fazem parte do estado” (Mussolini).O Corporativismo foi típico da Itália, assumindo outras características na Alemanha.· Expansionismo – Para os alemães , a agressão aos outros paises era justificada pela teoria do “espaço vital”, necessário ao desenvolvimento do povo alemão, e orientada em direção à União Soviética. “O movimento social-nacionalista terá de encontrar coragem para, desprezando tradições e preconceitos, congregar o povo e as suas forças para a marcha pela estrada que nos libertará do estreito hábitat atual... No entanto, se hoje falamos na Europa, em novas terras, pensamos, antes de tudo, na Rússia e nos Estados adjacentes a ela subordinados” (Hitler). Para os italianos, o expansionismo era justificado com forma de restabelecer o poderio do Império Romano.· Anticomunismo – A aniquilação física dos comunistas internamente e destruição da União Soviética era consideradas fundamentais para o crescimento nazifascista. “Defender os produtores significa combater os parasitas. Os parasitas do sangue, em primeiro lugar os socialistas, e os parasitas do trabalho, que podem ser burgueses ou socialistas...” (Mussolini).· Racismo – Diretriz desenvolvida na Alemanha, apregoava que a raça ariana, representada pelos alemães, estava destinada a dominar raças inferiores (judeus, eslavos, latinos, negros, etc.). “Aqueles que governam devem saber que têm o direito de governar porque pertencem à uma raça superior” (Hitler).O Fascismo na Itália:A Itália que fora aliada na Tríplice Entente, no fim das operações militares, adquirira uma dívida de 4 bilhões com Os Estados Unidos e com a Grã-Bretanha e ainda levara a desvantagem de não receber todo o território que esperava no fim da Primeira Guerra> Passou então a se achar a “vencida no campo dos vencedores”.A crise econômica esta nação vivia com a volta de aproximadamente 1 milhão de soldados que agravava o desemprego, somando-se ainda a inflação, ao alto custo de vida e a queda da produção industrial, fez com que a população em estado de calamidade acredita-se em propostas as vezes negras que prometiam a solução. Foi o caso da ideologia fascista, que teve a sua ascensão jus a esta crise.No início do período entre guerras a Itália teria passado por uma iniciação ao regime socialista, que vinha provendo medidas radicais assustando a classe média e a elite financeira passaram a doar apoios ao fascismo. Encontrando ainda o partido adversário(Partido Socialista) sofrendo diversidades internas, que resultaram na divisão deste mesmo, tornou-se ma9s propício a ascensão ao poder.O rei pressionado por simpatizantes fascistas da Casa Real, nomeia Benito Mussolini primeiro Ministro, e sob aparência de uma monarquia parlamentar, o líder fascista na Itália tem em suas mãos plenos poderes e convoca um novo ministério.lantação dos Estados altamente autoritários.
O Fascismo na Itália:A Itália que fora aliada na Tríplice Entente, no fim das operações militares, adquirira uma dívida de 4 bilhões com Os Estados Unidos e com a Grã-Bretanha e ainda levara a desvantagem de não receber todo o território que esperava no fim da Primeira Guerra> Passou então a se achar a “vencida no campo dos vencedores”.A crise econômica esta nação vivia com a volta de aproximadamente 1 milhão de soldados que agravava o desemprego, somando-se ainda a inflação, ao alto custo de vida e a queda da produção industrial, fez com que a população em estado de calamidade acredita-se em propostas as vezes negras que prometiam a solução. Foi o caso da ideologia fascista, que teve a sua ascensão jus a esta crise.No início do período entre guerras a Itália teria passado por uma iniciação ao regime socialista, que vinha provendo medidas radicais assustando a classe média e a elite financeira passaram a doar apoios ao fascismo. Encontrando ainda o partido adversário(Partido Socialista) sofrendo diversidades internas, que resultaram na divisão deste mesmo, tornou-se ma9s propício a ascensão ao poder.O rei pressionado por simpatizantes fascistas da Casa Real, nomeia Benito Mussolini primeiro Ministro, e sob aparência de uma monarquia parlamentar, o líder fascista na Itália tem em suas mãos plenos poderes e convoca um novo ministério.
O Governo de Mussolini:1ª Fase (1922-1924): Os fascistas elegeram a maioria dos deputados do parlamento. Mussolini fez aliança com os setores mais tradicionais da sociedade e perseguiu violentamente os comunistas, chegando a anuncias publicamente que foi o comandante do assassinato do deputado socialista Giacomo Matteotti, que havia denunciado as fraudes eleitorais dos facistas.2ª Fase (1925-1939): Em 1929 iniciou-se a ditadura fascista, com a ampliação dos poderes do 1º ministro e a adoção do sistema unipartidário (somente o Partido Nacional Fascista poderia existir).Grandes desfiles militares, o controle dos sindicatos, escolas e universidades e a propaganda em massa fizeram com que o povo italiano reverenciasse o novo Duce ( chefe supremo do estado) Benito Mussolini.Neste Período, o contingente militar italiano multiplicou-se e a Itália iniciou sua expansão rumo à África, invadindo a Etiópia.Em 1929, Mussolini assinou com a Igreja Católica o Tratado de Latrão, que criou o Estado do Vaticano, independente e sob controle do Papa.
O Fascismo na Alemanha:Em 11 de novembro de 1918, apos o fim da monarquia na Alemanha, o novo governo republicano, encabeçado pelo partido social democrata, concluiu com os aliados armistícios de Compiègne. Confirmava-se, dessa forma, a derrota da Alemanha na primeira Guerra Mundial. Pouco depois, o humilhante tratado de Versalhes impunha àquele país cláusulas que reduziram sua área territorial e arrasaram sua economia . è nesse contexto que se desenvolve o nazismo, a forma mais extrema, cabal e típica do fascismo.A economia alemã estava arruinada em 1918, tanto na industrial como na agrícola. Nesta condição então, o setor mais radical do Partido Social-democrata, a Liga Espartaquista, rompeu com o setor moderado e fundou o Partido Comunista. O Espartaquistas desencadearam em Berlim uma insurreição contra o governo social-democrata . O levante fracassou,resultando na execução de seus principais líderes.Eliminando os radicas, os social-democratas e seus aliados dos partidos moderados tentaram imprimir à Alemanha as bases de um regime democrático semelhante ao britânico e ao francês . Chegaram ate a eleger uma Assembléia Constituinte, formada por maioria socialista e que elaborou uma constituição que entrou em vigor em setembro de 1929 quando também foi o presidente da chamada República Weimar.Entretanto, a derrota na guerra, a humilhação e as dificuldades impostas pelo tratado de Versalhes, a conseqüente crise econômico-financeira, o temor gerado pelas agitações sociais colocavam o governo social-democrata em incomoda situação, pressionado pelos mais variados segmentos da sociedade.Nestas condições , foi fundado em uma cervejaria de Munique um partido semelhante ao fascista na Itália. Que viria a assumir o nome de Partido Nacional-socialista dos Trabalhadores Alemães, ou Partido Nazista. Na sua direção estava o ex-cabo do exército Adolf Hitler.A situação de crise da Alemanha que não conseguia desta se livrar, possibilitou o aumento do prestígio dos nazistas, que nas eleições de 1930 colocaram 107 deputados no Reichstag (Parlamento), obtendo 6,5 milhões de votos e nas eleições de 1932 conquistaram 280 cadeiras com uma expressiva votação de 13,5 milhões de votos. Assim fortalecido, possuindo 1 milhão de mebros e atacando o adversário com as SA (tropas de choque) e as SS (tropas de assalto), que somavam 4oo mil homens compondo o exército particular nazista Hitler exigiu e recebeu o cargo de chanceler. Consumava-se assim a ascensão do nazismo ao poder.
Hitler e o poder:Hitler fora convidado a assumir o cargo de primeiro ministro alemão por Hindemburg, e veio a assumir o poder após a morte deste, e 1934. Declarou a desobediência alemã ao Tratado de Versalhes. Aumentou a perseguição aos opositores, principalmente aos comunistas. Perseguiu também negros e judeus. Novas fábricas surgiram (principalmente de armamentos) gerando novos empregos. O ministério a propaganda, através do ministro Josef Goebels, divulgava as idéias nazistas e incentiva o culto ao Führer (título assumido por Hitler em 1934 que significava guia).Era o início da sangrenta escala do Nazismo.
SOCIALISMO DE HITLER:“Sou socialista, mas de um gênero de socialismo diferente daquele do vosso rico amigo Reventlow. Eu fui um trabalhador dos mais comuns. Não toleraria que o meu motorista comesse pior do que eu. Mas a nossa variedade de socialismo é apenas marxismo. A massa de trabalhadores que apenas pão e divertimento. Jamais compreenderam o sentido de um ideal, e não podemos ter a esperança de conquista-los para uma causa.”“O que temos de fazer é selecionar, numa nova categoria de senhores, homens que não se deixaram governar, como vós pela moral da piedade. Aqueles que governam devem saber que têm direito de governar porque pertencem a uma raça superior.Devem manter esse direito e consolidá-lo de maneira implacável.. O que pregais é o liberalismo, nada mais que o liberalismo. Existe apenas uma espécie de revolução possível, e ela não e nem econômica, nem política, nem social,mas racial, e será sempre a mesma coisa: a luta entre as classes inferiores e as raças superiores que estão no poder. SE, algum dia,a raça superior esquecer essa lei, estará acabada! Todas as revoluções-e eu as estudei com dedicação e cuidado-foram raciais...”Dialogo entre Hitler e Otto Strasser.A História Oculta de Hitler e do Nazismo AlemãoContradizendo a tudo o que tradicionalmente aprendemos na escola sobre Hitler, descobrimos uma outra face deste personagem histórico, que retinha consigo profundos conhecimentos ocultistas os quais poucos homens ocidentais vieram conhecer naquela época. É de se crer que seu poder influente sobre as massas do povo alemão fosse algo incomum. Hitler era um homem que agia sabendo muito bem o que fazia, não era um mero louco e insano, sem objetivos concretos. Hitler possuía 25% de sangue judeu em suas veias. Nasceu num povoado austríaco, centro de médiuns e videntes, com um ambiente psicamente carregado que influenciou sua visão da realidade. Dois famosos médiuns, os irmãos Schneider, nasceram no mesmo povoado e um deles teve a mesma ama de leite que Hitler. Quando pequeno estudou na abadia de Lambach, onde sonhava ser sacerdote. Foi neste local que teve seu primeiro contato com o símbolo da suástica, que teria sido trazida pelo abadeTeodorich Hagen, que ordenou que fosse esculpida em paredes, mesas e objetos de culto de toda a abadia. Hagen, viajou pelo oriente e era profundo conhecedor de magia e ocultismo. Nesta mesma época, a abadia recebeu a visita de um padre, Adolf Joseph Lanz, cujo físico correspondia exatamente ao protótipo da raça ariana. O padre Lanz se trancou várias vezes na biblioteca do monastério onde estudou mais de 30 anos de pesquisas feitas pelo abade Hagen. Segundo Lanz, que posteriormente veio a fundar a Ordem do Novo Templo e editar o Jornal Ostara em Viena, os únicos seres realmente humanos são os arianos louros de olhos azuis, o resto não passa de “macacos”, os símios de Sodoma, evocados na Bíblia, os demônios saídos de Gog e Magog, raças de cabelos escuros opostas aos arianos. Lanz afirma também que os arianos são a obra prima de Deus, dotados de poderes paranormais emanados por “centros de energia - chakras” e “órgão elétricos - kundalini”, que lhes conferem supremacia sobre qualquer outra criatura.
A raça ariana era tida como a mais perfeita pelos Nazistas.O Fürer era um vegetariano convicto, não bebia, nem fumava, e esta atitude sua foi influenciada pela doutrina cátara de pureza, a exemplo da vida de Átila, o huno. Durante sua fase de pintor em Viena, Hitler se dedicava ao estudo do ocultismo e da magia e foi um assíduo leitor do Jornal Ostara publicado por Lanz. Em 1912 era fundada a Sociedade de Thule à qual Hitler veio ter conhecimento, mas que nunca fez parte, adquirindo porém conhecimentos desta ordem a partir de seu secretário e lugar-tenente Rudolf Hess. Criada pelo barão Rudolf von Sebottendorf, que em viagem à Turquia entrou em contato com iniciados drusos que afirmavam receber seus ensinamentos espirituais do “Senhor do Mundo” o senhor de Thule ou Shambala - o governo oculto do mundo, reino dos hiperbóreos. Daí o nome Thule. Para Von Sebottendorf, a raça dos hiperbóreos (ariana) possuía um poder oculto: “quem o controlá-lo poderia dominar o mundo” - este poder seria o vril. Hitler também teve contado com a ordem do Vril, ligada à Thule. Esta ordem é um grupo esotérico que continua vivo ainda hoje na Índia, seu país de origem, onde conta com mais de dois milhões de adeptos. A palavra vril significa uma reserva formidável de energia presente no homem e da qual ele utiliza apenas uma ínfima parte. Dentro dos conhecimentos iogues, vril e kundalini siginifcam a mesma coisa: o fogo serpentino - o 3º Logos. Os adoradores do vril veneram o Sol levantando suas mãos em sua direção numa saudação semelhante à feita pelos nazistas e pelos antigos egípcios no culto a Rá, o Deus Sol. Os templos deste culto estão decorados com grande variedade de cruzes gamadas, aliás, na Índia a cruz gamada é tida como um símbolo de poder, porém ela é escrita em sentido horário, onde representa a evolução e nos quadrados mágicos da numerologia judaica tem o valor 360 representando o fogo - a espiritualidade e o Logos. Os nazistas inverteram a posição da suástica, que veio representar o elemento terra - Malchut na Cabala, tendo assim o valor 666 - o número da Besta. Mas em meio a tudo isto existia algo mais: haviam seitas tibetanas e sua magia. A Thule e seus seguidores foram profundamente influenciados pela magia negra tibetana e tiveram mesmo contato com os bompos tibetanos de barrete negro na Alemanha. Estes teriam sido invocados para agir politicamente na Europa através de sua magia tântrica. Mais uma coisa interessante sobre a personalidade de Hitler, era que ele tinha a astrologia e a geomancia em alta conta, e as consultava antes de seus ataques. Aliás, todos os ataques foram feitos seguindo as linhas de força geomânticas e telúricas da Europa. A consulta ao pêndulo e à rabdomancia para saber a posição dos barcos aliados era algo costumeiro, feito muitas vezes por Himmler, uma brilhante mente do nazismo de Hitler. Acredita-se que Hitler tivesse algum tipo de pacto demoníaco, onde oferecia os judeus queimados nos fornos para adquirir mais poder para rodar a suástica invertida sobre toda a Europa e assim conquistar o mundo. E o teria feito se não tivesse vacilado em seu último combate. Hitler veio falecer em abril de 1945, e sua morte ainda é uma incógnita, não se sabe se ele fugiu, suicidou-se ou se foi assassinado. “A história conta que o nazismo foi um dos piores pesadelos que a humanidade já teve. Milhões de judeus, poloneses e diversas minorias foram exterminados de forma cruel, sem direito à apelação. Judeus não podiam deixar de ser judeus. Tampouco ciganos ou poloneses tinham opção. Todos foram vítimas do regime nazista.Mas nos campos de concentração de Hitler, havia um grupo identificado por um triângulo roxo em seu uniforme. Eram pessoas que podiam ter escapado dos campos, das humilhações, das torturas e da morte. Bastava renunciar à sua fé. Bastava apoiar o regime nazista. Apenas uma assinatura salvaria suas vidas. Eram as Testemunhas de Jeová.As Testemunhas de Jeová — homens, mulheres e crianças — mostraram extraordinária coragem e integridade. Seu exemplo não pode ser esquecido. Deve permanecer como uma lição extraordinária para as gerações futuras. É a prova de que o homem pode resistir ao mal. É a prova de que o espírito pode vencer a espada.O seminário e exposição "Triângulos Roxos — As Vítimas Esquecidas do Nazismo", nos contarão a história emocionante e autêntica das Testemunhas de Jeová durante o período nazista”.
“Adolf Hitler, a verdade sobre o gênioDepois da Segunda Guerra Mundial o líder alemão, Adolf Hitler, tem sido criticado duramente por todos os países do mundo. Hitler, seguido de Napoleão, é considerado um antiCristo pela igreja porque ele teria sido o responsável pela morte de aproximadamente cinco milhões de Judeus. Segundo a maioria dos historiadores Hitler os matou porque ele era a favor da existência de uma única raça, a raça ariana. O que muita gente não sabe é que os Judeus eram grandes comerciantes e ameaçavam a economia alemã. Esta história de raça ariana teria sido então um pretexto que o gênio encontrou para reerguer o país.Quem é a igreja católica para criticar Hitler, se ela também perseguia os Judeus, ela que queimava as pessoas que não aceitavam seus dogmas. A igreja que na idade média era dona de mais de um terço das terras e era a favor da relação desumana entre servos e senhores, o clero que detinha o saber mas não permitia o avanço e a disseminação da tecnologia. E finalmente a igreja que quase nos fez perder um dos maiores cientistas da humanidade, Galileu Galilei, forçando- o a mentir sobre a questão da esfericidade da terra para continuar vivo.O país que mais critica o nazismo é os EUA. Será que eles são tão bons assim como parece nos filmes? Se Hitler matou foi para o crescimento da nação. Pior do que isso fizeram os norte americanos no final da Segunda guerra mundial. Depois de Ter destruído totalmente o território Japonês, e depois de os japoneses já rendidos, eles soltaram duas bombas nucleares em duas cidades Japonesas distintas só para mostrar para os Russos o seu poderio militar. Os EUA ficam doidos para Ter uma guerra só para eles gastarem seus mísseis que já estão ficando velhos alimentando assim sua gigantesca indústria bélica. O que os americanos gastam em uma semana em material bélico, daria para alimentar o mundo durante um mês.Por que será então que Hitler é tão criticado? Medo. Os governantes têm medo que surja um novo líder mundial e ameace este violento sistema político no qual os poderosos são os únicos favorecidos. Um chefe de estado que tenha coragem de dizer não à dívida externa e romper com o FMI.O líder nazista foi perfeito em suas estratégias de guerra, colocando boa parte do mundo em suas mãos. Mas o defeito de Hitler foi subestimar o adversário. Quando foi invadir a Rússia, que tem um imenso território, ele mandou mantimentos apenas para poucos dias achando que depois de já Ter conquistado toda a Europa seria fácil conquistar um país. Só que a guerra demorou e o inverno russo chegou muito rigoroso acabando com seu exército. Colocando a Alemanha em decadência total. Este texto não tem a finalidade de reverenciar Adolf Hitler, mas sim mostrar que as coisas não são bem assim como parecem. Se nós aceitarmos tudo o que falam sobre ele, ou o que falam sobre norte americanos e a igreja, é porque nós não conhecemos a história. Quem não conhece a história ou não tem senso crítico se torna um alienado em um mundo no qual cada vez mais “só os inteligentes sobrevivem”. ”NatanTércioNeonazismoNeonazismo – A partir dos anos 80, na Europa, há uma retomada de movimentos autoritários e conservadores denominados neonazistas, principalmente na Alemanha, Áustria, França e Itália. Eles são favorecidos, entre outros motivos, pela imigração , pela recessão, pelo desemprego e pelo ressurgimento de velhos preconceitos étnicos e raciais. Manifestam-se de forma violenta e têm nos estrangeiros o alvo preferencial de ataque. Em alguns países, os movimentos neonazistas valem-se também da via institucional parlamentar, como o partido político Frente Nacional, na França.No Brasil, carecas, skinheads e white power são alguns dos grupos em evidência nos grandes centros urbanos, promovendo ataques verbais, pichações e agressões dirigidas principalmente contra os migrantes nordestinos. O avanço dos neonazistasOs números já alarmam a Europa e o restante do mundo: apenas no segundo trimestre deste ano já foram registrados, na antiga Alemanha Oriental, 157 casos de agressões a estrangeiros, judeus e minorias raciais. De atentados com bomba e espancamentos a pichações com suásticas e violações de tumbas, o aumento das ações da extrema-direita levou os Estados federados alemães a anunciarem, no início deste mês, a criação de um registro central de neonazistas com antecedentes criminais.As causas e o contexto social do ressurgimento do nazismo, 55 anos depois da Segunda Guerra Mundial, serão, na opinião do professor de história do colégio e curso pH Luis Antonio Simas, tema muito provável nos vestibulares. Para o professor, é importante lembrar que os grupos neonazistas se fortaleceram logo após a reunificação das duas Alemanhas (oriental e ocidental), depois da queda do Muro de Berlim, em 1989.O fim do comunismo em vários países provocou a imigração de parte dessas populações para nações estáveis economicamente. Segundo Simas, isto gerou o acirramento da discriminação contra os imigrantes, já que há disputa, principalmente, no mercado de trabalho.— Não só a Alemanha, mas a Áustria, a Bélgica, a França e a Espanha têm enfrentado movimentos de discriminação contra os estrangeiros. Eles vêm de ex-países socialistas, da Turquia e também do Norte da África —diz Simas.O crescimento dos partidos de extrema-direita na Europa, como a ascensão do líder da Frente Nacional na França, Jean-Marie Le Pen, sobre quem pesam acusações de ter torturado nacionalistas argelinos, não devem ser esquecidos, avisa Simas:— É preciso citar também a força de Joerg Haidr, do Partido da liberdade da Áustria, que se manifesta a favor da teoria nazista.O professor de história do Colégio Andrews José Loureiro acredita, no entanto, que nas provas o tema pode remeter à formação do nazismo no intervalo entre a Primeira e a Segunda Guerra, fazendo ligação com os dias atuais.— É possível fazer uma relação entre o alto nível de desemprego na época em que Adolf Hitler subiu ao poder e nos dias de hoje, quando as taxas também são altas, principalmente entre os jovens — diz Loureiro.
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
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